quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Arte Nova

A Arte Nova surge, em finais do século XIX, como um estilo decorativo que recorre á utilização de linhas curvas e de motivos vegetalistas, que se espraiam nos azulejos de fachada, nos gradeamentos de ferro, nas molduras de portas e janelas e nos vitrais.

Os edifícios em estilo Arte-Nova constituem um valioso património de diversos concelhos do distrito de Aveiro.

O concelho de Albergaria-a-Velha está integrado na rota da Arte Nova (que engloba igualmente os concelhos de Ílhavo, Aveiro, Estarreja e Ovar) com três edíficios: "Chalet" da família Vidal e Casa do Dr. António Pinho, ambos em Albergaria-a-Velha, e Quinta da Vila Francelina, em Frossos.

"Chalet" da família Vidal (Praça José Ferreira Tavares)

Construído em dois planos, um dos quais mais recuado e em frente do qual corre o gradeamento de ferro, destacam-se as janelas do lado direito do edifício sobre as quais se rasga uma varanda de belo efeito.

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Casa do Dr. António Pinho (Praça José Ferreira Tavares, nºs 8 e 8A)

Constitui o exemplar arquitectónico mais representativo da vila pela sobrecarga da sua decoração.

As cantarias de granito, conjugadas com os trabalhos em ferro, dão força e dinamismo ao conjunto. O friso de azulejos com motivos florais dá uma tónica colorida ao edifício.

Levantado à altura de dois andares, são as janelas geminadas do primeiro andar que atraem de forma imediata o olhar.

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Quinta da Vila Francelina (Frossos)

Destaca-se na paisagem sobranceira à Pateira de Frossos. Actualmente é uma unidade de Turismo em Espaço Rural, evidenciando-se pelos frisos azulejares, cantarias e trabalho de ferro.

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Outros exemplos (Angeja)

Apesar de não estarem incluídos na Rota da Arte Nova, existem outros exemplos de Arte Nova quer em Angeja, quer algumas 'edificações' do cemitério de Albergaria-a-Velha.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Outros "Patrimónios"

Pateira de Frossos

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Rio Caima

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Rio Vouga (Bateira)

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Moínho de Água

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Espigueiro Típico
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sábado, 22 de dezembro de 2007

António Homem de Albuquerque Pinho (1921-2002)


António Homem Correia Teles de Albuquerque Pinho nasceu em Albergaria-a-Velha em 14 de Agosto de 1921. Era filho do Dr. António Fortunato de Pinho, conhecido Advogado.

Licenciou-se em Ciências Históricas e Filosóficas pela Universidade de Coimbra.

Fixou-se no Porto em 1964 onde foi professor no Instituto Comercial e professor coordenador da área de Ciências Sociais no ISCAP.

Colaborou regularmente na impresa local albergariense tendo publicado artigos sobre a história local em publicações como "Beira Vouga" (1985-1990), "Boletim Municipal" (1992) e "Jornal de Albergaria" (1993-2002).

Em 2001 foi editado o livro "Albergaria-a-Velha, Oito Séculos - do Passado ao Futuro". No ano seguinte foi lançada a 2ª edição do referido livro.

Em 25 de Abril de 2002 recebeu a Medalha de Ouro de Mérito Municipal. Acabaria por falecer em 30 de Setembro do mesmo ano.

BIBLIOGRAFIA SELECCIONADA

"A Chegada do Comboio a Albergaria" (separata) - 1988
"Reacção Local ao Ultimatum Inglês" (separata) - 1990
"Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha", edição CMAV - 1994
"Angeja - Vila do Baixo Vouga, edição CMAV" - 1997
"A Reacção Local ao Ultimato Inglês, edição CMAV" - 1999
"Albergaria-a-Velha, Oito Séculos - do Passado ao Futuro" (Reviver Editora, 2001)

Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Livros sobre Albergaria-a-Velha

Concelho

* Albergaria-a-Velha e o seu Concelho [1944-1957]

Autor: António de Pinho
Nº de Páginas: 144
Tipografia Vouga, 1957

* Albergaria-a-Velha: Oito Séculos - do Passado ao Futuro

Autor: António Homem de Albuquerque Pinho
Nº de Páginas: 98
Reviver Editora, 2001 (2ª edição lançada em 2002)

Freguesias

* Angeja e a Região do Baixo Vouga

Autor: Ricardo Nogueira Souto
Nº de Páginas: 147
Minerva Central, 1937

* Angeja, Vila do Baixo Vouga

Autor: António Homem de Albuquerque Pinho
Nº de Páginas: 168
edição CMAV, 1997

* Auranca e a Vila da Branca: perspectivas

Autor: Nélia Maria Martins de Almeida Oliveira
Nº de Páginas: 196
Edição CMAV, 1997

* Valmaior - Ao Longo dos Séculos

Autor: Delfim Bismarck Ferreira
Nº de Páginas: 358
Edição Junta de Freguesia de Valmaior, 2005

Pontes de São João de Loure (1896-2006)

Autor: Delfim Bismarck Ferreira
Nº de Páginas: 48
EP - Estradas de Portugal, 2006

Documentos Históricos

* Carta de Foral da Vila de Frossos

Autor: António Tavares Simões Capão
Edição Paisagem, 1984

* Carta de Couto de Osseloa - 1117

Autor: Maria Alegria F. Marques
Nº de Páginas: 54
Edição Reviver/CMAV, 2005

* Foral de Angeja - 1514

Transcrição: Maria Alegria Marques
Nº de Páginas: 136
Edição CMAV, 2005
Foral de Paus - 1516
Transcrição: Maria Alegria Marques
Nº de Páginas: 86
Edição Reviver/CMAV, 2006

Património

* Casa e Capela de Santo António em Albergaria-a-Velha (Século XVIII)

Autor: Delfim Bismarck Ferreira
Nº de Páginas: 556
edição Univ. Moderna, 1999

* Cine-Teatro Alba - 50 anos

Autor: Nélia Maria Martins Almeida Oliveira
Nº de Páginas: 61
Edição CMAV, 2000

* Moinhos do Concelho de Albergaria-a-Velha

Autores: Armando Carvalho Ferreira /Delfim Bismarck Ferreira
Nº de Páginas: 510
Edição A.C.Ferreira, 2003

Outros

* Angeja : Apodos e Alcunhas

Autor: António José Souto Marques
Nº de Páginas: 35
Edição Junta de Freguesia de Angeja, 1991

* Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha

Autor: António Homem de Albuquerque Pinho
Nº de Páginas: 58
edição CMAV, 1994

* Albergaria-a-Velha: Imagens do Passado

Autor: Delfim Bismarck Ferreira
Nº de Páginas: 88
edição Leo Clube de Albergaria-a-Velha, 1994

* (Memórias de Albergaria-a-Velha) 1 - A Reacção ao Ultimato Inglês
Autor: António Homem de Albuquerque Pinho
Nº de Páginas: 54
Edição CMAV, 1999

* Associação dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha : subsídios para a sua história
Autor: Delfim Bismarck Ferreira
Nº de Páginas: 2005
2000

Fonte: Wikipedia

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Brasão de Frossos

Orago - São Paio Área - 7,95 Km2

Armas - Escudo de vermelho, um pelourinho de prata entre uma cruz da Ordem de Malta do mesmo, à dextra uma fonte heráldica de prata e azul, à sinistra; em chefe, livro aberto de prata, carregado de uma pena de azul, posta em barra; campanha diminuta ondeada de prata e azul. Coroa mural de prata de quatro torres.

Listel branco, com a legenda a negro em maiúsculas : “ FROSSOS – ALBERGARIA-A-VELHA “.

Bandeira - Esquartelada de branco e azul, cordões e borlas de prata e azul. Haste e Lança de ouro

Publicada no Diário da República, III Série de 29/10/1997


A pena sobre o livro simboliza S. Paio - ou S. Plágio, conforme lhe chamam noutros locais - Tal como se vê na Igreja da freguesia, como seu padroeiro e protector.

Frossos mereceu um foral de El-Rei D. Manuel I dado em 1514 por ter sido sede de um concelho medieval. Ainda hoje é uma freguesia com sede em Vila.

Este Rei, além de beneficiar a Vila de Frossos com o Foral a que nos referimos, merece um especial carinho da sua população, pois promoveu como nunca o seu desenvolvimento, com a criação de um Julgado e de um Concelho, extintos em 1838.

Assim, as Armas Reais de Portugal gravadas no seu Pelourinho o atestam.

A cruz de Malta é uma homenagem à Ordem de Malta, de que a freguesia era foreira, encontrando-se ainda nos limites do seu território marcos de pedra com aquela cruz gravada.

A arruela de água representa a Laguna (pateira), devidamente preservada na freguesia, e onde abunda a flora e a fauna no seu estado natural.

O contrachefe significa o Rio Vouga que é limite da freguesia a poente

Fonte: net

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Auranca e a Vila da Branca


A lenda que se conta na tradição oral é de que em tempos, a freguesia da Branca era uma quinta, sob a posse de uma senhora de nome D. Branca. Tendo um dia aforado as terras, chamando pessoas, feitores, e trabalhadores que cultivavam a quinta, sob a condição de que o seu nome seria dado à terra.

No entanto, historiadores, filósofos e Padres que escreveram acerca do assunto, defendem que Auranca (ou Auranka) é de origem latina, mas de influência bárbara. Auranka deriva de Aureus, Aurum, que provém das minas do Palhal que têm a sua origem na Idade do Ferro. Já o sufixo Anka, de origem Celta, dando assim origem à palavra Auranka.

O termo Branca, derivou portanto da palavra Auranka, que significa terra rica em metais e foi sobrevivendo até ao português arcaico. Com o evoluir da língua, a palavra foi evoluindo até à sua forma actual. No português arcaico, a letra "u" equivalia ao "v". Quando se deu a implantação do "v" na língua portuguesa, a sua implantação no norte e algumas regiões do centro mais a norte de Portugal foi muito difícil, transformando-se assim o som do "v" em "b", como aliás, ainda permanece como sotaque nesta região do país. Portanto, em vez de Avranca, as pessoas liam e diziam Abranca. Finalmente, e com o decorrer do tempo, a palavra foi evoluindo de Abranca até ao Branca de hoje.

Em 1997 foi publicado o livro “Auranca e a Vila da Branca – Perspectivas”, da autoria de Nélia Maria Martins de Almeida Oliveira (Nº de Páginas: 196, Edição CMAV).

Fonte: Wikipedia


Sinopse:

Trabalho de investigação e identificação documental sobre a Vila da Branca, da qual a historiografia local é quase inexistente. A obra reflecte a singularidade dos factos, a primazia dos acontecimentos e também dos costumes e atitudes mentais do grupo social a apresenta a Freguesia da Branca nas várias perspectivas: Geográfica, Histórica, Social, Artística, Cultural e Económica.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Branca

Branca é a maior freguesia do concelho de Albergaria-a-Velha, com 30,22 km² de área e 5 500 habitantes (2001). Densidade: 182,0 hab/km².

A origem desta povoação é anterior à data da nacionalidade, porquanto a existência de dois castros dentro dos seus actuais limites territoriais assim o prova. São eles o do monte de S. Julião, a cujas vertentes se encontra encostada, e o de Cristelo, na parte mais ocidental, onde foram em tempos descobertos diversos vestígios de construções e utensílios da época romana. Da importância dessas antigas civilizações no crescimento desta terra saliente-se a existência da via militar romana que a atravessava, cujas lajes eram ainda visíveis não há muitos anos nos sítios da Estrada das Lajinhas.

Mais tarde, quando já existia o Reino de Portugal, e foram criados os primeiros municípios, Auranca (actual Branca) pertencia ao concelho de Pinheiro da Bemposta, mas aquando da reforma territorial do século XIX, na qual foram extintos e criados concelhos, a freguesia da Branca passou do extinto concelho de Pinheiro da Bemposta, para o recém criado concelho de Albergaria-a-Velha onde se manteve até à actualidade. Esta transição deu-se a 24 de Outubro de 1855.

A Branca tem por padroeiro São Vicente e a Igreja Matriz, construída nos finais do séc. XVII, tem a particularidade de possuir a torre na parte posterior, por trás do Altar-Mor.

É dotada, no seu interior de rica talha dourada executada no antigo arsenal da marinha.

A Branca foi elevada a Vila em 30 de Junho de 1989.

Património Histórico

Igreja Matriz
Capela Nossa Senhora das Dores
Capela Nossa Senhora da Piedade
Capela Nossa Senhora da Aflição
Capela Nossa Senhora dos Aflitos
Capela de São Marcos
Capela Nossa Senhora do Bonsucesso
Capela Nossa Senhora da Boa Hora
Capela de Santa Ana
Capela Nossa Senhora das Febres
Capela de São Julião
Capela de Santa Luzia
Capela Nossa Senhora dos Milagres
Castro e Talegre do Monte de São Gião
Vista panorâmica do Cabeço do Jardim
Miradouro da Volta do Cilindro

Outros vestígios do passado

Estrada real em Casaldima
Calçada romana na Barroca
Estátua do padre Conde junto à igreja matriz
Ruínas de Cristelo
Chaminé da cerâmica na Estrada

Infra-estruturas sócio-culturais e desportivas

Centro Cultural da Branca (CCB)
Pavilhão Gimnodesportivo da Branca
Piscinas Municipais da Branca
Estádio Municipal da Branca
Dois campos de Futebol de Salão

Associações

Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca (ARMAB)
Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Deficiente Mental
Branca Activa
Centro Social e Paroquial de São Vicente da Branca
Grupo Desportivo de Soutelo
Jobra – Associação de Jovens da Branca
Probranca

Fonte: Wikipedia (adaptado), www.jobra.pt

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Foto: Casa antiga da Branca

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Brasão de São João de Loure



Orago - São João Baptista

Armas - Escudo de ouro, círculo vermelho carregado de um cordeiro de prata segurando um lábaro do mesmo com uma cruz de vermelho, acompanhado em orla por oito espigas de milho vermelho, folhadas de verde, ponta ondeada de azul e prata de cinco tiras. Coroa mural de prata de três torres.

Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas : “ S. JOÃO DE LOURE “.

Bandeira - De azul, cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança de ouro.

* cordeiro; milho

Publicada no Diário da República, III Série de 04/07/1997

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Portfolio LARUS

Na (boa) tradição das Fábricas ALBA, os produtos da LARUS, sob administração do Eng. Pedro Martins Pereira, estão igualmente localizados por todo o país:

Sinalética e Design Urbano - Parque das Nações (Expo '98, Lisboa)

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Banco Parque Cidade do Porto

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Banco (em Lisboa)



Disuasores

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Pilaretes

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Fonte: www.larus.pt

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Prémio Design para LARUS

A Larus – Design Urbano, localizada em Albergaria-a-Velha, recebeu recentemente uma menção honrosa na primeira edição do Concurso Design Management Europe Award – 2007. O concurso visa reconhecer o valor de uma boa implementação do design nas empresas e a notoriedade comercial que advém da sua gestão.

A organização esteve a cargo do Design Zentrum Nordrhein Westfalen (Alemanha) e 19 parceiros de 14 países europeus, onde Portugal foi representado pelo Centro Português de Design. A menção honrosa da Larus – Design Urbano foi conseguida num universo de muitas dezenas de empresas finalistas de 21 países europeus. A cerimónia de entrega de prémios decorreu no dia 22 de Novembro no Red Dot Design Museum na cidade de Essen, Alemanha.

Fonte: www.jornalbeiravouga.com

Outros Prémios:

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Ribeira de Fráguas


Ribeira de Fráguas é uma das freguesias do concelho de Albergaria-a-Velha, com 25,77 km² de área.

Fazem parte desta freguesia os lugares de: Alto dos Barreiros, Busturenga, Carvalhal (apenas a parte a Este do Rio Caima), Gavião, Palhal (apenas a parte a Este do Rio Caima), Ribeira de Fráguas, Telhadela, Vale e Vilarinho S. Roque.

O topónimo Fráguas refere-se a fornos ou fornalhas onde eram separados o minério da escória. Os primeiros documentos que se referem a esta freguesia datam dos finais do século XI, surgindo tanto Fráguas (Frauegas) como Telhadela.

Ribeira de Fráguas pertenceu ao concelho de Pinheiro da Bemposta, extinto em 24 de Outubro de 1855, passando então a integrar o concelho de Albergaria-a-Velha.

A exploração mineira é ancestral na freguesia, tendo sido no século XIX que ela se intensificou, designadamente as minas do Coval da Mó e Volta de Telhadela, nas quais se extraía cobre e chumbo. Em 1744, os ingleses descobriram as minas do Palhal.

A tradição conta que continham vestígios de indústria metalúrgica, do tempo dos Mouros. Em 1796, foram abandonadas devido a uma cheia do rio Caima. Em meados do séc. XIX foram exploradas pela Companhia Lusitana de Mineração, produzindo cobre, galena de chumbo, blenda, níquel, cobalto e alguma prata.

Em termos de património natural, trata-se de um local de beleza contagiante, donde ressaltam os seus vales cultivados sobre um fundo verde, fruto das vastas áreas florestais.

Fonte: wikipedia (adaptado)