quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Silvino Vidal (1850-1937)

João Silvino Vidal foi um poeta, novelista e teatrólogo luso-brasileiro que nasceu em Albergaria-a-Velha em 22 de Março de 1850.

Em 1865, após o falecimento da sua mãe, foi viver, com o Pai e a irmã, para Porto Alegre, no Brasil.

O seu primeiro poema conhecido foi publicado no jornal Álbum Semanal, dessa cidade, em 1872. Em 1874, editou, juntamente com Damasceno Vieira e Múcio Teixeira, o jornal O Mosquito que duraria pouco tempo.

Foi membro bastante activo do "Partenon Literário" em cuja revista publicou três contos e diversos poemas. Também pertenceu à Sociedade Ensaios Literários, em cujas revistas publicou diversos textos em prosa e poesia entre os anos de 1874 e 1877.

Mudou-se depois para Rio Grande, onde colaborou em jornais como Diabrete, Eco do Sul e Diário de Rio Grande. Publicou de seguida os livros "Margaridas" (prosa, 1880) e "Aquarelas" (poesia, 1885). Colaborou também na Revista Literária, de Porto Alegre entre os anos de 1881 e 1882.

Morreu em Pelotas, Brasil, em 4 de Julho de 1937.

Os seus dados biograficos constam da "Enciclopédia de literatura brasileira".

Obras

Margarida (1880) - Prosa
Aquarelas (1885) - Poesia
Dutra & Cia. - teatro

Artigos [Revista do Partenon Literário]

- Prosa

A possessa (conto, nº 1, 1869)
Página Intima (conto, nº 11, 1874)
Que destino! (romancete ultra-romântico, nº 4-5, 1876)
C... (conto, nº 8, 1877)

- Poesia

A douda (nº 4, 1874)
O Suicida (nº 6, 1874)
Isolamento (nº 12, 1874)
Impressões (nº 5, 1875)
Enfim (nº 10, 1875)
Êxtase (nº 12, 1875)
Nênia à memória de Adelina Teixeira (nº 5, 1876)

Outros Artigos

Lágrimas Sobre o Túmulo (Eco do sul, 22/09/1876)
Cena de Familia (Eco do Sul, 24/10/80)

Curiosidades

Também assinava usando as suas iniciais S. V. O autor aparece várias vezes referenciado como João Gualberto que era o nome do seu pai.

Em 2003, Artur Emilio Alarcon Vaz apresentou a comunicação "Silvino Vidal: um português na Revista do Partenon Literário."

Fontes: wikipedia, Eco do Sul / Delfim Bismarck (Jornal de Albergaria)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

João Eduardo Nogueira e Melo (1844-1915)

Nasceu em Alquerubim em 1844. Seu pai era de uma família de proprietários e lavradores ricos e sua mãe era de uma destacada família de Angeja.

Habituado desde muito novo à vida do campo e dela conhecedor, foi, no entanto, por determinação paterna, fazer o Curso de Direito na Universidade de Coimbra, o qual concluiu em 1870.

Regressado à sua terra, de início repartiu a sua actividade entre a agricultura e a advocacia onde depressa veio a criar nome pela sua argúcia e saber.

Atraído para a política pelas amizades que foi criando em Aveiro, veio a ser nomeado Admnistrador do Concelho de Albergaria-a-Velha e, pouco tempo depois, concorreu à Câmara, tendo vencido as eleições. Foi Presidente entre o começo de 1893 e finais de 1895, mostrando sempre grande empenhamento na continuidade das obras em curso, como a dos Paços do Concelho e a das vias de comunicação.

Contribuiu igualmente para dotar a freguesia de Alquerubim de uma boa rede de estradas bem como para pacificar as provocações alarmadas com as constantes provocações, desacatos e violências do chamado Rei de Paus.

Fez dividir os baldios paroquiais em lotes, distribuindo-os para aforamentos e aproveitando o produto do seu rendimento para melhoramentos locais.

Por força das excelentes relações políticas foi eleito Procurador à Junta Geral do Distrito, na qual se manteve largos anos, batendo-se por maiores benefícios para a Região do Baixo Vouga. (...)

Faleceu em Outubro de 1915, na sua casa de Alquerubim, depois de longa e penosa doença.

Fonte: António Homem de Albuquerque Pinho, “Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha” (adaptado)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

ARMAB - Associação Recrativa e Musical Amigos da Branca


Fundada a 3 de Março de 1940, a ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca nasceu à sombra da igreja, para solenizar as cerimónias litúrgicas e animar as festas religiosas.


Após o seu ressurgimento em 1976, sobretudo pela iniciativa de Gualdino Silva, foi fomentada a aposta na formação através de uma Escola de música própria.


Actualmente, sob a direcção artística do Maestro Paulo Martins, a banda direccionou-se, na última década, para novos públicos e para uma nova forma de trabalho, mais profissional, conseguindo atingir um nível artístico pouco comum no nosso país.

Constituída por 85 elementos, a Banda prepara anualmente 3 temporadas – Natal/Ano Novo, Primavera e Verão – com repertório específico para concerto em sala, concerto ao ar livre e festas populares.


Durante muitos anos, a Associação utilizou as instalações da antiga Escola Primária das Laginhas, dispondo actualmente das instalações funcionais e modernas do Centro Cultural da Branca, nomeadamente de uma sala de ensaio geral que é uma das salas de maior dimensão do Centro Cultural.

Fonte: Armab (adaptado)

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Centro Cultural da Branca

O Centro Cultural da Branca (CCB) foi inaugurado em 29 de Abril de 2006. Com um investimento superior a 2 milhões de euros, o novo espaço vem ao encontro das expectativas dos munícipes, de colectividades e associações, em particular da Jobra e da Associação Recreativa e Musical “Amigos da Branca” (ARMAB).

Para além de um auditório com 180 lugares, uma biblioteca e um bar, possui quatro tipos de salas, com características e funcionalidades bem distintas.

Cinco salas administrativas, nove salas de aulas (de média dimensão, equipadas com quadros de ardósia e materiais de apoio, onde terão lugar aulas teóricas de música); 12 salas de instrumentos individuais (estes espaços têm um tamanho mais reduzido e possuem isolamento acústico, de forma a permitir a prática musical de forma recolhida e concentrada); uma sala de ensaio geral (exceptuando o auditório, é a maior sala do Centro Cultural, sendo utilizada para os ensaios da Banda da ARMAB).

Fonte: net

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Conservatório de Música da Jobra (CMJ)


O Conservatório de Música da Jobra (CMJ) foi criado no dia 3 de Outubro de 1986 como Escola Particular de Ensino Livre (...) No dia 3 de Agosto de 1994, o CMJ foi reconhecido como Escola de Ensino Oficial Artístico, tendo, numa primeira fase, ministrado os cursos básicos de Piano e Viola Dedilhada e, posteriormente, alargado o seu âmbito aos cursos de Flauta Transversal, Clarinete, Violino, Saxofone, Flauta de Bisel, Trompete e Percussão.

Atendendo às provas de qualidade, organização e dinamismo demonstradas, foi-lhe atribuída a autorização definitiva de funcionamento em 20 de Julho de 1999 pela Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), tendo a sua acção sido altamente valorizada pela inauguração do Centro Cultural da Branca em 29 de Abril de 2006.

No ano lectivo 2006/2007, o Conservatório abriu o curso básico oficial da Dança, reconhecido pela DREC, sendo a única escola a ministrar este curso no distrito de Aveiro, transformando-se numa verdadeira escola artística. Paralelamente, começou a ministrar o Curso Livre de Danças de Salão.

Continuando o seu desenvolvimento natural, no ano lectivo de 2007/2008, abriu diversos cursos em regime livre (Pintura, Teatro e Hip Hop) e criando também uma disciplina chamada Garage Band. Por outro lado, o curso de Música foi estruturado de forma a estar presente em todas as etapas da vida dos jovens (dos três meses de idade até à entrada para o ensino superior), com a criação da disciplina Música para Bebés e da Pré-iniciação.

No ano lectivo de 2008/2009, o CMJ apresenta várias novidades, com especial destaque para a abertura de dois Cursos Profissionais, de Nível III (10º, 11º e 12º ano): Instrumentista de Sopros e Percussão e Artes do Espectáculo - Interpretação, homologados pela DREC e com a possibilidade de encaminhar os alunos para o Ensino Superior.

Paralelamente, dá-se a abertura do Curso de Música Pop Rock e Jazz, um projecto inédito a nível nacional, e que apresenta como principais objectivos a promoção da formação artística, a dinamização da vida artística da região e o acesso ao ensino superior, na área do Jazz, no Porto, Lisboa e Évora.

Fonte: net (adaptado)

Videos: JobraCanal, Promocional

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Marquesado de Angeja


Marqueses de Angeja

Marquês de Angeja é um título nobiliárquico criado por D. João V de Portugal, por carta de 21 de Janeiro de 1714, a favor de D. Pedro António de Menezes Noronha de Albuquerque, 2º conde e 13º Senhor de Vila Verde. Era filho de D. António de Noronha, 1º conde e 12º Senhor de Vila Verde.

Opinião de António Homem Albuquerque Pinho

A História de Angeja não carece de figuras que não foram suas, mas se apropriaram de seu nome, nem necessita de criar mitos e repeti-los como verdades, nem de se lamentar com a interrupção do marquesado de Angeja de 1827 a 1870 como justificação relevante na supressão do concelho da Villa de Angeja porque lhe faltaram protectores, como se o seu caminhar dependesse de cunhas e favores e não dos factores sócioeconómicos que contribuíram para as mudanças no século XIX.

(...) para mim as melhores páginas da história de Angeja foram escritas pelo seu povo, ao longo dos séculos (...)

O denominado pomposamente palácio não era mais do que residência do procurador, celeiro e adega.

[O procurador recebia os rendimentos que eram resultado da benesse régia]

Fontes: António Homem Albuquerque Pinho, “Angeja - Vila do Baixo Vouga” (1997); Angeja.no.sapo, wikipedia

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

José Mourisca, Conselheiro (1872-1945)


Era natural de Albergaria-a-Velha onde nasceu em 1872 oriundo de uma família numerosa dedicada à vida comercial. Fez o liceu em Aveiro e concluiu o curso de Direito em Coimbra, em 1895.

Seguiu a carreira da Magistratura, apenas interrompida durante o período da República em que foi eleito deputado pelo Distrito de Aveiro, em 1921.

Regressado à carreira jurídica, prosseguiu-a com brilho, tendo sido Desambargador e depois Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça.

Dedicado à Jurisprudência, publicou numerosos artigos em revistas da especialidade, até que passou a dirigir a prestigiada “Revista da Justiça”, à frente da qual se manteve durante onze anos. Publicou, ainda, várias obras de foro jurídico, destacando-se um “Código do Processo Penal Anotado”, em 4 volumes.

Já no final da carreira comprou o “chalé” no Largo da Estação, desta vila, onde vinha com a família passar algumas temporadas e conviver com os amigos da juventude.

Foi sempre um republicado liberal, consevando os seus ideais democráticos com discernimento e coerência, pois era dotado de “uma dignidade sólida e de uma rectidão indefectível” (in “Revista da Justiça”, 10.10.1945).

Faleceu em Lisboa, em Setembro de 1945, e o seu funeral fez-se para o cemitério de Albergaria por sua deliberação expressa.

Fonte: António Homem de Albuquerque Pinho, “Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha”

O seu filho Carlos Mourisca foi um famoso advogado, tendo participado no célebre processo Herança Sommer.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Alexandre de Sousa Melo, Conselheiro (1847-1926)

Era natural de Paus, freguesia de Alquerubim, onde nasceu em 1847, no seio de uma família que teve longa influência na região. Fez o curso de Direito na Universidade de Coimbra e seguiu a carreira da magistratura.

Em 1881 foi promovido a Juíz e, após ter desempenhado com relevo esse cargo em várias comarcas, foi promovido a Desambargador e colocado na Relação do Porto, em 1905.

Conservando a sua residência no palecete que fora do Comendador Ferreira Tavares, aqui vinha não só passar férias, mas em visitas frequentes pelo que pertencia a todos os organismos associativos locais e tomava parte em todas as tertúlias albergarienses que animava com a sua cultura assim como nos carnavais em que, no início do século, desfilava com a família no seu automóvel engalanado, objecto raro na época.

Em 1912 foi promovido a Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, tendo sido o primeiro albergariense a alcançar o posto mais alto da magistratura.

Aposentado cinco anos mais tarde, fixou-se definitivamente no seu palacete, no Largo que hoje tem o seu nome. Colaborou com alguma frequência nos semanários locais “Correio d’ Albergaria” e “Jornal de Albergaria”, sobretudo em artigos de interesse local.

Faleceu em Agosto de 1926.

Fonte: António Homem de Albuquerque Pinho, “Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha”

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Apresentação de dois novos livros

"A Terra de Vouga nos séculos IX a XIV - Território e Nobreza"

O livro "A Terra de Vouga nos séculos IX a XIV - Território e Nobreza", da autoria de Delfim Bismarck Ferreira, com edição da ADERAV, será apresentado no dia 11 de Dezembro, pelas 18.30, no auditório da antiga Capitania de Aveiro.

O livro conta com uma Apresentação da autoria de José Mattoso e um Prefácio de Leontina Ventura.

A Terra de Vouga corresponde aos actuais concelhos de Águeda, Anadia, Aveiro, Ílhavo, Oliveira do Bairro e Vagos, bem como parte dos de Albergaria-a-Velha, Mealhada e Sever do Vouga. Partindo de um território individualizado na documentação medieval, a terra de Vouga, o autor procurou caracterizar e compreender este espaço e o protagonismo da nobreza nele inserida, desde meados do século IX até ao final do primeiro quartel do século XIV, termo do reinado de D. Dinis

Fonte: Novos-Arruamentos, Geneall

Moinhos do Distrito de Aveiro

A cerimónia de lançamento do livro “Moinhos do Distrito de Aveiro”, da autoria de Armando Carvalho Ferreira, está marcada para 13 de Dezembro (16h), na Sala dos Actos Académicos (Edifício da Reitoria da Universidade de Aveiro).

Resultado de um trabalho de recolha e investigação ao longo de vários anos, a obra pretende dar a conhecer o valioso património molinológico da região, a grande maioria dele desconhecido ou esquecido.

O autor é natural de Albergaria-a-Velha, membro da TIMS (Sociedade Internacional de Molinologia), membro e colaborador da Rede Portuguesa de Moinhos e sócio da ADERAV (Associação para o Estudo e Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro). Participou nas escavações arqueológicas efectuadas nas Mamoas do Taco, em Albergaria-a-Velha e em Cristelo, na Branca, ambas na década de 80.

Fonte: Região de Águeda

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Clube Desportivo de Campinho


O Clube Desportivo de Campinho foi fundado em 24 de Março de 1981 no popular bairro de Albergaria-a-Velha, por nomes como Augusto Pinto da Silva ou António Bastos Marques.

Na presidência estiveram nomes como Eduardo Gonçalves ou o actual Presidente da Direcção, Eugénio Gonçalves Daniel.

A sede social foi erguida num espaço totalmente degradado onde antes funcionou o quartel dos bombeiros de Albergaria-a-Velha, na rua Eng. Duarte Pacheco. O prédio cedido pela Câmara Municipal foi recuperado, ao longo de 3 anos, por duas direcções, tendo a sede sido inaugurada em fins de 1993.

Ao longo da sua história tem promovido modalidades tão diversas como o Atletismo, o Basquetebol, o Futebol de Cinco, a Natação, o Campismo, o Karaté e o Culturismo. Em 1994 o grupo tinha 1300 sócios e era a colectividade desportiva concelhia com maior número de associados.

Promove anualmente uma Excursão à torreira e o Grande Prémio de Atletismo de larga tradição na região.

Fonte: CDC; Mário Martins (foto)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Manuel Luiz Ferreira Tavares (1815-1889)



Manuel Luiz Ferreira Tavares Pereira da Silva, conhecido como “Alferes da Fonte” nasceu em 20 de Janeiro de 1815, pertencendo à ilustre e muito antiga “Família dos Luizes”.

Filho do Capitão Miguel Luiz Ferreira Tavares Pereira da Silva, casou com Dª. Jacinta Clara de Jesus Ferreira Pires, filha dos 3ºs senhores da “Casa do Matinho” João Marques Pires e de D. Maria Clara Ferreira.

Associado a seu irmão José Luiz Ferreira Tavares, foi um dos primeiros industriais de Abergaria e talvez do distrito, fundando uma indústria de serração (conhecida por "a máquina" devido a possuírem uma máquina de injecção, situando-se entre o lugar da Semouqueira e a Estrada Real Lisboa-Porto, próximo do Taco, actual Zona Industrial de Albergaria-a-Velha ) e, em 1872, a Fábrica de Papel de Vale Maior

Assim, principalmente nos anos de 1878 a 1880, a “Ferreira & Companhia” tornou-se numa das empresas com maior volume de negócios do país, e o Alferes Manuel no maior industrial do Distrito de Aveiro do seu tempo.

Herdou a "Casa da Fonte", em Albergaria-a-Velha, onde viveu e faleceu em 1 de Julho de 1889, deixando uma vasta e ilustre prole.

Era pai de Francisco Luíz Ferreira Tavares, Barão do Cruzeiro, e José Luíz Ferreira Rodrigues, Visconde dos Lagos.

Fontes: adaptado de Albuquerque Pinho,“Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha” e Delfim Bismarck, Revista Patrimónios nº 4 Maio 2004

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Jobra - Associação de Jovens da Branca


A JOBRA (acrónimo de Jovens da Branca) surgiu, em Dezembro de 1969, no, então, lugar da Branca, na sequência da dissolução da JAC - Juventude Agrária Católica, tendo como princípios base a ocupação dos tempos livres dos jovens mediante a promoção de actividades de índole socio-cultural, recreativa e desportiva.

Desde a sua constituição, os associados da JOBRA orientaram-se sob valores católicos, tendo sempre obtido a colaboração dos párocos da Branca. No entanto, em 1982, a JOBRA decidiu libertar-se da "tutela" da Igreja, tendo então sido formalizada a sua constituição enquanto Associação.

A constituição da Associação coincidiu com a criação de um grupo Coral, sob a égide do Maestro Manuel Pinto, tendo sido, posteriormente, alargado o seu âmbito de actuação mediante a criação das secções de Teatro e Danças. Estas três secções motivaram a realização de espectáculos culturais, entre 1976 e 1988, tendo por atracção o Professor Marcos do Vale, famoso hipnotizador da região, que sempre colaborou graciosamente com a JOBRA.


A criação da Escola de Música, actual Conservatório de Música da Jobra, foi outro dos momentos importantes da sua história, contribuindo para a formação cultural e musical dos jovens da Branca e freguesias limítrofes.


A JOBRA obteve igualmente uma grande expansão das actividades desportivas, com ênfase para o Badminton, com vários campeões regionais e o Futebol de Salão, ambas já desactivadas, e o Atletismo, com atletas de renome como Marina Bastos, Ricardo Barbosa e, mais recentemente, Joana Nunes.


Apenas em 1987, a JOBRA teve acesso a um recinto desportivo polivalente, o que possibilitou a criação das secções de Voleibol, já suspensa, e Andebol [entretanto desactivada], que tem obtido um assinalável sucesso. No entanto, o facto do recinto ser descoberto motivava a necessidade de recorrer ao Pavilhão da Escola Secundária de Albergaria-a-Velha para aí realizar, durante a época de Inverno, os treinos e jogos das equipas de Andebol.


Mais recentemente, a inauguração do Pavilhão da Branca e do Centro Cultural da Branca foram fundamentais para a consolidação das actividades promovidas pelas associações da Branca, nomeadamente da Jobra.

Mais informações

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008