sexta-feira, 29 de maio de 2009

Esquema de Azenhas da Ribeira de Fontão

No dia 21 de Maio de 2009 foi assinado o protocolo de cedência de um importante documento histórico ao Arquivo Municipal.

João Agostinho Pereira, Presidente da Câmara Municipal, recebeu das mãos de Joaquim de Jesus Almeida, descendente de moleiros e um apaixonado pela Molinologia, um esquema detalhado das azenhas da Ribeira de Fontão, presumivelmente, do início do século XX. Neste documento, fica-se com a percepção da localização dos engenhos, suas características, havendo também a indicação dos respectivos moleiros e proprietários.

De acordo com o protocolo assinado, o “Esquema de Azenhas da Ribeira de Fontão” é cedido ao Arquivo Municipal durante 10 anos, automaticamente renováveis por períodos de igual duração. Durante este tempo, o documento será alvo de um processo de tratamento e preservação, podendo o Arquivo proceder à sua difusão pelos meios que considerar pertinentes.

Com a assinatura deste protocolo, o acervo documental do Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha fica mais rico e dá-se mais um passo na preservação da nossa memória colectiva.

Fonte: CMAV

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Francisco Pires de Miranda Ferreira da Silva (1890-1957)

Francisco Pires de Miranda Ferreira da Silva foi baptizado, em 8 de Julho de 1890, em Albergaria-a-Velha (...)

Casou, em 20 de Abril de 1927, em Albergaria-a-Velha, com D. Alice Lidington da Silva, natural de Recife, estado de Pernambuco (...)

Francisco foi proprietário e comerciante, possuindo uma casa de comércio no rés-do-chão da sua habitação, no Largo do Chafariz (actual Largo 1º de Dezembro).

Em 24 de Março de 1913, foi sócio fundador da Associação de Socorros Mútuos "A Operaria Albergariense", de que foi membro do Conselho Fiscal.

Foi Secretário da Irmandade de Nossa Senhora do Socorro (1915/16) e Juiz da mesma Irmandade em (1925/26).

A nível autárquico, viria a ocupar os mais destacados cargos do concelho:

Vogal da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha de 7 de Janeiro de 1930 a 19 de Agosto do mesmo ano, sob a presidência de Jerónimo Gonçalves da Costa;

Por alvará do Governador Civil de Aveiro, foi nomeado em 13 de Agosto de 1931, Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, onde tomou posse em 19 do mesmo mês e se manteve até 9 de Agosto de 1932;

Foi Vogal da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha , presidida pelo Dr. Bernardino Corrêa Telles D’Araújo e Albuquerque, desde 1 de Maio de 1934, acumulando com o cargo de Administrador do Concelho de Albergaria-a-Velha que detinha desde 1933, até à extinção deste cargo, permanecendo como Vogal até 29 de Janeiro de 1946;

E ainda, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha desde Agosto de 1950, até 3 de Janeiro de 1957, tendo assumido a presidência por diversas vezes, em substituição do Presidente Augusto Martins Pereira.

Foi um dos membros de uma comissão criada em 1933 para reorganizar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha, conjuntamente com Dr. Bernardino Correia Teles de Araújo e Albuquerque e Dr. Hernâni Ferreira de Miranda.

Faleceu em 25 de Março de 1957 em Albergaria-a-Velha.

Fonte: Delfim Bismarck Ferreira

segunda-feira, 25 de maio de 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Automóvel ALBA em Albergaria-a-Velha

O automóvel ALBA, que actualmente está no Museu do Caramulo, irá participar, na manhã do próximo dia 23 de Maio, em mais uma edição do Rali da Automobilia, organização conjunta do Clube Aveirense de Automóveis Antigos e Classic Clube de Portugal, em colaboração com a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha.



Foto: Orlando Patrício / Portal dos Clássicos

Alba em destaque na revista "Motor Clássico" e brevemente em livro da autoria do historiador José Barros Rodrigues



Contributo do historiador José Barros Rodrigues (fonte: Portal dos clássicos)

São apenas três: o OT-10-54 que foi desenvolvido ao longo de 1952, pintado em amarelo claro; o TN-10-82, que surgiu em 1953, também pintado em amarelo claro; e, finalmente, o último Alba – exclusivamente desenvolvido por Francisco Corte Real Pereira – com a matrícula LA-11-18 e que foi construído em 1955, com uma carroçaria vermelha.

O motor 1500 Alba nunca correu em circuitos, pelo que é falso que tenha participado na Boavista ou em Vila Real. O motor 1500 que aparece nas listas de inscritos da Boavista em 1955, nos treinos da Boavista em 1956 (onde o Alba de Corte Real teve um aparatoso acidente) ou em Vila Real, em 1958 é o «seis cilindros» de origem Alfa Romeo. O motor Alba 1500 era um projecto fantástico mas nunca teve oportunidade (sobretudo financiamento) para ser desenvolvido – tinha, por exemplo, problemas de lubrificação (...)

Há casos em que não há possibilidade de determinar com rigor o motor utilizado por cada um dos Alba nas diferentes provas mas em conversa quer com o António Augusto Martins Pereira quer com a família de Corte Real Pereira é possível estabelecer alguns princípios de utilização: o Alba 1500 foi sempre utilizado por AAMP, o motor Peugeot e o bloco Alfa Romeo foram sempre exclusivo do Francisco – há uma única excepção em que o mecânico electricista Carlos Miranda, por impossibilidade de Corte Real, utiliza o Alba LA-11-18 com o motor 6C. Os blocos Fiat/Simca (1089, 1099 e 1360) foram utilizados pelos dois em várias provas e pelos outros pilotos dos Alba, a saber: Elísio de Melo, Noémio Capela, Baltazar Vilarinho, Castro Lima, Manuel Nunes dos Santos e Alves Barbosa.

Do recenseamento que eu efectuei durante a pesquisa para o livro, os Albas inscreveram-se em 38 provas, participaram em 37 e obtiveram 43 resultados desportivos, entre os quais se contabilizam dez vitórias (à classe e absolutas). A mais extraordinária vitória foi, sem dúvida, a da I Taça Cidade do Porto, que teve efectivamente repercussão nacional, mas a vitória no Rali Vinho do Porto em 1955 é um marco no automobilismo nacional por ter sido a primeira obtida por um automóvel com um motor de concepção nacional. Há apenas uma única prova, a II Volta ao Minho, disputada em Setembro de 1955 em que a equipa Alba contou com a participação de três veículos para Corte Real Pereira, Martins Pereira e Baltazar Vilarinho.

Quanto aos gansos, eles terão sido desenhados por um amigo do Ângelo Costa – que teve algum protagonismo a nível do desenvolvimento dos motores – e Martins Pereira, que gostou do viu, adoptou-os no seu automóvel.

Dos três Albas que foram construídos, dois (o OT-10-54 e o TN-10-82) foram desenvolvidos pela dupla Martins Pereira/Corte Real Pereira em colaboração com o Ângelo Costa. O terceiro Alba (LA-11-18) foi feito por iniciativa do Corte Real, tendo o António Augusto colaborado pouco neste modelo.

A partir de 1955, o CRP participa em diversas provas apenas com o LA. Antes, entre 1952 e finais de 1954, o CRP faz provas apenas no OT. Em geral, até 1955, sempre que AAMP participava usava o OT e o Corte Real não corria. Em 52, 53 e 54 CRP apenas fez provas de circuito para a Alba e sempre usando o OT: Vila do Conde por duas vezes em 52; Boavista e Monsanto, em 53; Boavista e Monsanto em 54. Ou seja, até 1958, CRP nunca fez qualquer prova no segundo Alba, o TN – ou, melhor dizendo, eu não conheço nenhuma prova em que CRP tenha usado o TN, até 1958.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Invasões Francesas ... 200 anos depois

No dia em que se assinalaram os 200 anos do Combate de Albergaria (10 de Maio), acção militar que pôs fim à ocupação francesa na região, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha apresentou a sua mais recente edição, da autoria dos historiadores Delfim Bismarck Ferreira e Rafael Marques Vigário.

“O Combate de Albergaria – A Região de Albergaria-a-Velha e Estarreja durante a Invasão Francesa de 1809” é uma obra que retrata um período conturbado da nossa História, considerado mesmo “a pior catástrofe registada no Concelho”.

No Salão Nobre dos Paços do Município, e perante uma plateia onde constavam descendentes das vítimas do famoso combate, Rafael Marques Vigário descreveu a grande tensão que se vivia na época, que começou ainda em 1808, com pequenas sublevações populares, que foram, sempre, duramente reprimidas pelas tropas francesas, comandadas pelo General Franceschi.

A defesa da Linha do Vouga era considerada de enorme importância, na medida em que se garantia, assim, a ocupação do Porto, que tinha sido tomada pelo Marechal Soult. O romper da resistência francesa no Vouga permitiria um avanço mais seguro sobre a Cidade Invicta e, então, o General Wellesley irrompeu por Albergaria-a-Velha adentro, obrigando ao retrocesso das tropas inimigas. Daqui até a expulsão dos franceses do País foi um pequeno passo.

Em qualquer confronto militar, há sempre vítimas a lamentar e, do Concelho, morreram 67 pessoas às mãos dos invasores. Delfim Bismarck explicou que a maioria das vítimas foram do sexo masculino e tinham mais de 60 anos, o que se explica pelo facto dos mais velhos serem os últimos a ficar nas suas terras após a debandada das populações.

Após a tradicional sessão de autógrafos, rumou-se à rotunda junto à entrada de acesso a Vale Maior, onde está agora localizado o “Memorial às Vítimas das Invasões Francesas em 1809”. A arquitecta Ana Maio explicou a ideia por trás da sua escultura de metal, onde constam os nomes daqueles que foram mortos, e definiu o projecto como um jogo dinâmico de Luz e Sombras, Sol e Escuridão, Vida e Luta.

Fonte: CMAV

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Plaggio lançam EP de estreia (15 de Abril de 2009)


Os Plaggio surgiram nos finais de 2005 com vontade de criar um rock alternativo sedento nas novas tendências de modulação algures no universo Rock e Electrónica, vingando-se numa lírica intensa, por vezes intimista, em português obviamente.

Todos os membros da banda deambulam pela Invicta embora cada qual venha de locais distintos como: Vila Real, Guarda, Macedo de Cavaleiros, Albergaria-a-Velha (o guitarrista David Nunes é oriundo de Valmaior) ...

Contam desde já com um currículo vasto de concertos por todo o país, dos quais se destacam a abertura da Queima das Fitas do Porto com Blasted Mechanism, Queima das fitas de Viana do Castelo com Hands on Aproach e Rock in Rio Lisboa 2008 no palco Sunset com Clã, Pato fu, Buraka Som Sistema, entre outros.

O seu Ep de estreia " Criança de Bigode" está disponível desde 15 de Abril.


Crítica ao Ep de estreia " Criança de Bigode" (A Trompa)

Impressivo; despretensioso; com emoção…

É mais ou menos assim, o recente registo dos Plaggio, banda sediada no Porto, formada em 2005. Septeto composto por Eduardo Marques (voz), Tiago Grilo (voz e cavaquinho), Orlando Neves (baixo e didjeridoo), Leandro Lopes (guitarra), David Nunes (guitarra), Nelson Silva (teclas e melódica) e João Vasco (bateria, os Plaggio têm no EP “Criança de Bigode” um prometedor cartão de visita.

Ainda perto das suas sentidas influências, o rock dos Ornatos Violeta, que em tempos, tal como eles, também deambularam pela “antiga, mui nobre, sempre leal e invicta” Cidade do Porto, a música dos Plaggio vai deixando já interessantes pistas. Outros rumos para um rock alternativo cantado em português.

Fontes: Portugal rebelde / cotonete / A Trompa (adaptado)

Link: myspace

Bento Álvares Ferreira (1817-1884)


Bento Álvares Ferreira nasceu em 27 de Março de 1817, na Rua de Cima (hoje Rua Dr. Alexandre de Albuquerque), em Albergaria-a-Velha, onde foi baptizado em 7 de Abril do mesmo ano na Igreja Paroquial de Santa Cruz, pelo Padre José Bernardino Gonçalves, tendo por padrinhos: seus primos, Patrício Theodoro Álvares de Carvalho e D. Maria Benedita Álvares Ferreira.

Era filho de Manuel Ferreira dos Santos Júnior, proprietário, e de sua mulher D. Maria Clara Álvares D’Oliveira, neto paterno de Manuel Ferreira dos Santos e de sua mulher D. Agostinha Álvares da Silva, e neto materno dos 1.ºs Senhores da “Casa do Mouro”, Francisco Dias D’Oliveira e sua mulher D. Maria Joana Álvares Ferreira.

Casou em 11 de Fevereiro de 1846, na Igreja Paroquial de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha, num acto celebrado pelo Rev. Cura António Marques de Campos, com sua prima em 3.º e 4.º grau de consanguinidade, D. Matilde Angélica Álvares de Carvalho, filha dos 3.ºs Senhores da “Casa de Santo António”, António Constantino Álvares de Lemos Tavares e Carvalho e sua mulher D. Theodora Angélica Álvares Ferreira de Carvalho.

Bento foi “Homem de vasta cultura e desempenhou papel relevante na vida local, precisamente quando o Concelho, criado em 1834, carecia de quadros habilitados para a sua organização e consolidação”.

Foi Secretário da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, de 1839 a 1842, altura em que redigiu e dispôs as primeiras “Posturas da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha”, em 1841, notável documento do municipalismo português.

Mais tarde, foi Vereador e Presidente da Câmara Municipal. Durante oito anos desempenhou o cargo de Administrador do Concelho, de 1848 a 1857, tendo sido ainda Administrador das Minas da Pena, em Valmaior, até 1862 e Juiz Ordinário do Julgado de Albergaria-a-Velha.

Em 1870, publicou na Imprensa da Universidade de Coimbra a sua obra “Biblioteca da Gente do Campo”, uma enciclopédia de cerca de 600 páginas, que ele compendiou e redigiu, e que teve grande aceitação do público, como repositório de conhecimentos e ensinamentos sobre o meio rural, que na altura era a maioria do nosso país.

Foi ainda, em 1855, um dos fundadores e animadores da Irmandade de Nossa Senhora do Socorro, confraria que ergueu a Capela da Nossa Senhora do Socorro e iniciou um culto e uma festividade marcantes na vida albergariense.
Faleceu na sua “Casa do Agro”, em 5 de Dezembro de 1884, com 77 anos, deixando três filhos: Patrício Theodoro, José Vicente e João Patrício Álvares Ferreira.

Fontes: Delfim Bismarck Ferreira / Geneall.net / António Homem de Albuquerque Pinho (“Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha”)

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Cartões de antigos jogadores do Sport Clube Alba

O site do Sport Club Alba passou a disponibilizar imagens de cartões de alguns dos antigos jogadores nos escalões de Escolas, Infantis, Iniciados, Juvenis, Júniores e Séniores, bem como de uma equipa feminina (da época de 1988-1989).

A título de curiosidade, apresentamos aqui o cartão do Dr. Delfim Bismarck aquando da sua passagem pela equipa de juvenis (época de 1986-1987):



Fonte: Alba

segunda-feira, 11 de maio de 2009

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha

O Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha foi fundado em 1 de Janeiro de 1984, por Lídia e Victor Matias.

Dois anos antes tinham começado o levantamento e recolha de modinhas, trajes e objectos, com incidência nas profissões do início do Século XX. Todos os trajes do grupo respeitam os traços históricos. Para tal muito contribuiu o grande dinamizador do folclore a nível nacional José Maria Marques.

O grupo foi alicerçado no Rancho Tricanas da Calçada, colectividade com mais de 32 anos de existência.

A primeira actuação no estrangeiro foi em Espanha. O grupo já se deslocou aos Estados Unidos, Suíça, Luxemburgo e França.

O grupo lançou um LP (disco de longa duração) em 1988 através da editora Horizonte. O rancho está federado e recebe apoios da Câmara, Junta de Freguesia e Rota da Luz.

A sede, na Rua Serpa Pinto (instalações do antigo matadouro) foi inaugurada em 18 de Agosto de 2002.

O Festival Internacional, organizado pelo grupo, no mês de Agosto, já vai na 25ª edição.

Fonte: wikipedia

História completa

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Imagens patentes na Exposição de fotografias da Feira de Março (2009)

No decurso da Feira de Março deste ano foi promovida uma exposição de fotografias antigas - patente no Átrio do Parque de Exposições de Aveiro - que contemplava duas imagens alusivas à participação das Fábricas ALBA em certames anteriores:

Ferro de Engomar Gigante


Stand ALBA


Fonte: Aveiro-Expo, E.M. - Parque de Exposições

(Colaboração: Teresa Neves)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho




O Rancho Folclórico Malmequeres de Campinho é dos mais antigos do concelho, tendo realizado o primeiro espectáculo em 3 de Maio de 1959.

Foi o vencedor, entre quatro concorrentes, do Festival Folclórico de Cesar em 1959.


Após um longo interregno retomaram a actividade em meados da década de 80.

O grupo, não federado, utiliza o traje uniforme que era habitual na época da sua constituição.

Realizam anualmente o Festival Nacional de Folclore dos Malmequeres de Campinho.

A sede fica situada na Viela da Póvoa no popular Bairro de Campinho.

Fonte: wikipedia

Fotos disponibilizadas no facebook por Eng. Duarte Machado e D. Isabel Figueiredo

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Grupo Alberplás - Líderes em soluções de embalagens


O designado ‘Grupo Alberplás’, constituído fundamentalmente pela Alberplás – Indústria de Plásticos, S.A., pela Polivouga – Indústria de Plásticos, S.A. e pela Topack – Indústria de Plásticos, S.A. (localizada em Nelas), é actualmente o líder do mercado português no subsector de filmes, mangas e embalagens flexíveis em plástico, transformando na sua globalidade mais de 95.000 toneladas de polímeros por ano.

ALBERPLÁS

A Alberplás – Indústria de Plásticos, S.A, sedeada na Zona Industrial de Albergaria-a-Velha, iniciou a sua actividade em 1992, em consequência de desejo de crescimento e opção estratégica de deslocalização do negócio até esse momento exclusivamente desenvolvido numa outra sociedade em Fataunços-Vouzela.


POLIVOUGA

Os produtos que a Polivouga fabrica e comercializa são, essencialmente, os filmes e mangas retrácteis e o filme estirável que têm como principal destino o mercado nacional português, onde, no sector da indústria, fornece os principais grupos e empresas nacionais e estrangeiras aí a operar.

Fonte: net