terça-feira, 29 de abril de 2008

Banda Recreativa União Pinheirense


A Banda Recreativa União Pinheirense , com sede no lugar de Pinheiro, freguesia de S. João de Loure, foi fundada em 1948, sendo a Banda de Música mais jovem do Concelho de Albergaria-a-Velha.

Por volta de 1940/42 (em plena Segunda Guerra Mundial), o Maestro Joaquim Marques Baeta residente no lugar de Pinheiro, freguesia de S. João de Loure, pretendeu que os ensaios regulares da “Velha União” se realizassem em Pinheiro. Isto gerou tão grande discórdia que houve uma cisão no grupo, surgindo assim uma nova associação musical (1948), a Banda Recreativa e Cultural União Pinheirense, que ainda se mantém em actividade.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Banda Velha União Sanjoanense


A Banda Velha União Sanjoanense é uma das mais antigas filarmónicas do país, tendo sido fundada a 1 de Janeiro de 1826 por António José de Andrade, que terá sido o seu primeiro regente, e pelos padres Alexandre da Silva e Joaquim Dias, com a designação de “Filarmónica de S. João de Loure”.

Tudo começou nos festejos de S. Silvestre, junto à ermida com o mesmo nome e que também dá nome ao local onde está situada – Cabeço de S. Silvestre em S. João de Loure. Por esta altura, actuava apenas em festejos de índole religiosa pelo que o seu repertório se cingia a música sacra e pouco mais. Actuavam também em “cavalinho” ao que hoje chamamos “charangada”. Em 1908 devido a políticas da época (estava-se no fim da Monarquia e advento da República e as lutas conhecidas não deixaram de se traduzir na vida da colectividade), esta Filarmónica deu origem à “Banda Nova”, que poucos anos durou. A “Velha União” (assim passou a designar-se) sobreviveu e rejuvenesceu.

Em 1930, a Banda ganhou o I Prémio no Certame Nacional de Filarmónicas em Sernada do Vouga tocando primorosamente “El Barbero de Sevilha” de Rossini, em 1930.

Por volta de 1940/42 verificou-se uma discórdia que motivou uma cisão no grupo, tendo surgindo a Banda Recreativa e Cultural União Pinheirense.

No ano de 1995, a “Velha União” recebeu a medalha de Mérito Municipal.

Fonte: página oficial


 Foto: Rogério Policarpo (em grupo do Facebook "Amo a minha terra"

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Postais de Albergaria-a-Velha (II)

Os livros "Albergaria-a-Velha: Imagens do Passado" (Delfim Bismarck Ferreira) e “Albergaria-a-Velha – Oito Séculos do Passado ao Futuro” (António Homem de Albuquerque Pinho), apresentam diversos postais antigos. Exemplos:

Quinta da Fonte (Campinho)


Largo da República (Rua do Hospital)


Praça Ferreira Tavares e Avenida da Liberdade (Avenida Napoleão Luiz Ferreira Leão)


Paços do Concelho e Cadeia (Rua Castro Matoso)

terça-feira, 22 de abril de 2008

Postais de Albergaria-a-Velha (I)

Na página espanhola de leilões www.delcampe.net poderão ser adquiridos postais com motivos alusivos ao concelho de Albergaria-a-Velha:

Nossa Senhora do Socorro (Cruzeiro e Romaria)





Quinta do Torreão



Rua de Santo António

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Brasão da Freguesia de Ribeira de Fráguas



Orago - Santiago Área - 26 Km2

Armas - Escudo de verde, uma banda ondeada de prata e azul de cinco tiras, acompanhada à dextra de uma espiga de milho, folhada e, à sinistra, um pinheiro arrancado, tudo de ouro. Coroa mural de prata de três torres.

Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas : “ RIBEIRA DE FRÁGUAS “.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Brasão do Município


Orago - Santa Cruz

Armas - Escudo de ouro, com uma cruz de azul. Orla de negro carregada de oito rosas de ouro folhadas de verde e abotoadas de vermelho. Coroa mural de quatro torres de prata. Listel branco com a legenda de negro : " VILA DE ALBERGARIA-A-VELHA "

Cruz de azul - Símbolo do espírito cristão, da representação das armas de D. Teresa e o antigo nome de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, a Rainha D. Teresa mandou criar a "albergaria", "servindo de exemplo à protecção aos pobres, aos doentes e aos desprotegidos da sorte".

Orla de negro - Representada de negro por ser deste esmalte que, em heráldica, se representa a honestidade e a terra.

Oito rosas de ouro - Representam a caridade, a generosidade, a esmola que se dá aos pobres, foi escolhido o ouro para as rosas porque este material significa nobreza, constância e liberalidade.

Escudo de ouro - Por ser este o material mais nobre.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Brasão da Freguesia de Albergaria-a-Velha


Brasão: escudo de ouro, cruz firmada de azul, carregada de uma rosa de prata, botoada de vermelho e apontada de verde. Coroa mural de três torres de prata.

Armas - Escudo de ouro, cruz firmada de azul, carregada de uma rosa de prata botoada a vermelho e apontada de verde. Coroa mural de prata de três torres.

Listel branco com a legenda a negro em maiúsculas : “ FREGUESIA DE ALBERGARIA-A–VELHA “.

Bandeira - De azul, cordões e borlas de ouro e azul. Haste e lança de ouro.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Festa de Teatro


Entre os dias 12 e 23 de Abril, o Cine-Teatro Alba, a Igreja Paroquial de Albergaria e o Centro Cultural da Branca recebem a Festa do Teatro. São oito peças diferentes que pretendem conquistar um público variado. Uma organização da Câmara Municipal de Albergaria.

No dia 12 de Abril, sábado, pelas 21:30 horas, o Cine-Teatro Alba recebe “As obras completas de William Shakespeare em 97 minutos”, pelo Grupo de Teatro do Chiado (entrada com bilheteira).

No dia 16, quarta-feira, pelas 21:30 horas, o “Café Valentin”, pela Companhia de Teatro do Jogo AlbergAR-TE entra em cena no Centro Cultural da Branca.

No dia 18, o público escolar poderá assistir ao "Auto da Barca do Inferno", de Gil Vicente, e "Falar Verdade a Mentir", de Almeida Garret, pela Companhia de Teatro "O Sonho".

No mesmo dia, o Grupo Recreativo e Cultural de Telhadela actua no Cine-Teatro Alba com a peça "Amor Cão".

No dia 19, a Igreja Paroquial de Albergaria assinala a comemoração do IV Centenário do nascimento do Padre António Vieira, com a peça “Vieira a voz invisível”, pelo Há Cultura.

No dia 20, domingo, o Grupo de Teatro "A Bateira" leva à cena "Hiroshima Meu Amor" da escritora francesa Marguerite Duras.

No dia 23, o público escolar poderá assistir a "Deixemos o Sexo em Paz" um monólogo interpretado pela actriz Maria Paulos.

Fonte: Fernanda Ferreira / Beira Vouga (adaptado)

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Os primórdios do Teatro em Albergaria-a-Velha


A primeira notícia documental de uma manifestação dramática em Albergaria data de 1869. Foi adaptado um prédio fronteiro à Casa de Santo Antonio e aí se realizaram várias récitas de amadores locais. (...)

Passados 15 anos surge uma nova tentativa, muito mais consistente, para se erguer um teatro. (...) Também desta reunião nada resultou. (...)

Entretanto [já no início do séc. XX], começara a funcionar um arremedo de edifício teatral, adaptado em uma casa ao cimo da Rua de Santo António. E, também aparece o "Grupo dos Modestos" que realiza récitas notáveis com peças do reportório dos teatros lisboetas, nacional e Ginásio. (...)

Finalmente, já no início dos anos vinte do século que há pouco acabou, o reorganizado "Grupo dos Modestos" impulsionado pelo seu presidente, o Dr. Albuquerque, consegue fazer erguer um grande edifício, com uma bela e imponente fachada "Arte Nova", da autoria do consagrado arquitecto aveirense Silva Rocha.

Abriu pela primeira vez ao público, com uma récita de "Os Modestos", no Carnaval de 1924, inacabado interiormente como sempre ficou. Mesmo assim foi pólo de cultura e divertimento, durante duas décadas, na arte dramática, no cinema e em festas, entre as quais as do renomado Carnaval Albergariense.

Ainda na década de vinte, surgiu um grupo de teatro dos mais jovens, dissidentes; de "Os Modestos", auto-denominados “Ala Nova", os quais organizaram poucos espectáculos com as mesmas características dos anteriores. (...)

Os anos trinta vão, porém, ser animados por vários grupos teatrais, alguns deles originados na classe popular da vila (...) Não passa de um final honorifico para uma morte anunciada pela 2ª Guerra Mundial.

Fonte: Fonte: António Homem de Albuquerque Pinho, “Albergaria-a-Velha – Oito Séculos do Passado ao Futuro”

quarta-feira, 9 de abril de 2008

José Luís Ferreira Tavares, Comendador (1821-1877)


Era natural de Albergaria-a-Velha e pertencia à ilustre e muito antiga “Família dos Luizes”, assim chamada porque no nome de baptismo de todos os homens figurava o nome Luís em segundo lugar.

Tendo-se dedicado à carreira comercial fixou-se, ainda novo, em Lisboa e veio a fazer sociedade com o também albergariense, João Pereira Negrão.

Senhor de uma vasta afortuna, regressou a Albergaria em 1862 e construiu um palacete para sua moradia que ainda existe no actual Largo do Conselheiro Sousa e Melo.

Associado a seu irmão Manuel Luís, o Alferes da Fonte, montou uma indústria de serração (...) Fundou também e pôs em laboração a Fábrica de Papel de Vale Maior, em 1872 (...)

Em 1866 foi eleito vereador da Câmara Municipal e, em 1868, presidente, cargo que ocupou, sucessivamente reeleito, até 1874. A sua acção foi notável pois conseguiu imprimir à vida camária uma dinâmica até aí inusitada, de modo a transformar a triste e mísera povoação numa vila de aspecto aprazível, o que contribuiu para a manutenção do Concelho. Apoiou e fez avançar rapidamente a concepção do Eng. Brito Rebelo que criou um novo e amplo espaço urbano para o Centro de Albergaria-a-Velha, em cujo topo poente de uma ampla praça sobressaem os Paços do Concelho, cuja construção iniciou, mas foi abandonada quando deixou a Câmara, em 1874. Dela irradiavam quatro novas ruas, como outras não existiam na época, se exceptuarmos a estrada real Coimbra-Porto.

Deu começo à rede de estradas do Concelho para cuja execução e viabilidade organizou o imposto de trabalho que converteu numa fundamental fonte de receita para a execução da rede viária.
(...)
Pela sua obra foi agraciado pelo Governo com a Comenda da Ordem Militar de Cristo.

Faleceu em 1877, com 56 anos, mas deixou o seu nome para sempre ligado à viragem da estagnada povoação, para a modernidade que, com a sua visão arrojada, iniciou.

Fonte: António Homem de Albuquerque Pinho, “Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha”

terça-feira, 8 de abril de 2008

Francisco Luiz Ferreira Tavares - Barão do Cruzeiro (1852-1912)


Nasceu em 29 de Fevereiro de 1852 na “Casa da Fonte” em Albergaria-a-Velha, filho dos 6ºs Senhores da “Casa da Fonte” Alferes Manuel Luiz Ferreira Tavares Pereira da Silva e de D. Jacinta Clara de Jesus Ferreira Pires (...)

Abastado proprietário, foi residir para Mogofores, onde desempenhou relevantes serviços, entre eles, como Presidente da Junta de Paróquia, promoveu a reparação e embelezamento da Igreja local.

Foi ainda, Presidente da Câmara Municipal de Anadia, de 1893 a 1899 e de 1901 a 1904, onde desenvolveu também um papel notável no desenvolvimento daquele concelho, que o levou a ser agraciado pelo rei D. Luís com o título de Barão do Cruzeiro por carta régia de 25 de Outubro de 1875.

Faleceu na sua “Quinta do Cruzeiro” em Mogofores, em 13 de Setembro de 1912, deixando dois filhos: Manuel e António Luiz Ferreira Tavares.

Fonte: Delfim Bismarck, Forum Marforum

Rosa Joaquina Lebre de Sousa e Vasconcelos

O Barão do Cruzeiro era bisavô do cançonetista e compositor José Cid. E é numa quinta de Mogofores (Anadia) deixada por seu bisavô que José Cid vive.


De seu nome completo, José Albano Cid de Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de Fevereiro de 1942), é um dos mais importantes cantores e compositores portugueses da 2ª metade do século XX, tendo integrado grupos como o Quarteto 1111 e Green Windows.

Uma das suas composições mais conhecidas, "Ontem, hoje e amanhã", recebeu um dos prémios de "composição notável" no Festival Yamaha de Tóquio, em 1975.

Em 1978 lançou o álbum "10.000 anos depois entre Vénus e Marte", um marco na história do rock progressivo, que vem a obter mais tarde reconhecimento a nível internacional.

Com a canção "Um grande, grande amor", venceu o Festival RTP da Canção (1980), tendo alcançado um honroso 7ª lugar no Eurofestival, com 80 pontos, entre 19 concorrentes.

Em 2006 actuou pela primeira vez em Albergaria-a-Velha coincidindo com o seu reconhecimento por uma nova geração de melómanos.

José Cid assume-se como monárquico e anarquista.

Fonte: Wikipedia (adaptado)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Companhia de Papel do Prado

Na página da internet de leilões todocoleccion (Espanha) poderão ser adquiridos postais alusivos à Companhia de Papel do Prado de Valmaior:

Panorâmica (I)


Panorâmica (II)


Entrada da fábrica


Pátio da Entrada


Pátio Interior


Salão dos Desfibradores e Mós


Salão dos Cilindros


Semi-fixa