quinta-feira, 31 de julho de 2008

Clube de Albergaria

O Clube de Albergaria é a mais antiga associação da vila de Albergaria-a-Velha e um dos mais antigos clubes do país.

Ao longo de mais de 125 anos de vida, a associação possuiu diversas designações: Club Albergariense, Club D`Albergaria, Grémio Albergariense, Grémio Recreativo Albergariense e, finalmente, Clube de Albergaria.

Fundação

Tem sido considerada a data de fundação do Clube de Albergaria o dia 11 de Agosto de 1890, mas esse dia apenas corresponde à data da primeira acta do Grémio Albergariense. Através de diversos jornais mais remotos e de outras fontes documentais, estamos hoje habilitados a afirmar que o `Club Albergariense` foi fundado em 13 de Outubro de 1882.

Entre os seus fundadores contavam-se ilustres albergarienses: Patrício Theodoro Alvares Ferreira, Jose Luiz Ferreira, Joaquim A. de Novaes, o Prior José Simões Chuva e Ernesto Levy Maria Corrêa.

Em Assembleia Geral de 11 de Agosto de 1890, reuniu pela primeira vez o Grémio Albergariense. Nessa reunião, aprovaram a mudança de sede (para a Avenida da Liberdade - hoje Napoleão Luiz Ferreira Leão), a aquisição de alguns objectos e o aumento das `(...) mensalidades e jogos de bilhar e de vaza. (...)`.

Fusões e alterações de denominação

Em Fevereiro de 1939, ocorreu a fusão entre o `Grémio Albergariense` e o `Ténis Clube de Albergaria`, daí resultando o `Grémio Recreativo Albergariense`.

É nesta época que o Grémio se torna também uma associação de caracter desportivo, pois até então detinha um pendor eminentemente cultural, recreativo e social. Estas vertentes acabariam, com o passar dos anos, por se inverter completamente.

O referido Grémio teve, em 11 de Junho de 1939, uma Assembleia Geral com o objectivo de alterar o seu nome de `Grémio Recreativo Albergariense` para `Clube de Albergaria`.

Principais feitos

Ao longo da sua história, o Clube desenvolveu uma acção muito meritória, sendo de realçar os campeonatos de Ténis na década de 40, o Ténis de Mesa das décadas de 60 e 70, as duas organizações da Expo-Clube (durante anos, o maior evento realizado em Albergaria-a-Velha), o Andebol, o Ténis na década de 80 e, mais recentemente pelo Futebol Feminino (várias épocas na primeira divisão Nacional, sendo uma referência no panorama Português com várias atletas a representar as selecções) e pelo BTT que conquistou uma medalha de bronze e a medalha de prata no Campeonato Nacional e ainda a representação de um atleta deste Clube na selecção de Portugal no Campeonato da Europa, em 2000 na Holanda e 2001 na Alemanha.

O Clube de Albergaria sempre foi muito ecléctico, tendo-se dedicado igualmente às actividades de Aeromodelismo, Automobilismo, Badminton, Bilhar, Caça e Pesca, Ciclismo, Futebol de Salão, Ginástica, Motorismo, Pesca Desportiva e Tiro.

Sede

Após estar sedeado cerca de um século na Avenida Napoleão Luiz Ferreira Leão, o Clube de Albergaria inaugurou em 6 de Abril de 2001, novas instalações na Avenida 25 de Abril, junto aos Courts de Ténis, para onde transferiu a sua sede.

Actuais modalidades

Actualmente, esta centenária colectividade possibilita a prática desportiva e cultural a centenas de praticantes, de todas as idades, nas seguintes modalidades:

Andebol, Badminton, Ballet, BTT, Campismo e Caravanismo, Dança Clássica, Futebol Feminino, Futsal, Lutas de Defesa Pessoal, Ténis, etc.

Medalha de Mérito Municipal

O Clube de Albergaria é a mais antiga e ecléctica associação desportiva do concelho de Albergaria-a-Velha e, como tal, viu já reconhecido o seu serviço à comunidade ao ser-lhe atribuída, em Junho de 1995, a Medalha de Mérito Municipal (grau prata) pela Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha presidida pelo Dr. Rui Marques.

Fonte: Clube de Albergaria (adaptado)

segunda-feira, 28 de julho de 2008

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Bernardino Máximo de Albuquerque (1839-1923)


Embora não tenha nascido em Albergaria-a-Velha (mas sim em Silva Escura, Sever de Vouga), Bernardino Máximo de Albuquerque deixou a sua marca no Concelho, tendo sido autarca durante quase 3 décadas.

Foi em 1874, após casamento com Luísa Delfina Correia Teles, que Bernardino Máximo de Albuquerque veio morar para Albergaria-a-Velha, tendo-se fixado na Casa-Solar da rua de Cima, pertencente à família e que ainda hoje ostenta o seu brasão.

Em 1874, inicia o seu longo caminho de autarca. Em 1875, foi eleito, pela primeira vez Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, tendo sido, sucessivamente reeleito e ocupado o cargo até 1893.

Abandonou o cargo devido à imposição de uma nova lei que impedia reeleições, mas, sendo essa lei revogada, voltou a ser reeleito ininterruptamente até deixar o cargo em Outubro de 1910, com a Implantação da República.

Durante estes anos que ocupou o cargo de Presidente da Câmara, foi percursor de variadíssimas melhorias no concelho, tendo mandado calcetar dezenas de ruas e estradas, lançado pontes, pontões, aquedutos e contribuído para a criação de uma rede de estradas, ligando todas as freguesias entre si e à sede do Concelho.

A soberba obra dos Paços de Concelho e Tribunal, começada por Ferreira Tavares, foi por Bernardino de Albuquerque e dr. Nogueira e Melo levada a cabo.

Durante mais de 28 anos, Bernardino Máximo de Albuquerque foi Presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha por vontade expressa e constante dos eleitores. O Povo não esqueceu os seus feitos e, hoje, o seu nome denomina a avenida que liga o Largo da Estação a Assilhó.

Fontes: "Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha", António Homem de Albuquerque Pinho; Ricardo Nogueira Souto, "Angeja e a Região do Baixo Vouga" (1937)

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Chão Nosso


O grupo "Chão Nosso" foi formado na vila da Branca em Outubro de 2000, e assume-se como um projecto pop que pretende "dar a conhecer ao mundo, o gosto de fazer música em português".

Começaram por fazer versões de temas conhecidos, tendo apostado, desde 2001, em originais, sendo "Fugir do Chão" o seu primeiro tema.

Gravaram em 2004 uma maqueta com 5 temas originais ["Gravidade", "Última Ciência", "Não vou fugir do Chão", "Estares Aqui", "Radio Sintonia"].

Alguns destaques

* Participaram em diversos festivais: Canção-Vida (Ílhavo), Colinas Bar (Branca), "Viver a Vida sem Drogas" (Albergaria-a-Velha), Copu Bar (Lourosa)

* Vencedores do Concurso Canção de Abril, com uma versão de "Canto Moço" de José Afonso (Arena Bar)

* Participação em programas de TV: XPTO (NTV), Praça da Alegria (RTP)

Fontes: Myspace, Palco Principal


Temas como "Demora", "Contos de Fadas" e "Depois do Fim" poderão ser ouvidos no Myspace ou aqui.

Actuais membros da Banda:

* Ana Lea [voz]
* Bruno Moreira [Flauta Transversal]
* Henrique Tavares [Trompete]
* Paula Gomes [teclado]
* Pedro Teixeira [Guitarra Eléctrica]
* Filipe Nadais [Baixo Eléctrico]
* João Martins [Bateria]

Ana Lea Silva, residente em Aveiro, alcançou recentemente o segundo lugar na primeira edição do Concurso/Curso "À procura de uma Estrela", organizado pelo Conservatório de Música da JOBRA (CMJ).

Actualmente estão em sexto lugar no concurso "Rock Rendez Worten" (iniciativa da Worten inspirada no mítico Rock Rendez Vous dos anos 80), tendo sido referenciados na publicidade ao evento na revista Blitz de Junho de 2008.

Curiosidade: "Chão Nosso" é o nome do primeiro álbum dos Trovante

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Fátima Santos

Fátima Santos nasceu em Carvalhal, Ribeira de Fáguas, tendo emigrado para os Estados Unidos da América em 1985, residindo actualmente em Bloomfield, Nova Jérsia (costa leste dos EUA).

Começou por cantar na igreja local. Influenciada pelo estilo operático da canção de Coimbra e por artistas consagrados como José Afonso, Luis Goes e Fernando Rolim, decidiu dedicar-se a esse estilo de música, tradicionalmente masculino, e a outras formas de música portuguesa.

Fátima Santos lançou em 2003 o seu álbum de estreia, "Nostalgia", tendo participado igualmente no disco "Coimbra Fado" do grupo conimbrincense Aeminium.

Encontra-se agora a gravar dois discos: "Coimbra", um roteiro musical pelos diversos tipos de canção de Coimbra, e “Nitidez do Comum”, com originais de José Luis Iglésias.


Presença assídua no Sport Club Português (Newark), Fátima tem realizado diversos espectáculos na área de Newark, nomeadamente:

* "O Andarilho das Bruxas - A Tribute to Jose Afonso"
* "Entre Noitada e Noitarte", uma noite de Fado e Arte
* "Foi Pelo Sonho Que Fomos", uma peça de Augusto Amador e Proverbo
* "All That Fado"
* "Rural and Urban Songs from Portugal"

Em Portugal já realizou espectáculos em Águeda (Dorfeu), Coimbra (FNAC), Porto de Mós, Albergaria-a-Velha, entre outros.

Fátima Santos prossegue igualmente os seus estudos de “bel canto” com a prestigiada soprano russa Irina Rindzuneré, sendo membro da New Jersey Association of Verismo Opera (North Bergen, NJ). Fátima participou nas óperas “La Traviata” (Verdi), “I Pagliacci” (Leoncavallo), “Cavalleria Rusticana” (Mascagni) e “The Merry Widow” (Lehar).

Fontes: Fátima Santos / site oficial

quarta-feira, 16 de julho de 2008

"O Vouga em Angeja" de José Malhoa (1855-1933)

O famoso pintor José Malhoa (1855-1933) viajou pela zona de Aveiro e do Rio Vouga, durante o ano de 1883, onde pintou diversos quadros a óleo, na companhia de Manuel Henrique Pinto.

“O Cojo em Aveiro”, “A Ria de Aveiro”, “O Vouga próximo a Angeja” (150 x 270) e “O Vouga em Angeja” (440 x 640) são alguns desses quadros.

"O Vouga em Angeja" (1883)


No catálogo da "3ª exposição de quadros modernos" do "Grupo do Leão", em 1883, consta um trabalho de José Malhoa, com a seguinte descrição:

34 - O Vouga em Angeja
440 x 640
67:500 réis

Nuno Saldanha refere, no livro "José Malhoa - Tradição e Modernidade", que a recepção crítica dessas obras não foi muito favorável.

Livro "José Malhoa - Tradição e Modernidade" de Nuno Saldanha

"(…) resulta de uma viagem pela zona de Aveiro e do Rio Vouga, onde Malhoa esteve a pintar na companhia do seu colega e amigo Manuel Henrique Pinto, numa das muitas jornadas que encetou no inicio da sua carreira, em busca de lugares ideais para as suas paisagens. Dessa estada resultaria mais de uma dúzia de obras, que seria apresentada na 3ª exposição do Grupo do Leão (…)"


Fontes: Museu José Malhoa / Nuno Saldanha, "José Malhoa - Tradição e Modernidade" / Nuno Saldanha, "José Malhoa (1855-1933) - Catálogo Raisonné" / Tese de Nuno Saldanha

Imagem de "O Vouga em Angeja" gentilmente cedida por Manuel de Bragança (editora Scribe)

Opinião Crítica de Silva Porto (em Tese de Nuno Saldanha)

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Casa da Alameda


Adega (antes da remodelação)

Numerosas dezenas de gigantescas pipas afiladas ao longo da sala, enorme, inebriam o ambiente. Antigos candelabros de ferro, várias garrafas que, pelo pó que acumulam, se percebe serem autênticas relíquias e os desenhos formados pela típica calçada portuguesa que forra o chão completam o cenário. (...)

Rusticidade presente nos mais ínfimos pormenores, como por exemplo a forma de servir o vinho: proveniente da região de Setúbal, este "néctar dos deuses" é servido directamente da pipa "comme il faut". A ementa é composta por pratos típicos da região, como os famosos e saborosíssimos rojões, e a dimensão das doses impressionam. As meias doses equivalem, por exemplo, a cerca de dose e meia no comum dos restaurantes. Graças a tudo isto, a Casa da Alameda promete encher as medidas ao mais exigente "gourmet".

Fonte: Netparque (17/10/2001)

Restaurante (início século XX)

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Vasco Vidal (1911-1980)



Vasco Vidal, filho do arquitecto Viriato da Silva Vidal, nasceu em 22 de Maio de 1911 em Albergaria-a-Velha, tendo-se notabilizado a nível nacional como jornalista e homem de letras. Foi igualmente poeta, ilustrador e caricaturista.

Em Albergaria-a-Velha foi professor no colégio de Santa Cruz e Director artístico da revista “Vouga”, publicada em 1931. Depois de ter frequentado a Escola Superior de Belas-Artes do Porto, estabelece-se em Angola. Primeiro como professor e depois como funcionário da secção técnica dos caminhos de ferro de Benguela.

Fez parte da comissão artística da Exposição Provincial de Benguela realizada em 21-09-1935, em Nova Lisboa.

Regressado à Metrópole, fixou-se em Lisboa, e mais tarde em Sintra, como professor e jornalista. Foi redactor do ”Primeiro de Janeiro” e chefe da redacção das revistas ”Afinidades” e ”O Globo”. Colaborou com diversas publicações quer nacionais (”Norte Desportivo”, ”Sol”, ”Século Ilustrado”, ”Eva”, ”Gazeta Literária”, ...) quer locais (”Brisa”, ”Beira Vouga”). Fundou o jornal “Notícias de Sintra”, que suportou durante cerca de três anos.


Publicou em 1954 o livro "Charlie Chaplin, o artista e a sua obra" pela editora Contraponto, do seu amigo Luiz Pacheco.

Foi professor na Escola Académica de Sintra e, em 1977, colaborou com a Comissão Municipal de Turismo de Sintra em trabalhos relativos ao Palácio Nacional da Pena e Palácio Nacional de Sintra.

Faleceu em 19 de Junho de 1980 em Sintra, tendo sido homenageado pelo município de Sintra que atribuiu o seu nome a uma das ruas do concelho.

Fontes: Jornal de Albergaria (24-07-2001) / Correio de Albergaria (06-11-2013) / Blog "Transatlântico-viajante"

Nota de Saudade

Dir-se-à que mal demos pela sua ausência visto que não vivia cá. Um Albergariense faz sempre falta viva onde viver. E, sobretudo, se é, como era, Vasco Vidal, um Jornalista e Homem de Letras. A prova de que não o esquecemos, é que deixamos aqui, esta nota de saudade.

Arauto de Osseloa, 01/06/1982

quarta-feira, 9 de julho de 2008

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Pateira de Frossos


A Pateira de Frossos é um espelho de água que se forma nos terrenos baixos do Vouga e que esconde imensos encantos.

Entra-se por caminhos de terra batida, atravessando as pastagens verdejantes, que acompanham o rio até à foz. Durante o percurso é possível observar algumas aves, tais como cegonhas ou garças, que por aí vagueiam, bem como vacas e cavalos que, ora se alimentam, ora repousam ao sol. É um local muito agradável para piqueniques e para jogos, como o futebol ou o jogo da malha...

E há mesmo quem leve a toalha de praia e o guarda-sol e passe a tarde longe da confusão!

Fonte: Cãmara Municipal

A Pateira de Frossos, zona palustre de antigos arrozais, constitui um complexo mosaico agrícola e apresenta uma comunidade florística e animal extremamente diversificada que se reflecte no elevado número de espécies de Passeriformes e pequenos mamíferos que utilizam sobretudo as sebes.

As condições naturais permitiram a fixação de espécies diversificadas, merecendo destaque uma vasta colónia de cegonhas (Ciconia ciconia).

Fonte: Turismo do Centro 


quarta-feira, 2 de julho de 2008

José Bastos, Guarda Redes de Futebol

José Bastos nasceu em Alquerubim em 17 de Outubro de 1929, tendo-se notabilizado como um dos mais importantes guarda-redes portugueses da década de 50.

Ainda jovem foi lançado por Cândido Tavares como titular do Sport Lisboa e Benfica.

Entrou no Benfica numa época dourada. Que o foi também pelo seu inestimável contributo. A Taça Latina passava a ser objecto de culto na sala de troféus do clube. Foi em 49/50. Era o primeiro grande titulo internacional. Com Jacinto e Fernandes; Moreira, Félix e José da Costa; Corona, Arsénio, Julinho, Rogério e Rosário.

Intocável no seu posto, assim percorreu os quatro anos seguintes. Com três Taças de Portugal. Académica (5-1), Sporting (5-4) e FC Porto (5-0).

Já o Campeonato, esse, foi-se escapando. Por algum motivo, ainda na actualidade, badalados são os méritos dos Cinco Violinos do Sporting. “O Zé era um guarda-redes muito calmo, nada o perturbava, nada lhe causava intimidação; sem grande elasticidade, era sóbrio, abominava dar espectáculo, fazer defesas para a fotografia; não me lembro de ter sofrido um golo após ressalto, ele adivinhava a trajectória da bola”, no raio x do jornalista Alfredo Farinha.

Nas épocas de 54/55 e 55/56, perdeu a titularidade para o novo recruta Costa Pereira. No biénio imediato, a sub-rogação, outra vez primeiro foi. As hostes benfiquistas dividiam-se. Para uns, Bastos; para outros, Costa Pereira. Ganharia a juventude à experiência. Assim aconteceu no termo da década de 50, vivia-se o limiar das subjugantes exposições internacionais do Benfica.

José Bastos ainda hoje integra a meia centena de jogadores mais utilizados na vida do clube. Aproximou-se dos 200 jogos oficiais, com saldo de três Campeonatos, cinco Taças de Portugal e uma Taça Latina. E aquele pequeno-grande detalhe, da humildade. Que mais valorizava o aprumo e a categoria com que subiu a escadaria principal de acesso ao salão nobre das glórias benfiquista.

Benfica: 48/49 - 59/60 (11 épocas, 196 jogos)
Atlético: 60/61
Beira-Mar: 61/62 (*)

(*) Bastos foi o guarda-redes titular da primeira equipa do Beira-Mar na 1ªa Divisão

Fonte: Memorial Benfica, 100 Glórias (adaptado), Cromo dos Cromos, Ser Benfiquista

1949-50


1956-57