sexta-feira, 30 de novembro de 2007

ALBA fabrica maior pote do mundo

A organização da Norcaça & Norpesca 2007, feira dedicada à caça e pesca que se realizou em Bragança entre os dias 25 e 28 de Outubro [de 2007], realizou a proeza de cozinhar javalis no maior pote do mundo.

Este estufado de javali foi confeccionado num pote (1000 litros e 2 metros de altura), uma reprodução à escala dos potes tradicionais, também conhecidos como Panela à Portuguesa: espécie de panela de ferro com três “pernas”, usada única e exclusivamente nas lareiras/fogueiras, sendo uma imagem característica das cozinhas regionais que se podem encontrar nas aldeias de Trás-os-Montes. A panela foi construída na Alba, fábrica de Albergaria-a-Velha.

Fonte: BeiraVouga

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Portfolio ALBA

Os produtos das Fábricas ALBA estão por todo o país, representando dignamente a indústria albergariense.

Bancos de jardim

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Candeeiros

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Forum Aveiro

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Passeio Alegre (Porto)

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Aliados (Porto)

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Águeda
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Tavira

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Quinta do Lago (Algarve)
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Fonte: www.alba.pt

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Programa "Alma e a Gente" (RTP2), (03 de Junho de 2007)

Albergaria-a-Velha foi o município em destaque num dos programas da RTP 2 “A Alma e a Gente”, apresentado por José Hermano Saraiva.

Durante cerca de 25 minutos, os telespectadores puderam conhecer a História e o dinamismo de Albergaria, que o historiador denominou de “Albergaria-a-Jovem”.

"Senhores telespectadores, este programa de hoje é sobre o concelho de Albergaria-a-Velha. Curioso este nome porque a terra está muito longe de ser velha, pelo contrário, é uma povoação jovem, recente, progressiva. Bom, mas há uma forte razão para que se chame Albergaria-a-Velha, o que é velha não é a terra, o que era velha era uma albergaria que aqui se fez, mas eu vou-lhes falar nisso daqui a pouco.

Albergaria-a-Velha é um concelho que está bem no centro do país. Olhem, deste ponto em que eu estou até à entrada do Porto são 50 quilómetros, e para aquele lado até à entrada de Coimbra são outros 50 quilómetros. Bom, portanto é realmente um ponto, aqui pode-se dizer que se encontram o norte e o sul, o norte visigótico, o norte da reconquista, o norte dos fidalgos e o sul das grandes ordens, o sul do trigo, o sul do cereal. Bom, era nesta região que se encontravam as duas metades de Portugal.

Também posso falar em entroncamento, aqui passava, passava a Estrada Real, a antiga Estrada Real passava aqui e dai que aqui se tenha estabelecido sempre um núcleo de população de certo modo importante."


sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Associações Desportivas, Recreativas e Culturais

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha atribui anualmente subsídios às diversas associações do concelho no âmbito do Programa de Apoio às Actividades Recreativas, Desportivas e Culturais, tendo sido beneficiários, no ano de 2007, as seguintes associações:

CLUBES/ASSOCIAÇÕES COM ACTIVIDADE DESPORTIVA REGULAR FEDERADA

Sport Clube Alba
Jobra-Associação de Jovens da Branca
Clube de Albergaria
Clube Desportivo e Recreativo de Soutelo
Clube Recreativo e Cultural Sanjoanense (CRECUS)
Clube Desportivo de Campinho (Albergaria-a-Velha)
Centro de Actividades Populares de Alquerubim (CAPA)
Associação Juvenil de Angeja (AJA)
Grupo Desportivo Beira Vouga (Frossos)
União Desportiva de Valmaior (UDV)
Grupo Cultural e Recreativo de Telhadela
Branca Activa Sport Clube
Associação de Karaté Shokotan Albergaria

CLUBES/ASSOCIAÇÕES SEM ACTIVIDADE DESPORTIVA REGULAR FEDERADA

Grupo Desportivo e Cultural de Ribeira de Fráguas (GDCRF)
União Desportiva e Cultural de Mouquim (UDCM)
Associação “Os Amigos de Valmaior”
Grupo de Teatro ”A Bateira” (Frossos)
Associação Cultural e Recreativa Sobreirense (ACRS)
União Desportiva Cultural e Recrativa Vilanovense (Vila Nova de Fusos)
Associação de Jovens “Nós e o Mundo”
Associação dos Amigos das Escolas Cultura e Recreio de Loure

BANDAS/ASSOCIAÇÕES MUSICAIS

Associação Recreativa e Musical “Amigos da Branca” (ARMAB)
Associação Instrução Recreio Angejense (AIRA)
Banda Recreativa União Pinheirense (BRUP)
Banda Velha União Sanjoanense (BVUS)

RANCHOS / GRUPOS FOLCLÓRICOS FEDERADOS

Grupo Folclórico Cultural e Recreativo de Albergaria-a-Velha
Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Angeja
Rancho Folclórico Danças e Cantares do Fial

RANCHOS / GRUPOS FOLCLÓRICOS COM TRAJES TRADICIONAIS REPRESENTATIVOS DO CONCELHO

Grupo Folclórico “As Lavadeiras do Vouga”
Rancho Folclórico de Ribeira de Fráguas

RANCHOS / GRUPOS FOLCLÓRICOS COM TRAJE UNIFORME

Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho

AGRUPAMENTOS DE ESCUTEIROS

CNE - Albergaria-a-Velha – Agrupamento 838
CNE - Branca – Agrupamento 1116
CNE - Angeja – Agrupamento 1145
CNE – Valmaior – Agrupamento 1178

COLUMBOFILIA, CAÇA E PESCA

Grupo Columbófilo de Albergaria
Sociedade Columbófila de Angeja
Grupo Columbófilo de Vale Maior
Associação de Caçadores e Pescadores da Freguesia da Branca

Fonte: Boletim Cultural

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Marina Bastos

Marina Bastos nasceu no lugar do Chaque, na freguesia da Branca, a 6 de Julho de 1971. Foi uma das boas fundistas da década de 90, conseguindo tempos que ainda hoje figuram na lista das melhores no ranking nacional.

Tudo começou quando andava na Escola Primária do Souto e participou numa prova de Atletismo organizada pela Jobra, associação cultural e desportiva da Branca, onde conseguiu alcançar os seus primeiros títulos e, assim, atrair a atenção de clubes de maior dimensão.

Após dois anos na Jobra transferiu-se para os Dragões de Oliveira de Azeméis.

Posteriormente representou o FC Porto, garantindo uma presença no Campeonato Mundial de Juniores de 1990, que se disputou em Plovdiv na Bulgária, onde foi 10ª classificada nos 1500m e desistiu nos 3000m, isto numa altura em que já tinha sido duas vezes Campeã de Portugal dos 1500m em pista coberta e batido o Recorde Nacional desta especialidade, quando em 1988 fez a marca de 4,31,4m.


Transferiu-se para o Sporting Clube de Portugal no final do ano de 1991, para reforçar um sector que estava muito debilitado, tornando-se numa atleta importante na conquista de algumas competições, como foram os casos do Campeonato Regional de Corta Mato de 1992 e das Estafetas Cascais-Lisboa de 1992 e de 1994.

Ainda ao serviço do Sporting, em 1992 bateu o Recorde Nacional dos 1500m em pista coberta, com o tempo de 4,21,25m, e foi Campeã de Portugal nos 1500m, nas épocas de 1993 e 1994 e nos 3000m em pista coberta, em 1994, titulo que renovou na época seguinte já ao serviço do Sporting de Braga.

Posteriormente representou o Maratona Clube da Maia, onde em 1996 foi pela primeira vez Campeã de Portugal nos 5000m, um título que renovou nos três anos seguintes, já enquanto atleta do Pasteleira.

Mais tarde representou outros clubes como o Maratona de Portugal e novamente o Sporting de Braga, apostando preferencialmente nas provas de estrada onde conquistou inúmeras vitórias, com destaque para o Campeonato Nacional de 1996.

Participou em 3 edições dos Campeonatos do Mundo de Atletismo, correndo os 5000m em 1995, 1997 e 1999 e os 10000m em 1997, e nos Campeonatos da Europa de 1994 e de 2002, primeiro correndo os 3000m e depois os 5000m.

Representou Portugal em 7 edições dos Campeonatos do Mundo de Corta Mato e em 4 edições dos Campeonatos da Europa de Corta Mato, competição em que integrou as equipas que conquistaram uma Medalha de Bronze em 1999, ano em que obteve a sua melhor classificação individual com um 13º lugar, uma de Prata em 2002 e outra de Ouro em 2004.

Fez parte de três equipas de Portugal que ganharam a Taça da Europa dos 10000m, conquistando na prova individual, uma Medalha de Prata em 1998 e uma de Bronze no ano seguinte.

Participou nos Campeonatos Ibero-Americanos de 1998.

Na Pista Coberta esteve presente nos Europeus de 1994 e de 2005 e nos Mundiais de 1993, 1995, 1997 e 2001, sempre nos 3000m, obtendo como melhor classificação um 4º lugar, no Mundial de 1997.

A sua carreira foi bastante prejudicada pelo facto de ter privilegiado as provas de estrada, mais rentáveis financeiramente, uma vez que falhou em alguns momentos decisivos pelo facto de estar cansada dessas provas de estrada.

Clubes

Jobra (1985 e 1986), Dragões de Azeméis (1987), FC Porto (1988 e 1989), Casa do Benfica do Porto (1990), SL Benfica (1991), Sporting CP (1992 a 1994), SC Braga (1995), Maratona Clube da Maia (1996), ADR Pasteleira (1997 a 1999), Maratona Clube da Maia/Maratona CP (2000 a 2005), SC Braga (2006 e 2007), Adercus (2008) e JOMA (2009).

Principais vitórias

Volta a Paranhos (2001)
Corrida 1º de Maio em Lisboa (2002)
5ª Corrida do Castelo (2002)
S. Silvestre do Porto (2002)
Grande Prémio de Queluz (2003)
Grande Prémio do Natal (2003)
Campeã da Europa de Estrada – individual e equipas (2004)
Corrida do Castelo (2005)
Grande Prémio de Cortegaça (2006)
Circuito de Milhas (2007)



Fontes: Forum SCP / Revista Atletismo / Atletismo-estatística / Jornal de Albergaria

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Frossos

Frossos é a mais pequena freguesia do Concelho de Albergaria-a-Velha, com 7,95 km² de área, e está localizada na margem direita do Rio Vouga, abragendo os lugares de Vale da Cana, Vale do Mouro, Vidoeira e Vila Francelina.

Nesta zona do Rio forma-se uma laguna, designada por Pateira de Frossos. Este
espaço natural oferece condições favoráveis para a agricultura específica, como seja o cultivo do arroz, além de ser também um meio propício à existência de espécies animais, como a cegonha, e vegetais variadas.

Esta freguesia pertenceu à Ordem de S. João de Malta encontrando-se ainda hoje marcos (Cruz de Malta) identificativos desse termo.

Em 1124, D. Teresa concede carta de doação à povoação. Em 22 de Março de 1514, D. Manuel I concede foral novo à vila de Frossos, ou “Foroços” como então se grafava.

Foi vila e sede de concelho entre 1124 e 1836. Em 1836 a freguesia foi anexada ao concelho de Angeja. Com a extinção do concelho de Angeja, em 1854, passou a fazer parte do concelho de Albergaria-a-Velha

Património

O Pelourinho é o marco mais importante e visível no centro da freguesia.

A Igreja Matriz cujo Patrono é São Paio, data do período da Renascença e tem vindo a ser alterada ao longo dos tempos.

Artesanato

No que diz respeito ao artesanato, fabricam-se esteiras de bunho e armadilhas para a pesca na Pateira.

Gastronomia

Na gastronomia, destacam-se os pratos de leitão assado, enguias fritas e em caldeirada e os ruivacos fritos ou cozidos que são pescados na Pateira.

Actividades económicas

A população vive, sobretudo, do trabalho nas fábricas, da agricultura e da criação de gado.

Uma parte significativa da população activa encontra-se emigrada no Luxemburgo.

Associações

Grupo de Teatro "A Bateira"
Grupo Desportivo "Beira Vouga"
Grupo Social e Paroquial de São Paio de Frossos
Associação de Jovens "Nós e o Mundo"

Fontes: wikipedia, Projecto Educativo

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Arquivo Municipal

A Câmara Municipal restaurou o edifício da Antiga Cadeia para aí instalar o Arquivo Municipal. Ao longo dos anos, juntou-se um acervo documental e fotográfico significativo, parte do qual pode ser admirado na exposição “Pelas ruas de Albergaria" (...)

A História é algo que se constrói e a autarquia quer preservar os vários elementos da nossa memória colectiva. Como tal, gostaríamos de conhecer o que os munícipes guardam nos seus baús, velhas fotografias, livros ou outro tipo de documento de valor relevante. Basta passar pelos Serviços de Arquivo e Património Cultural e partilhar as suas memórias. Com a participação de todos, podemos conhecer melhor o nosso Concelho!

Fonte: João Agostinho Pinto Pereira in Agenda Cultural nº 53 (Agosto de 2006)

MEMÓRIA COLECTIVA

A exposição de fotografia “Pelas ruas de Albergaria” apresenta o contraste entre a vila rural do passado e o Município dinâmico da actualidade. Nesta mostra, passeamos pela Rua do Hospital, pela Rua de Santo António, damos “um salto” ao Torreão e ainda há tempo para ver as velhas locomotivas a chegar à estação de caminhos-de-ferro. Onde vemos, actualmente, carros, existiam carroças, burros e bicicletas. Em vez das ruas asfaltadas, tínhamos caminhos de terra batida e os campos cultivados a perder de vista deram lugar a prédios de vários andares.

Fonte: Agenda Cultural nº 53 (Agosto de 2006)

IMAGOTECA

* Entrada pelo Souto (Início Séc. XX):



* Rua do Hospital (Início Séc. XX):


FUNDOS EXISTENTES NO ARQUIVO MUNICIPAL

* Arquivo Empresarial da Fábrica do Caima (1728-1975): 90 Livros, 8 Maços, 19 Envelopes, 27 Documentos Avulso, 3 Outros, 550 Fotografias

* Fundo da (antiga) Câmara Municipal de Angeja (1792-1853): 8 Volumes, 12 Maços

* Fundo da (antiga) Câmara Municipal de Paus (1813-1835): 2 Volumes, 1 Maço
* Fundo do Arquivo do (extinto) Administrador do Concelho (1835-1934): 87 Volumes, 19 Maços

* Fundo da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha: 1170

Fonte: CMAAV

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Angeja

Angeja (Ansegia) aparece em registos históricos desde o ano de 1166 e, ao longo dos séculos, mereceu sempre referências nos documentos relativos à região de entre as Terras de Santa Maria e Coimbra.

Uma das mais antigas vilas do País, Angeja recebeu Foral do rei D. Manuel I, em 15 de Agosto de 1514.

Apesar da riqueza local (produções agro-pecuárias e produtos do artesanato), os exagerados pagamentos ao clero e à nobreza, que incidiam sobre toda a actividade produtiva da população, e as pestes ocasionais provocaram algum atraso no crescimento de Angeja, o qual só começou a ser mais notório a partir do séc.XVII.

A construção da Igreja Matriz, inaugurada em 1613, substituindo a Capela de Santa Ana, demonstra a importância do povoado de Angeja, na época em que o crescimento demográfico era determinado pela autonomia e riqueza da paróquia.

Aliás, os vestígios do poder económico das famílias que se dedicavam à agricultura são visíveis nas belas e senhoriais casas que, em ruas e vielas, ainda podemos admirar, assim como nas construções do próprio cemitério, iniciado em 1877.

E a realização mensal da Feira dos 26, onde se negociava gado, louça de barro, tecidos e todos os outros bens de consumo, a par de importantes estabelecimentos comerciais instalados na Praça e nas Ruas do Comércio e da Pereira, atraíam os habitantes de todas as freguesias vizinhas, comprovando a importância de Angeja na região.

Acompanhando o desenvolvimento económico, também sustentado pelos feitos dos emigrantes na América e no Brasil, é reconhecido o envolvimento da população angejense em actividades culturais através da existência de uma Casa de Teatro, da fundação da Philarmónica Angejense, em 1867, e da criação do primeiro jornal do Concelho, o Bouquet de Angeja, em 1887, seguido de muitos outros, até ao actual D’Angeja.

Fonte: Maria Helena Vidinha Trindade, Directora do Jornal D’ANGEJA

Pelourinho:

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