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segunda-feira, 15 de julho de 2019
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Associação de Solidariedade Social de Alquerubim (ASSA)
A Associação de Solidariedade Social de Alquerubim (ASSA), com sede na Quinta do Alque, em Fontes, freguesia de Alquerubim, é uma instituição particular de solidariedade social (IPSS) fundada em 1994, por escritura pública de 30 de junho, subscrita por um grupo de 42 Alquerubinenses.
Tendo por objecto social o Apoio social à família nomeadamente a crianças, jovens e idosos, bem como a promoção social e comunitária à população da freguesia de Alquerubim e seus limítrofes, começou por disponibilizar um Centro de Convívio, tendo nos anos seguintes encetado as valências de centro de actividades de tempos livres (CATL), creche e jardim de infância que funcionaram em instalações provisórias cedidas pela Junta de Freguesia de Alquerubim.
Além dessas actividades, a ASSA possui, hoje em dia, as valências de Centro de dia, estrutura residencial para idosos, serviço de apoio domiciliário e atendimento social em instalações próprias, na Quinta de Alque, executadas em duas fases, a inauguração da 1ª fases foi em 2002 e a 2ª fase em 2009 (estrutura residencial para idosos).
A ASSA tem-se afirmado no contexto local e regional como uma entidade de referência na prestação de serviços para a comunidade, tendo sido a primeira IPSS do Concelho de Albergaria-a-Velha a obter a Certificação da Qualidade de acordo com a norma ISO: 9001:2008.
É pratica da ASSA, o uso rigoroso dos escassos recursos económicos disponíveis, tendo promovido diversas acções de eficiência nos consumos hídricos e energéticos, bem como a criação de uma horta para autoconsumo, a utilização de painéis solares para aquecimento de água (AQS) e a produção de energia eléctrica por painéis fotovoltaicos, de modo a disponibilizar recursos para os nossos utentes.
Fonte: ASSA (adaptado)
quarta-feira, 20 de junho de 2018
Centro de Actividades Populares de Alquerubim (CAPA)
O C.A.P.A – Centro de Actividades Populares de Alquerubim tem como objectivo a promoção desportiva, cultural e recreativa da população da freguesia de Alquerubim.
Fundado em 15 de Junho de 1975, só em 20 de Dezembro de 1983 se tornou numa associação legalmente constituída, por escritura lavrada no Cartório Notarial de Albergaria-a-Velha, tendo-se dedicado ao atletismo, ténis de mesa, teatro, jornalismo, música e, nos últimos anos, essencialmente ao futebol.
Embora o seu historial seja modesto, tem participado e organizado em diversos campeonatos e torneios, onde já obteve classificações de realce, nomeadamente nos campeonatos distritais de atletismo do INATEL.
Na época de 1985/1986, filiou-se na Associação de Futebol de Aveiro, tendo participado no Campeonato Distrital de Juvenis e, na época seguinte, para além deste campeonato, participou pela primeira vez, com a equipa sénior, no Campeonato Distrital da III Divisão. Nas épocas seguintes, para além da sua equipa sénior, tem participado nos campeonatos de juvenis e juniores.
Em 26 de Junho de 1990, obteve o diploma de Instituição de Utilidade Pública, cujo despacho foi publicado no Diário da República n.º 145 – II Série.
O ponto alto de participação nos campeonatos distritais, em futebol, da Associação de Futebol de Aveiro é na época de 2000/2001, com a disputa do Campeonato Distrital da Divisão de Honra.
Na época de 2013/2014, sagrou-se vice-campeão distrital, em futsal, na categoria de Infantis da Associação de Futebol de Aveiro e ainda nesta categoria foi vencedor da Taça Distrital e finalista vencido na Supertaça Distrital.
Tem promovido diversos torneios e iniciativas em diversas modalidades: BTT, Trails/Caminhadas, 12 horas de Futsal ou Torneio de Futebol Luís Vasconcelos.
Luís Vasconcelos ou simplesmente o Gouveia, como jogador foi guarda-redes das equipas do Belenenses, Académica e Beira-Mar e como treinador treinou, entre outras equipas, o G.D. Beira-Vouga, o C.F. "Os Azuis do Fial" e naturalmente o CAPA.
Fontes: J.F.alquerubim (adaptado) / facebook / blog
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Vicente Rodrigues Faca, comerciante e autarca (1864-1937)
Vicente Rodrigues Faca nasceu em Alquerubim em 8 de Outubro de 1864. Casou em Albergaria-a-Velha com D. Isaura da Silva Vidal. Residiram em Alquerubim, antes de emigrarem em 1899 para a Cutumbela, Benguela, Angola, de onde regressaram definitivamente, depois de 1904, instalando-se em Albergaria-a-Velha.
Foi proprietário da Pensão Faca e depois fundador e proprietário do Hotel Vouga (inaugurado em 15 de Setembro de 1910 no Largo do Chafariz), com restaurante, café e bilhar. E teve igualmente um armazém de calçado na Praça Ferreira Tavares.
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| Hotel Vouga |
Casou em Albergaria-a-Velha com D. Isaura da Silva Vidal. Residiram em Alquerubim, antes de emigrarem em 1899 para a Cutumbela, Benguela, Angola, de onde regressaram definitivamente, depois de 1904, instalando-se em Albergaria-a-Velha.
Faleceu em 3 de Agosto de 1937 na Praça Comendador Ferreira Tavares em Albergaria-a-Velha.
Fonte: "Albergaria-a-Velha 1910-da Monarquia à República" de Delfim Bismarck Ferreira e Rafael Vigário (adaptado)
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Arte Cristã em Albergaria-a-Velha - Site criado pelos professores e alunos de EMRC (AEAAV) 2015-2016
Os alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) da Escola Secundária de Albergaria-a-Velha, desenvolveram um site com arte cristã do concelho.
A iniciativa surgiu como trabalho de projecto no âmbito do estudo da Unidade Lectiva "A Arte Cristã" proposta pelo programa da disciplina neste ciclo de ensino.
Em declarações ao EDUCRIS o professor de EMRC Luís Manuel, congratulou-se com "o empenho dos alunos na descoberta da arte cristã presente no concelho de Albergaria-a-Velha" e pela oportunidade dos discentes [alunos] "desenvolverem competências informáticas e de estudo em autonomia".
A proposta consta do próprio manual da disciplina e permite um contacto concreto "com o património cultural, religioso e artístico" das localidades onde os docentes aplicam esta Unidade lectiva.
Fonte: Educris
Coordenação dos professores Isabel Santos e Luís Silva (lista de autores)
Exemplos (infelizmente ainda não disponibilizaram imagens de Frossos):
Albergaria-a-Velha
Alquerubim
Angeja
Branca
Ribeira de Fráguas
São João de Loure
Valmaior
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sexta-feira, 10 de junho de 2016
Comemoração dos 500 anos do Foral de Paus
A vila de Paus, na freguesia de Alquerubim, recuou até à época do Renascimento, entre os dias 2 e 5 de junho, para celebrar os 500 anos da atribuição do foral, pelo rei D. Manuel I.
O evento, com organização do Município de Albergaria-a-Velha, Junta de Freguesia de Alquerubim e AlbergAR-TE, foi realizado no Largo de Nossa Senhora das Dores, incluindo uma feira quinhentista, recriações históricas, desfiles e animação de rua com contadores de histórias, gaiteiros e malabaristas, entre outras atracções.
Ao longo de três dias, os visitantes puderam conhecer os ofícios do fim da Idade Média, comprar artesanato ou saborear petiscos nas tabernas. A animação de rua contou com gaiteiros e tambores, malabaristas, contadores de histórias, músicos, cavaleiros, uma bailarina oriental e cuspidores de fogo.
Os habitantes locais assumiram o papel de diversas personagens da Nobreza, do Clero e do Povo, participando nas várias actividades e interagindo com os visitantes.
As comemorações incluíram a presença da comitiva do Foral, sendo encenada a entrega do documento régio ao povo de Paus.
A investigadora Maria Alegria Marques, que coordenou a edição da obra “Foral de Paus – 1516”, efectuou uma contextualização do documento manuelino, que concedeu vários privilégios à vila de Paus, tornando-a sede de concelho.
Enquadramento histórico
O rei D. Manuel atribuiu o Foral a Paus, um território que é mais ou menos coincidente com a actual freguesia de Alquerubim, no dia 2 de junho de 1516. Paus, que era um lugar na margem direita do rio Vouga com dezenas de pessoas, passou a ser vila e sede de concelho.
O reconhecimento real da vila de Paus permitiu o seu crescimento populacional e a legitimação de um conjunto de regras comummente aceites, como a gestão das águas, a utilização das pastagens e dos matos, entre outras, além de fixar uma ordem administrativa no território. A vila de Paus perdeu importância com o passar dos anos e acabou por ser integrada na recém criada freguesia de Alquerubim, com a fundação do Concelho de Albergaria-a-Velha, em 1835
Fonte: CMAAV (adaptado) / Facebook
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Margarida Ramos de Carvalho, professora (1934-2016)
Licenciou-se em Ciências Históricas e Filosóficas, em Coimbra, no ano de 1957, tendo contraído matrimónio no ano seguinte com o arquitecto Francisco Ramos de Carvalho, com quem teve dois filhos.
Lecionou a disciplina de Filosofia na actual Escola Secundária Infanta Dona Maria, em Coimbra, tendo posteriormente lecionado na Escola Secundária de Anadia e na Escola Secundária Dom Duarte em Coimbra.
Foi dirigente do Partido Socialista desde 1974, exercendo o cargo de deputada na Assembleia da República e de vice-presidente do Conselho da Comunicação Social, bem como deputada da Assembleia Municipal de Coimbra.
Fazia actualmente parte da Direcção da Orquestra Clássica do Centro, da qual foi co-fundadora.
Apesar de residir em Coimbra desde a década de 50 foi sepultada em Alquerubim.
Fontes/Mais informações: Correio de Albergaria / Diário "As Beiras" / Campeão das Províncias
domingo, 10 de janeiro de 2016
Rota dos Moinhos - Moinho do Maia
O lugar do Fial foi em tempos uma importante terra de moinhos e moleiros e é actualmente o local do concelho de Albergaria-a-Velha com o maior número destes engenhos em funcionamento. Exemplo disso é este Moinho do Maia, em tempos conhecido como o Moinho do Tupinho, tendo em conta o nome do seu actual e anterior proprietário.
A sua construção remonta, pelo menos, ao século XIX. Actualmente composto por um único casal de mós, dos três que outrora apresentava, possui casa de moleiro adjacente com um interessante forno tradicional. Refira-se que os trabalhos de recuperação do engenho de moagem deste moinho estiveram a cargo de um artesão local, mestre nas técnicas tradicionais utilizadas desde sempre na construção destes engenhos, ele próprio igualmente residente no Fial, onde também é proprietário de um pequeno moinho de lavrador.
Esses antigos saberes de como trabalhar a madeira, na construção de rodízios e moegas, ou de como picar e afinar as mós para que estas voltem a exercer a sua função, são conhecimentos valorizados e preservados na Rota dos Moinhos.
Coordenadas GPS: N 40º 37´58.72” O 8º 30´43.62”
Local: Fial de Baixo – Alquerubim
Acesso: muito fácil.
Características do moinho: 1 moinho; 1 casal de mós.
Envolvente: Adjacente a antiga habitação de moleiros e enquadrado em ambiente rural.
Proprietário: Luís Fernandes Maia
Duração da visita ao moinho: 15 a 25 minutos.
Fonte: Rota dos Moinhos
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Arnaldo e Eduardo Nogueira de Lemos
Arnaldo e Eduardo Nogueira de Lemos nascem em Alquerubim (Albergaria-a-Velha) numa família burguesa. Enquanto Eduardo envereda pela carreira militar, na marinha de guerra portuguesa (onde acompanhou, enquanto capitão de mar e guerra do Adamastor, a guerra sino-japonesa, bem como o nascimento da República Portuguesa), Arnaldo envereda pela medicina, estudando em Coimbra e integra as questões académicas relacionadas com o "enterro do grau".
Ambos deixam a terra de origem, para o então ultramar português. Arnaldo estabelece-se primeiro em Angola, onde exerce medicina na Catumbela por vários anos, mantendo sempre o contacto com o irmão mais velho nas suas deslocações de e para Lisboa, através das paragens efectuadas no Lobito.
Pouco depois da implantação da República, decide estabelecer-se em São Tomé, assumindo a gestão do hospital da Roça Rio do Ouro - a convite do Marquês de Vale Flor - logo alargando a prática clínica a várias outras roças da ilha.
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| Arnaldo Nogueira de Lemos (1912) |
Ambos interessados nas questões da natureza, mantêm contacto com biólogos de Coimbra, auxiliando a recolha e identificação de novas espécies, e sendo mesmo atribuído o epíteto lemosii a um fungo que originava uma moléstia do cacaueiro.
Tentam também promover a sua própria exploração, na Roça Rio Vouga - com cujo nome homenageiam as origens, mas a actividade clínica e médica sobrepõem-se e constituem a sua principal ocupação.
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| Eduardo Nogueira de Lemos (1915) |
Pela notoriedade e reconhecimento local, Eduardo chegou a exercer o cargo de governador-representante (1920 – 1921) num período em que a opinião pública mundial, e em especial a comunidade anglófona, denunciam as más condições de trabalho da população negra.
Com a sua actividade clínica e também com este exercício político, procurou alterar as condições de vida daquelas populações, mas durante escasso período, sendo pouco depois substituído .
Fonte: Casa Comum / Fundação Mário Soares (Fundo Ana, Luís e Pedro Nogueira de Lemos)
Fotos
(1915), "Postal fotográfico de elementos da família e amigos dos Nogueira de Lemos", CasaComum.org, Disponível HTTP: http://www.casacomum.org/cc/visualizador?pasta=09003.001.012 (2015-7-23)
(1912), "Envio de retrato de Arnaldo Nogueira de Lemos", CasaComum.org, Disponível HTTP: http://www.casacomum.org/cc/visualizador?pasta=09003.001.014 (2015-7-23)
(1915), "Retrato de Eduardo Nogueira de Lemos", CasaComum.org, Disponível HTTP: http://www.casacomum.org/cc/visualizador?pasta=09003.001.007 (2015-7-23)
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sábado, 20 de dezembro de 2014
Aida de Melo Brito Nunes, farmacêutica
Aos 95 anos, Aida de Melo Brito Nunes continuava a dirigir a Farmácia da Lapa. Todos os dias era ela que abria o estabelecimento e não ia embora sem encerrar as portas. Desde 1955 que é assim. Os anos não pareciam pesar a esta farmacêutica, natural de Aveiro, “de uma aldeia chamada Alquerubim, que quer dizer todos os anjos”, como fez questão de explicar.
Uma família de farmacêuticos
Diz que descende “de uma longa dinastia de farmacêuticos”. O pai já tinha o ofício, assim como o tio e padrinho e a irmã mais velha.
Mas este nem sempre foi o sonho de Aida. “Só segui Farmácia por uma questão económica. Já naquele tempo me preocupava com essas coisas”. Conta então que, nos idos da década de 30, os pais tinham as quatro filhas a estudar, o que representava um grande encargo para a família. A sua vontade era seguir medicina. “Eu achava que no meio de tantos farmacêuticos um médico havia de dar jeito”.
Mas os tempos eram outros e, para exercer medicina, teria que ter um consultório próprio. É então que entra na equação a questão monetária. “O meu pai teria que me montar um consultório e isso iria representar uma grande despesa. Foi por isso que optei por Farmácia”, conta. E nunca se arrependeu.
Aida nasceu em Março de 1916, a última filha de uma prole de quatro. “Naquele tempo não havia enfermeiras parteiras ou médicos que fizessem os partos”, recorda. Os primeiros partos tinham corrido bem, mas quando deu à luz a filha mais nova, a mãe ficou “entre a vida e a morte”. Sem condições para criar um bebé, a família decide entregar Aida aos cuidados dos avós, um facto que haveria de a marcar ao longo da vida. “Nunca aceitei nenhuma proposta de emprego que implicasse afastar-me dos meus avós, e olhe que tive algumas muito boas”. Como quando a convidaram para ir abrir uma farmácia em Sá da Bandeira, em Angola. “Ia ganhar muito dinheiro, mas tive que rejeitar”.
De Alquerubim para o Porto
(...) a vida na aldeia nunca foi fácil e foi por isso que os pais da farmacêutica decidiram tentar a sorte mais perto do Porto. Partiram de armas e bagagens, com quatro filhas a tiracolo, e instalaram-se em Valadares, em Gaia, quando Aida tinha apenas sete anos.
O pai abriu a Farmácia Central de Valadares, que ainda existe, e as filhas foram estudar para o Porto. A mais nova começou a frequentar a 2ª classe na Escola de Santo Ildefonso. Terminada a instrução primária, onde foi “a melhor aluna”, rumou ao Carolina Michaëlis, onde fez o liceu.
Ingresso na faculdade (1935)
Em 1935 entrou, juntamente com mais 31 colegas, 16 rapazes e 15 raparigas, para a Faculdade de Farmácia do Porto, a única que existia no país. “Em Coimbra e em Lisboa só havia a Escola de Farmácia e a formação era de apenas três anos”. Recorda que muitos não chegaram ao fim do curso, levados pela febre tifoide e pela tuberculose.
Primeiros anos de trabalho (1940-1955)
Termina a licenciatura em 1940 e decide que não quer ir trabalhar para uma farmácia. “Eu era boa aluna e um professor convidou-me para ir para um laboratório de especialidades farmacêuticas. Nem pensei duas vezes”. Esteve nos laboratórios, na Rua do Bonjardim, no Porto, 15 anos. Despediu-se quando soube que iam dispensar uma colega de trabalho com mais anos de casa. “Não podia permitir isso. Eu saí e ela ficou”.
A Farmácia da Lapa (desde 1955)
Foi nessa altura que começou à procura de uma farmácia para montar o seu negócio. O edifício onde ainda hoje funciona a Farmácia da Lapa estava em construção e Aida achou que seria um bom local para começar. “Fui falar com o empreiteiro que se disponibilizou logo a pôr tudo como eu queria. Escolhi como queria dividir o espaço, como queria o chão, tudo!”. Apesar das várias remodelações, ainda hoje conserva os móveis originais no escritório que fica nas traseiras do estabelecimento.
Colaboração com o "Jornal de Albergaria"
Garante que sempre teve “um espírito inquieto”, e talvez por isso tenha decidido começar a escrever para o "Jornal de Albergaria" só para poder ir almoçar à cantina da Casa dos Jornalistas. “Eu trabalhava ali perto, ainda no laboratório, e dava-me jeito lá ir com o meu marido. Mas só os jornalistas é que podiam frequentar a cantina. Disseram-me que se colaborasse com um jornal podia entrar sem problemas. Assim fiz”, conta, enquanto mostra o recorte de um artigo datado de 1952.
Ligações a Alquerubim
Ainda hoje mantém casa e terras em Alquerubim, mas vai lá menos vezes. “Já ninguém quer trabalhar a terra”, lamenta. “O meu caseiro, que plantava a horta, chegou a dizer-me que preferia comprar uma lata de feijão no supermercado do que ter o trabalho de o plantar”.
Fonte: Adaptado de artigo de Ana Caridade no Correio do Porto (28-10-2011)
Mais informações: Reportagem de Hugo Correia no Praça de Alegria (RTP 1)
sexta-feira, 18 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
Inauguração da Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha
No fim de semana de 5 e 6 de abril, a Câmara Municipal vai celebrar o Dia Nacional dos Moinhos com a inauguração da Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha, um percurso turístico que engloba dez engenhos restaurados, onde é possível apreciar como se moía o cereal no passado e conhecer as histórias dos antigos moleiros.
Pelas 14h00, no dia 5 de abril, vai ter lugar a sessão oficial de inauguração da Rota dos Moinhos no Arquivo Municipal. Nesta cerimónia serão celebrados protocolos para a integração de dois moinhos - Moinho de Baixo (Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas) e Moinho do Porto de Riba (APPACDM) – seguindo-se a inauguração da Exposição Fotográfica “Moinhos de Albergaria-a-Velha”, composta por imagens dos fotógrafos do Albergariótipos – núcleo de fotografia do Clube de Albergaria.
Às 15h00, em frente ao Edifício dos Paços do Município, partirão autocarros para um percurso por três núcleos de moinhos da Rota: Moinho do Maia (Fial de Baixo), Moinho do Ti Miguel (Fontão) e Moinho do Chão do Ribeiro (Mouquim). As visitas aos moinhos de autocarro são gratuitas, mas carecem de inscrição prévia pelo endereço electrónico turismo@cm-albergaria.pt.
No domingo, logo pelas 9h30, será dinamizado um percurso pedestre aos Moinhos da Freirôa, no Rio Caima. Autocarros partirão do Edifício dos Paços do Município até ao estradão florestal junto à Senhora do Socorro. A partir daqui, os participantes poderão percorrer troços do antigo Caminho dos Moleiros que, no passado, era uma das vias mais utilizadas na região.
À tarde, pelas 14h00, serão efectuadas visitas a outros moinhos da Rota, desta vez, ao Moinho do Porto de Riba (Soutelo), ao Moinho de Baixo (Ribeira de Fráguas) e aos Moinhos do Regatinho (Vilarinho de S. Roque). Nos vários locais, para além de conhecer o núcleo molinológico, os visitantes poderão participar em inúmeras actividades promovidas pelas colectividades da terra - workshops de broa de milho e pão doce, recriações etnográficas, exposições, não faltando, igualmente, a música tradicional.
Fonte: CMAAV (via "Novos Arruamentos")
Imagens/Mais informações: Armando Ferreira (Moinhos de Portugal) / Glorybox
Dia Nacional dos Moinhos 2014
05/sábado/14h00
14h00 – Sessão Oficial de Inauguração da Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha, no Arquivo Municipal
14h30 – Inauguração da Exposição Fotográfica Moinhos de Albergaria-a-Velha, no Arquivo Municipal
15h00 – Visita a três núcleos de moinhos da Rota: Moinho do Maia (Fial de Baixo); Moinho do Ti Miguel (Fontão); e Moinho do Chão do Ribeiro (Mouquim)
06/domingo/09h30
09h30 – Percurso Pedestre aos Moinhos da Freirôa
14h00 – Visita a três núcleos de moinhos da Rota: Moinho do Porto de Riba (Soutelo); Moinho de Baixo (Ribeira de Fráguas); e Moinhos do Regatinho (Vilarinho de S. Roque).
Moinhos abrangidos pelo protocolo
Moinho do Ti Miguel (Azenha – Angeja); Moinho do Maia (Fial de Baixo – Alquerubim); Moinho da Quingosta (Regatinho – Vilarinho de S. Roque); Moinhos da Freirôa (Rio Caima – Branca); Moinho do Chão da Ribeira (Mouquim – Valmaior); e o Moinho do Silva (Regatinho – Vilarinho de S. Roque).
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