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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Travessia do rio (Angeja)

Um Trecho da Barca - Costumes populares


Travessia do rio


Fonte: Angeja.no.sapo

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Luís de Barros, Jornalista


Luís de Barros (Angeja, Albergaria-a-Velha, 14 de Outubro de 1941) é um jornalista português.

Frequentou a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo iniciado a actividade jornalística em 1968 no jornal A Capital.

Foi subchefe de redacção do Expresso e director do Diário de Notícias (onde teve como director-adjunto José Saramago).

Também foi chefe de redacção, de O Diário e da agência Novosti, e editor do Diário Económico.

Na década de 70 foi Presidente do Sindicato dos Jornalistas (em 1973 e 1974, após a Revolução dos Cravos) e posteriormente Subsecretário de Estado da Comunicação Social nos II e III Governos provisórios.

É casado com a famosa jornalista e escritora Maria Teresa Horta.

Fonte: wikipedia

Curiosidade


No livro "Novas cartas portuguesas" (1972) de Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa existem algumas referências ao concelho de Albergaria-a-Velha.

A aldeia do Carvalhal é situada geograficamente no distrito de Aveiro e no Concelho de Albergaria-a-Velha mas é indicada a freguesia de Oliveira de Fráguas quando na realidade deveria estar Ribeira de Fráguas.

1) Carta de Ana Maria para o marido, emigrado no Canadá, e a resposta do marido.

"Carta de um homem de nome António, emigrado no Canadá há doze anos na cidade de Kitimat, na Costa Ocidental, frente às ilhas da Rainha Carlota e perto da fronteira do Alaska, a sua mulher de nome Ana Maria, da aldeia do Carvalhal, pertencente à freguesia de Oliveira de Fráguas, do concelho de Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro."

2) (...) “redacção de uma rapariga de nome Maria Adélia nascida no Carvalhal e educada num asilo religioso em Beja”

Fonte: Novos-arruamentos

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Marquesado de Angeja


Marqueses de Angeja

Marquês de Angeja é um título nobiliárquico criado por D. João V de Portugal, por carta de 21 de Janeiro de 1714, a favor de D. Pedro António de Menezes Noronha de Albuquerque, 2º conde e 13º Senhor de Vila Verde. Era filho de D. António de Noronha, 1º conde e 12º Senhor de Vila Verde.

Opinião de António Homem Albuquerque Pinho

A História de Angeja não carece de figuras que não foram suas, mas se apropriaram de seu nome, nem necessita de criar mitos e repeti-los como verdades, nem de se lamentar com a interrupção do marquesado de Angeja de 1827 a 1870 como justificação relevante na supressão do concelho da Villa de Angeja porque lhe faltaram protectores, como se o seu caminhar dependesse de cunhas e favores e não dos factores sócioeconómicos que contribuíram para as mudanças no século XIX.

(...) para mim as melhores páginas da história de Angeja foram escritas pelo seu povo, ao longo dos séculos (...)

O denominado pomposamente palácio não era mais do que residência do procurador, celeiro e adega.

[O procurador recebia os rendimentos que eram resultado da benesse régia]

Fontes: António Homem Albuquerque Pinho, “Angeja - Vila do Baixo Vouga” (1997); Angeja.no.sapo, wikipedia

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Feira dos 26 (Angeja)

Feira mensal onde se negociava gado, louça de barro, tecidos e todos os outros bens de consumo.


Fonte: Angeja.no.sapo


 Fonte: Lavadeiras do Vouga

Curiosidade (jogo do pau):

Conta-se a história de um jogador de grande talento do Porto, chamado Carvalho, feirante de gado, que na Feira dos 26 em Angeja, perto de Aveiro, conseguiu aguentar-se sozinho contra um grupo que o atacava, até que tropeçou e caiu para o chão, e nessa altura o melhor jogador dos adversários saltou para o seu lado, pronto a defendê-lo, dizendo aos seus companheiros que quem pretendesse bater no valente caído tinha que lutar primeiro consigo.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

“Os Moinhos de Fontão” do Cine-Clube de Angeja


Carlos Silva (Portugal), co-autor e co-realizador da primeira longa-metragem da animação portuguesa, “Até ao Tecto do Mundo”, é fundador e dirigente do Cine-Clube de Angeja, desenvolvendo aí actividades cineclubista e de animação cultural.

Dirigiu a montagem de várias dezenas de curtas-metragens de ficção e animação, séries de animação e documentários, sendo o responsável por esta área no Cine-Clube de Avanca.

Carlos Silva é igualmente o autor do documentário “Os Moinhos de Fontão”, produzido pelo Cine-Clube de Angeja com o apoio do Cine-Clube de Avanca, o qual foi distinguido no Festival Cine’Eco’98, IV Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela, com uma menção honrosa.

Fontes: CineEco, Festival Avanca,

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Filarmónica Angejense


A Associação de Instrução e Recreio Angejense (AIRA) foi fundada a 13 de Setembro de 1867, sob o nome de “Philarmónica Angejense”, sendo a segunda banda mais antiga do concelho de Albergaria-a-Velha.

A escritura foi efectuada no tabelião de Sousa de Paus, lugar pertencente a Freguesia de Alquerubim, mas que naquela altura era sede de concelho de Albergaria-a-Velha.

Os instrumentos para a mesma custearam no Porto a quantia de 400 mil réis. Este dinheiro foi pedido à Caixa Económica de Aveiro, sendo seu fundador o sócio Manuel Nunes Ferreira Abreu.

Como primeiro maestro teve o Padre António Santos, desta freguesia.
Tendo sido elaborados e aprovados os seus Estatutos em 1909, a Philarmónica Angejense, passou a ser parte integrante de "Associação de Instrução e Recreio Angejense".

Com cerca de 600 associados, prossegue hoje a sua actividade, mais do que nunca virada para a Banda de Música - composta por 50 músicos de sopro e de percussão, Orquestra e Escola de Música.

Fonte: J. F. Angeja

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Deolinda Vidinha, a "Vidinha de Angeja"


Num país onde a mulher vive quase divorciada das práticas desportivas, o caso de Deolinda Vidinha é digno duma referência especial.

Grande entusiasta dos desportos, sentiu-se todavia inclinada para o ciclismo, em que se iniciou bastante nova. Fisicamente bem constituída e saudável, não lhe era difícil «galgar» quilómetros e quilómetros em andamento veloz, o que despertava a curiosidade de quantos nela atentavam.

Não surpreende, portanto, que o nome de Deolinda Vidinha passasse a andar de boca em boca de centenas de pessoas, tornando-se uma figura popular da velocipedia regional.

Esta popularidade alcançou a consagração no dia em que venceu com um «élan» impressionante a prova Costa Nova-Aveiro, em representação do Angeja S. C., depois de destroçar as pretensões de um grupo de companheiras.

Por inexistência de provas femininas, houve no entanto que dar por finda a carreira, que mal chegou a esboçar-se.

Deolinda Vidinha – a Vidinha de Angeja, como o povo a crismou – nasceu em Estarreja a 19 de Outubro de 1922.

Fonte: Almanaque de Aveiro

quarta-feira, 16 de julho de 2008

"O Vouga em Angeja" de José Malhoa (1855-1933)

O famoso pintor José Malhoa (1855-1933) viajou pela zona de Aveiro e do Rio Vouga, durante o ano de 1883, onde pintou diversos quadros a óleo, na companhia de Manuel Henrique Pinto.

“O Cojo em Aveiro”, “A Ria de Aveiro”, “O Vouga próximo a Angeja” (150 x 270) e “O Vouga em Angeja” (440 x 640) são alguns desses quadros.

"O Vouga em Angeja" (1883)


No catálogo da "3ª exposição de quadros modernos" do "Grupo do Leão", em 1883, consta um trabalho de José Malhoa, com a seguinte descrição:

34 - O Vouga em Angeja
440 x 640
67:500 réis

Nuno Saldanha refere, no livro "José Malhoa - Tradição e Modernidade", que a recepção crítica dessas obras não foi muito favorável.

Livro "José Malhoa - Tradição e Modernidade" de Nuno Saldanha

"(…) resulta de uma viagem pela zona de Aveiro e do Rio Vouga, onde Malhoa esteve a pintar na companhia do seu colega e amigo Manuel Henrique Pinto, numa das muitas jornadas que encetou no inicio da sua carreira, em busca de lugares ideais para as suas paisagens. Dessa estada resultaria mais de uma dúzia de obras, que seria apresentada na 3ª exposição do Grupo do Leão (…)"


Fontes: Museu José Malhoa / Nuno Saldanha, "José Malhoa - Tradição e Modernidade" / Nuno Saldanha, "José Malhoa (1855-1933) - Catálogo Raisonné" / Tese de Nuno Saldanha

Imagem de "O Vouga em Angeja" gentilmente cedida por Manuel de Bragança (editora Scribe)

Opinião Crítica de Silva Porto (em Tese de Nuno Saldanha)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Brasão de Angeja



Brasão: de azul, uma torre torreada de dois torreões, tudo de prata, com porta, frestas e lavrado de negro, tendo entre os dois torreões a imagem nascente de Nossa Senhora das Neves, vestida de vermelho, coroada e nimbada de ouro.

Coroa mural de quatro torres de prata.

Listel branco com a legenda a negro: «Vila de Angeja».

domingo, 8 de junho de 2008

Angeja: O meu passado, presente e futuro


Em Novembro de 2002, tive efectivo conhecimento que o trisavô Francisco Nunes de Oliveira, do meu ramo materno, havia nascido em Angeja, corria o ano 1853.

Angeja era-me completamente desconhecida e, como tal, dada a minha forma de estar perante a vida, iniciei de imediato buscas sobre a localidade. Sendo um aficionado das novas tecnologias, fui pesquisar Angeja na Internet e encontrei alguma informação, que ainda hoje guardo religiosamente. Neste meu primeiro contacto com Angeja fiquei de imediato agradado com as fotos que vi, assim como com uma frase que li: “(…) é uma das freguesias com um passado histórico muito importante (…)”. A partir daqui o meu nível de interesse sobre Angeja começou a aumentar exponencialmente. Efectivamente, a ansiedade começou, a partir daí, a tomar conta de mim.

Passados poucos dias desta pesquisa e tendo que me deslocar a Aveiro, por motivos profissionais, tive a oportunidade de visualizar uma placa indicativa na estrada que dizia em letras garrafais “Angeja”, o que consistiu noutro momento interessante nesta minha descoberta sobre a Vila, pois o caminho, de forma natural, abria-se.

Lembro-me de, nessa ocasião, ter pensado: “depois do seminário, vou a Angeja”. E assim fiz. Ao início da noite, quando voltava à Trofa, fui a Angeja e, lentamente, conduzi o carro pela rua principal, “devorando” as casas antigas, a igreja, a Praça da República, o pelourinho... Como era noite, a iluminação conferia um carácter encantador a todos estes edifícios. Lembro-me de ter pensado, “onde teriam morado os pais do trisavô?”.

Vim-me embora com uma sensação de alegria e pensei: “bem, tenho de cá voltar”. E assim fiz. No domingo seguinte, desloquei-me com amigos ao cemitério local e fui pesquisar campas onde houvesse inscrições com o nome de família “Nunes de Oliveira”. Estava um belo dia de sol, o que foi muito útil para que continuasse a ter uma boa impressão da Vila, pois as pesquisas que realizei no cemitério revelaram-se infrutíferas.
(...)
Fruto destes contactos, comecei por ser assinante do Jornal D’Angeja e, mais tarde, seu colaborador. Inicialmente, vi alguns dos meus textos publicados no Jornal e, posteriormente, fui participando activamente em várias das actividades da “Associação Os Amigos do Jornal D’Angeja”, da qual sou agora Associado.
(...)
Curiosamente, ainda não sabia que as minhas origens eram do Fontão, quando, neste Verão, fiz uma visita guiada pela freguesia e a conheci aprofundadamente, ficando na altura encantado com este lugar. Seria o sangue a chamar?

Até ver, Angeja - meus passado, presente, e, certamente, futuro - é uma terra de pessoas dinâmicas, não obstante os ventos que, por vezes, sopram menos favoráveis, e é uma terra de recantos encantadores que, melhor ou pior, têm vindo a ser alvo de requalificação.

Ao Jornal e à Associação desejo uma quadra natalícia repleta de momentos vividos em pleno, sabendo que sempre poderão contar com a minha colaboração e apoio nos projectos que estão na forja.

Fonte: Luís Moura Serra, MarForum

sexta-feira, 6 de junho de 2008

A Angeja de Paulo Tanoeiro

Paulo Tanoeiro é natural de Angeja onde reside e trabalha.

Frequentou o Curso de Artes Gráficas na Escola Artística da Árvore (Porto) entre 1991/1994, e também o curso Superior de Tecnologia e Artes Gráficas de Tomar. Tem uma licenciatura em Desenho e Artes Plásticas, feita na Escola Superior Artística do Porto (ESAP).

Obteve vários primeiros prémios nacionais. Participou em várias exposições colectivas de pintura. As suas obras estão representadas em várias colecções particulares não só em Portugal como também nos E.U.A, Venezuela, França e Colômbia.

Pelourinho


Praça de Angeja


Capela do Fontão



Fonte: blog oficial, clube de fâs

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Manuel Capela, Guarda-Redes de Futebol

Manuel Capela nasceu em Angeja em 9 de Maio de 1922, tendo sido um dos melhores guarda-redes portugueses durante a década de 40 (cinco vezes internacional pela Selecção).

Tendo iniciado a sua carreira em clubes da região (Beira Mar e Ovarense), foi no Clube Futebol "Os Belenenses" que começou por se destacar, sendo um dos baluartes na única vitória do Belenenses no campeonato da primeira divisão de 1945-46.

Capela (Guarda-redes), Vasco e Feliciano (os defesas) eram então conhecidos como as “Torres de Belém”, quer pela sua estatura (deveras impressionante a de Capela) quer pela quase inexpugnável muralha defensiva que formavam em campo.

Para Capela, o êxito ficara a dever-se às duas duras sessões de treino semanais, "uma de ginástica e outra de bola", que todos os jogadores "faziam com sempre renovado prazer na emoção das Salésias", antes ou depois de mais um dia de trabalho.

Pouco tempo depois apareceu na Académica de Coimbra, com o pretexto de prosseguir os seus estudos de Letras. Segundo Homero Serpa (jornalista de "A Bola") esta vontade não era nova e se não fosse um seu tio - um grande Belenense - a interceder em épocas anteriores, mais cedo teria deixado o Belenenses. A única contrapartida que o Belenense conseguiu foi a de que caso Capela viesse a sair da Académica, seria apenas para o Belenenses (deixando Sporting, Benfica e Porto sem hipóteses). Não se verificou e Capela ainda chegou a tornar-se uma lenda na Académica, chegando também a internacional (5 vezes). Totalizou 51 jogos pelo Belenenses em Campeonatos.

Fontes: Canto Azul / Belenenses Ilustrado / "A Bola"


quarta-feira, 19 de março de 2008

Encantos e Recantos do Rio Vouga


Ao abrigo do projecto “Encantos e Recantos do Rio Vouga”, o Parque do Areal (Angeja), o Parque da Boca do Carreiro (Frossos), o Parque do Poço do Barreiro (Pinheiro) e o Parque dos Plátanos (S. João de Loure) estão, agora, mais convidativos.

Para além da área de merendas com churrasqueira e muita sombra para uma repousante sesta, os parques oferecem boas condições para a prática de exercício físico.
(...)
A cegonha-branca, o guarda-rios, o lagarto-de-água, a garça-vermelha, o milhafre, o melro, o chamariz e o chapim real, são apenas alguns dos animais que se podem observar por entre os sabugueiros, plátanos, ulmeiros ou loureiros. À entrada de cada parque, dois painéis informativos esclarecem o visitante sobre os valores naturais mais relevantes da zona. Depois, é só deixar-se levar pelos sentidos e descobrir os encantos das margens do Rio Vouga.

Fonte: Câmara Municipal


Parque do Areal (Angeja)



Parque da Boca do Carreiro (Frossos)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Rota dos Cruzeiros (VIII) - Cruzeiro da Rua do Costa (Angeja)

O Cruzeiro da Rua do Costa remonta ao século XVIII. No ano de 1613, foi mandado construir para memória do acabamento da edificação da Igreja da Senhora das Neves e recentemente foi objecto de restauro. Assenta numa base quadrangular de um degrau, a sua base é cúbica de granito onde se destaca um friso a baixo relevo. Corpo bastante simples com remate tosco de gosto popular.

Fonte: Câmara Municipal

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Rota dos Cruzeiros (VII) - Cruzeiro do Alto de Angeja

Deste cruzeiro sem qualquer elemento de extraordinário, contempla-se o baixo Vouga com os seus campos e vê-se a cidade de Aveiro. O cruzeiro é bastante simples, de granito tendo como base apenas dois degraus em material contemporâneo.

Fonte: Câmara Municipal

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Pelourinho de Angeja

O Pelourinho é um Imóvel de Interesse Público. É uma construção, ou reconstrução, do início do século XX, mais precisamente de 1902. Não se sabe se alguns dos seus elementos são uma reutilização do pelourinho primitivo, demolido em data incerta.

Sobre este são muito escassas as informações que nos chegaram, apenas sendo possível refazer, em linhas gerais, a história do concelho, considerado um dos mais antigos do país. Integrado nas terras da Feira, teve foral de D. Manuel em 1514, acabando por ser extinto no âmbito das reformas liberais.

O exemplar que hoje conhecemos integra-se nos denominados pelourinhos de bloco, elevando-se sobre dois degraus. Tem uma plataforma paralelepipédica e na base da coluna exibe-se a data de 1902. O fuste cilíndrico apresenta capitel em anel, o remate é formado por um bloco quadrangular com friso nas extremidades e decorado nas suas faces com as armas nacionais e a esfera armilar encimada pela cruz de Cristo.

Fonte: IPPAR, Internet

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Angeja

Angeja (Ansegia) aparece em registos históricos desde o ano de 1166 e, ao longo dos séculos, mereceu sempre referências nos documentos relativos à região de entre as Terras de Santa Maria e Coimbra.

Uma das mais antigas vilas do País, Angeja recebeu Foral do rei D. Manuel I, em 15 de Agosto de 1514.

Apesar da riqueza local (produções agro-pecuárias e produtos do artesanato), os exagerados pagamentos ao clero e à nobreza, que incidiam sobre toda a actividade produtiva da população, e as pestes ocasionais provocaram algum atraso no crescimento de Angeja, o qual só começou a ser mais notório a partir do séc.XVII.

A construção da Igreja Matriz, inaugurada em 1613, substituindo a Capela de Santa Ana, demonstra a importância do povoado de Angeja, na época em que o crescimento demográfico era determinado pela autonomia e riqueza da paróquia.

Aliás, os vestígios do poder económico das famílias que se dedicavam à agricultura são visíveis nas belas e senhoriais casas que, em ruas e vielas, ainda podemos admirar, assim como nas construções do próprio cemitério, iniciado em 1877.

E a realização mensal da Feira dos 26, onde se negociava gado, louça de barro, tecidos e todos os outros bens de consumo, a par de importantes estabelecimentos comerciais instalados na Praça e nas Ruas do Comércio e da Pereira, atraíam os habitantes de todas as freguesias vizinhas, comprovando a importância de Angeja na região.

Acompanhando o desenvolvimento económico, também sustentado pelos feitos dos emigrantes na América e no Brasil, é reconhecido o envolvimento da população angejense em actividades culturais através da existência de uma Casa de Teatro, da fundação da Philarmónica Angejense, em 1867, e da criação do primeiro jornal do Concelho, o Bouquet de Angeja, em 1887, seguido de muitos outros, até ao actual D’Angeja.

Fonte: Maria Helena Vidinha Trindade, Directora do Jornal D’ANGEJA

Pelourinho:

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