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segunda-feira, 10 de junho de 2019

De "São João de Loure à Ajuda" no Romance "As Lides do Talaya" de Paulo da Costa Ferreira


O romance histórico "As Lides do Talaya - Roteiro biográfico de um Portugal setecentista", da autoria de Paulo da Costa Ferreira, fala de João Dias Talaya, que nasceu em Lisboa, e era filho de António Dias Talaya e sobrinho de Manuel Dias Talaya, ambos naturais de São João de Loure.

Lançado em 2014, trata-se de uma biografia contextualizada acerca do fundador da Academia dos Obsequiosos, o capitão e bacharel João Dias Talaya Sottomaior.

O 1º capítulo do livro é intitulado "De São João de Loure à Ajuda".

António Dias Talaya afirmou-se nos negócios, tendo em 24 de Outubro de 1758 constituído uma sociedade de construção civil destinada a assumir a empreitada da ampliação do Palácio da Junqueira, por conta do seu proprietário, D. Francisco Saldanha, Patriarca de Lisboa.

O irmão Manuel Dias Talaya (ou Tallaia) era jardineiro no Palácio do Conde de Aveiras (actual Palácio de Belém), num Jardim inspirado no Palácio de Versailles. O autor realça que um Jardineiro de elite do Século XIX poderia auferir um salário de aproximadamente o triplo do salário de um Professor.

 Fonte:  "As Lides do Talaya" de Paulo da Costa Ferreira (2014)



Simão Dias Talaia, natural da Ajuda, filho de Manuel Dias Talaya, foi mordomo do Culto do Cabo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Exposição "O Património Azulejar de Albergaria-a-Velha – Conhecer, Inventariar, Salvaguardar"


A Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha tem patente, durante o mês de Dezembro, a exposição fotográfica "O Património Azulejar de Albergaria-a-Velha – Conhecer, Inventariar, Salvaguardar", de Cláudia Emanuel.
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Nos meados do século XIX os emigrantes vindos do Brasil trazem, com eles, a moda e o uso do nosso azulejo português, agora colocado nas fachadas dos imóveis. De pequeno quadrado de barro, protector das humidades, rapidamente passou a elemento decorativo dos imóveis, quer do seu interior, quer das suas fachadas, mas também fontanários, alminhas e outras construções.


O Concelho de Albergaria-a-Velha é um espaço privilegiado de análise, tendo em nota o número elevado de imóveis com decoração azulejar que dá cor e brilho às suas ruas.

Com muitas habitações antigas a serem alvo de abandono, torna-se necessário apresentar contributos para a preservação dos elementos azulejares. A divulgação do património azulejar é um desses contributos, na medida em que o conhecimento propicia a conservação e a valorização dos objectos, ou saberes, que se herdam.


Durante os últimos meses, uma equipa liderada por Cláudia Emanuel, doutoranda em Estudos do Património, elaborou uma recolha fotográfica dos imóveis com decoração azulejar, de modo a divulgar ao público o património azulejar do Concelho.

Para além das fachadas foram ainda inventariados os fontanários, alminhas, cartelas, registos de santos, entre outros. São estas fotografias que agora são divulgadas na Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha, e que podem ser admiradas até 31 de Dezembro.

Fontes: CMAAV  (adaptado) / Facebook




Outros links de interesse

Digitile (Gulbenkian)
Blog "As Fontes da minha vida"

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Padres da "Estalagem dos Padres" como episódio cómico no romance "Lição ao Mestre" de Teixeira de Vasconcelos (1875)


"- No dia seguinte partiram para Lisboa Domingos de Sampaio e Thiago Torres, indo pernoitar à pequena povoação de Albergaria, na estalagem daqueles padres que tanta gente ainda viva conheceu a dirigirem mui honradamente a sua hospedaria, e a alegrarem os viajantes tocando-lhes rabeca enquanto ceavam. Maus músicos, muito maus! Porém excelentes padres e conscienciosos estalajadeiros! Nos anos em que vai correndo a nossa historia, deviam ter concluído recentemente a sua ordenação os dois sacerdotes, e dado por completo o estudo da rabeca, porque ninguém lhes ouviu depois senão o que tocavam então."

"- Chegaram cedo os nossos viajantes, e foram dar um passeio na povoação até anoitecer. Adiantando-se na estrada de Coimbra viram ao longe dois homens montados em bestas muares e precedidos por um arrieiro cujos braços, oscilando de um para outro lado como a pendula dos relógios, acompanhavam o movimento do corpo. Pareceu a Domingos de Sampaio que seriam dois estudantes do Coimbra regressando à casa paterna por ocasião das ferias."

" - Não se iludia. Quando se aproximaram mais, Thiago Torres julgou conhece-los, e disse ao alferes, que se a vista o não enganava, eram com efeito estudantes e naturais de Aguiar de Sousa."  (…)


"recolheram á estalagem para cear e dormir. Não se deitavam porém à hora que mais lhes aprazia, os hospedes dos bons padres de Albergaria, porque ao finalizar a ceia, vinham para a sala com a rabeca, e era forçoso pedir a um deles que tocasse, e ouvi-lo até se lhe aplacar o furor (de) músico."

"Domingos de Sampaio não pôde resistir à tentação de se divertir à custa daqueles dois padres, e por isso fingiu ouvir com especial prazer quando um deles foi executando na rabeca, e acompanhou com bravos que pareciam mui sérios, todas as desafinações do respeitável eclesiástico." (...)
 
" (...) Nunca teve ideia de sair daqui, e ir a Lisboa aperfeiçoar-se com algum músico célebre ou ao Porto onde também há professores? A vontade era boa, respondeu o padre, mas falta o melhor. Exige muitos gastos a residência em Lisboa ou no Porto. Sem dúvida, mas aí é que eu posso servi-lo, obtendo-lhe o que de certo não imagina poder alcançar, isto é, discípulos a quem ensine o que sabe, ao mesmo tempo que vai aprendendo com os professores de maior fama todas as dificuldades da musica.
- E acha que eu poderia encontrar discípulos? perguntou o padre sem dar pelos esforços com que os estudantes encobriam o riso."


Nota: Este episódio é um pouco longo, e explora a pouca habilidade dos Padres da Estalagem nas artes musicais (já o Reverendo William Morgan Kinsey fizera referência - aparentemente elogiosa - ao gosto musical de um dos padres), prossegue (mais tarde) com a ida do Padre para o Porto (que julgamos ser meramente ficcional), sendo descrito (de forma algo infeliz) como um convidado indesejado que a todos martirizava com a sua rabeca.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Obras de Manuel Henrique Pinto (1853-1912) sobre Angeja e o Rio Vouga

Manuel Henrique Pinto e José Malhoa são dois pintores do primeiro naturalismo português, um menos conhecido e outro mais conhecido, os quais desenvolveram uma estreita amizade e companheirismo, que se manifesta nas suas obras.

Conheceram-se na Academia de Belas-Artes de Lisboa, tendo ambos pertencido e exposto na Sociedade Promotora de Belas-Artes, com o “Grupo do Leão”, no Grémio Artístico, na Sociedade Nacional de Belas-Artes e em diversos certames internacionais. 

Quadro de Columbano Bordalo Pinheiro retratando o Grupo do Leão

Durante o ano de 1883 viajaram entre Aveiro e Figueiró dos Vinhos (a convite do escultor Simões de Almeida) onde pintaram diversos quadros a óleo.

"Henrique Pinto e Malhoa terão ido juntos até Figueiró no tal Verão de 1883, no seguimento de uma longa jornada pelo Vale do Vouga, possivelmente já no regresso a Lisboa, e sabemos que a convite ou por indicação de José Simões d’Almeida Júnior, antigo professor de ambos"

"Esta ligação entre os dois pintores, irá perdurar até ao fim da vida de Pinto, trabalhando frequentemente em conjunto, com uma afinidade e proximidade de temas e imagens, demasiado evidente para ser ignorada."

Obras de José Malhoa

34 - “O Vouga em Angeja”, 36 - “O Cojo em Aveiro”,  41 - “No Cojo (Aveiro)", 47 - "Margens do Vouga" e 48 - “O Vouga próximo a Angeja” são alguns desses quadros.

"O Vouga em Angeja" de José Malhoa
Mais informações sobre "O Vouga em Angeja" de José Malhoa.

Obras de Manuel Henrique Pinto

Os Catálogos das Exposições de Arte Moderna do Grupo do Leão incluem reproduções (em fac-simile) de dois quadros de Manuel Henrique Pinto:

61 - "Margens do Vouga" e 62 - “O Vouga próximo a Angeja”



Fontes/Mais informações: Catálogos Ilustrados das Exposições de Arte Moderna do Grupo Leão / Blog "Lisboa e o Tejo" / Página do Facebook sobre Manuel Henrique Pinto / Nuno Saldanha  (Livro "José Malhoa - Tradição e Modernidade" e Tese) / Aires B. Henriques (1-Blog "O Ribeiro de Pera") (2 - O Figueiroense) / Luís Borges da Gama (neto de M.H. Pinto) / wikipedia / Conferência Profª Dra Sandra Leandro / "Dei o teu nome às estrelas" (livro de Rui Conceição Silva sobre a chegada dos pintores a Figueiró dos Vinhos) / Provocando uma teima / Tese de António Trinidad Munoz / Flickr

Imagem de "O Vouga em Angeja" gentilmente cedida por Manuel de Bragança (editora Scribe)


Obras de José Malhoa
Obras de Manuel Henrique Pinto

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Pintura de antiga casa de António Domingues Pinto

 
Pintura do início do século XX retratando o actual "Solar das Camélias". Antiga casa de António Domingues Pinto, ainda com o torreão.

Foto gentilmente cedida pelo seu neto, Arthur Domingues Pinto Jr.

Fonte: Telhadela - História e Património

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Apresentação da edição nº 3 da revista “Albergue” (05-11-2016)



O terceiro número da revista “Albergue – História e Património do Concelho de Albergaria-a-Velha”,  que promove a investigação, preservação, valorização e divulgação do património concelhio, conta com 16 artigos de diversos investigadores locais e nacionais, bem como a contribuição de um autor brasileiro.

Os artigos publicados abordam variados temas, como a arte sacra, o cinema, a emigração, a política e a religião, abarcando não só o património edificado, mas também o natural, o imaterial e o geológico.


“Manuel Guimarães – O Cinema ou a Vida”, de Leonor Areal,  “Património Natural do Município de Albergaria-a-Velha: Rios de descoberta – A biodiversidade do rio Fílveda”, dos investigadores da Universidade de Aveiro, Milene Matos, Inês Silva e Nuno Lopes-Pinto, e “As Mamoas do Taco (Albergaria-a-Velha) – Recuperação e Valorização Patrimonial”, de Pedro Sobral de Carvalho e Vera Caetano são alguns dos artigos que podem ser encontrados neste mais recente número da revista Albergue.

Pela primeira surge um artigo de um investigador estrangeiro, o brasileiro Wanderlei de Oliveira Menezes, com um estudo biográfico intitulado “A trajectória de José Álvares Ferreira (1737-1810) – Um albergariense e a carreira da magistratura no Reino e Ultramar Português”.

A revista apresenta uma rubrica nova, “Notas soltas”, dedicada a referências sobre Albergaria e a sua região, no domínio da Cartografia, bem como uma referência final, bibliográfica, sobre os artigos publicados nos números anteriores.


Capa

A imagem de capa é um retrato a óleo de Bernardino Máximo de Albuquerque existente no Salão Nobre dos Paços do Município, sendo uma forma de homenagear aquele que foi provavelmente o principal autarca Albergariense de todos os tempos, e que marcou a viragem do século XIX para o século XX, bem como a transição da Monarquia para a República, e que dá o nome à principal Avenida do Concelho, que liga os Paços do Concelho ao antigo Hospital.

O autarca, natural de Silva Escura, concelho de Sever do Vouga, é citado em dois artigos, um sobre a Casa do Outeiro ou da Rua de Cima em Albergaria-a-Velha, que era de sua propriedade, e outro sobre o período de anexação do Concelho de Sever do Vouga por Albergaria-a-Velha (1895-1898), em que ele era o Presidente da Câmara.


Três primeiros números da Revista Albergue

Delfim Bismarck esclareceu que no conjunto dos três números da revista Albergue, são apresentados artigos de 33 autores, num total de 38 artigos e 899 páginas publicadas, com 625 imagens distintas do Concelho.

Futuras edições

Estão em preparação duas obras sobre a participação dos Albergarienses na I Guerra Mundial (1914-1918) e na “Guerra do Ultramar” (1961-1974).

Fontes: CMAAV / Ribeirinhas  TV (Video) / Facebook

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Arte Cristã em Albergaria-a-Velha - Site criado pelos professores e alunos de EMRC (AEAAV) 2015-2016


Os alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) da Escola Secundária de Albergaria-a-Velha, desenvolveram um site com arte cristã do concelho.

A iniciativa surgiu como trabalho de projecto no âmbito do estudo da Unidade Lectiva "A Arte Cristã" proposta pelo programa da disciplina neste ciclo de ensino.

Em declarações ao EDUCRIS o professor de EMRC Luís Manuel, congratulou-se com "o empenho dos alunos na descoberta da arte cristã presente no concelho de Albergaria-a-Velha" e pela oportunidade dos discentes [alunos] "desenvolverem competências informáticas e de estudo em autonomia".

A proposta consta do próprio manual da disciplina e permite um contacto concreto "com o património cultural, religioso e artístico" das localidades onde os docentes aplicam esta Unidade lectiva.

Fonte: Educris

Coordenação dos professores Isabel Santos e Luís Silva (lista de autores)

Exemplos (infelizmente ainda não disponibilizaram imagens de Frossos):

Albergaria-a-Velha


Alquerubim


Angeja


Branca


Ribeira de Fráguas


São João de Loure


Valmaior
 

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quinta-feira, 10 de março de 2016

Cine Teatro Alba - a sua história


De acordo com António Homem Albuquerque Pinho, a história dos cine-teatros em Albergaria terá o seu início em 1869, num prédio adaptado “fronteiro à Casa de Santo António” onde se “realizaram várias récitas de amadores locais”. Durante cerca de 50 anos, foram várias as tentativas, e os intervenientes, para a construção de um Teatro na “Praça Nova”, que “estava a ser aberta”, hoje o centro da Cidade.

Já na segunda década do século XX, “o reorganizado Grupo dos Modestos impulsionado pelo seu presidente, Dr. Bernardino de Albuquerque, consegue fazer erguer um grande edifício, com uma bela e imponente fachada Arte Nova, da autoria do consagrado arquitecto aveirense Silva Rocha”. O Teatro “abriu pela primeira vez ao público no Carnaval de 1924, inacabado como sempre ficou” sendo “pólo de cultura e divertimento, durante duas décadas, na arte dramática, no cinema e em festas, entre as quais as do renomado Carnaval Albergariense”.


Com 2ª Guerra Mundial vem a morte do Cine-Teatro, pelo que corria já o ano de 1945 (15 de Março) quando a Câmara Municipal “delibera mandar fazer as obras necessárias no Teatro desta Vila para que o mesmo possa servir para o funcionamento de Tribunal desta Comarca”.

Porém, alguns dias depois (5 de Abril), o mesmo executivo Municipal, sob a presidência do Dr. Bernardino Albuquerque, decidiu pôr à venda o Teatro.

A 15 de Outubro de 1945, começava-se a escrever, então, a história do Cine-Teatro Alba, com a adjudicação, por oitenta mil escudos, à firma com o mesmo nome, do antigo Teatro da Vila, sendo sócios e proprietários Augusto Martins Pereira e Américo Martins Pereira. Detentor de iniciativa, dinamismo e visão invulgares, Américo Martins Pereira, filho do primeiro, rapidamente apresentou requerimento pedindo licença para a demolição do Teatro existente e construção, no mesmo local, dum novo edifício, o Cine-Teatro Alba.


O projecto do novo edifício foi entregue ao engenheiro e arquitecto Júlio José de Brito, autor de outros projectos similares (Rivoli Teatro Municipal, Porto; Cine-Teatro S. Pedro, Espinho; Teatro Jordão, Guimarães), com o custo de vinte e cinco mil escudos.

Entre 1945 e 1950, num ambiente de grande entusiasmo e envolvimento dos proprietários, colaboradores e trabalhadores das Fábricas Alba, ergueu-se uma obra magnífica, com muitas particularidades, plena de histórias e experiências únicas, num investimento de 3 331 964$76. Porém, a história desta obra ficara marcada pela morte prematura do seu grande mentor e impulsionador, Américo Martins Pereira, em Setembro de 1949, em consequência de uma intervenção cirúrgica, em Lisboa.


Num ambiente de festa contida, pela perda do “obreiro principal desta realização magnífica”, o Cine-Teatro Alba é inaugurado a 11 de Fevereiro de 1950, assumindo-se como uma “das melhores, mais modernas e mais luxuosas casas de espectáculos do País”. Dotado de excelentes condições técnicas, foi palco de um enorme repertório cultural, com a passagem de muitos dos nomes mais sonantes do teatro e da revista. O cinema teve um papel preponderante na dinamização do Cine-Teatro, as famosa máquinas “Gaumont Kalle 21” projectaram os filmes de sessões inesquecíveis para algumas gerações de jovens albergarienses.


Depois de cerca de três décadas de glória, nos anos 80, o Cine-Teatro Alba começa a definhar, quer
em termos físicos, quer técnicos, quer de programação, esta última muito pelo manifesto declínio da actividade cinematográfica, um pouco por todo o País, aventando-se o seu fim, total ou parcial.


Depois de várias diligências, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha deliberou adquirir o Cine-Teatro Alba por 75.000.000 de escudos, sendo celebrada escritura de compra e venda a 28 de Julho de 1995, estabelecendo um Acordo de Cooperação com o Ministério da Cultura, assinado a 18 de Fevereiro de 1997 pelo Dr. Rui Marques, que lhe garantiria uma comparticipação de 37.500.000 de escudos.

A 3 de Maio de 1997, o Cine-Teatro Alba retomou a sua actividade, ainda que sem programação regular, servindo, especialmente, os agentes locais.


Em 2002, o novo Executivo autárquico, sob a presidência do Prof. João Agostinho Pereira, dá início a um novo processo, tendo em vista a requalificação do Cine-Teatro Alba, estabelecendo contactos com os diferentes organismos do Estado no sentido de garantir o apoio, técnico e financeiro, necessário para a concretização daquele objectivo.

A 27 de Abril de 2012, depois de vinte meses de trabalhos de restauro e requalificação, num investimento de cerca de 3,2 milhões de euros, o Cineteatro Alba (re)abre as portas ao público com a ambição de ser uma nova referência de produção artística e fruição cultural na região e no país, um Projeto do Arquitecto Rui Rosmaninho.

Fontes/Mais informações: Sítio do Cine Teatro Alba / Videos "Memórias do Cine Teatro Alba" (1) (2











quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Património Religioso da Paróquia de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha























Fonte: "Património Religioso - Inventários da Paróquia de Santa Cruz de Albergaria-a-Velha" (Revista "Albergue" nº1, Hugo Calão) (online