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quarta-feira, 6 de julho de 2011

"Dia do Desassossego" (07-07-2001)

O "Dia do Desassossego" foi um projecto cultural organizado pela AlbergAR-TE no dia 7 de Julho de 2001.

Animações de Rua com Malabaristas, Mágicos, Cuspidores de Fogo, Clowns, Andas, Teatro, Banda de Música, Zés-Pereiras, Gigantones e Cabeçudos fizeram parte duma série de actividades culturais, de animações e de espectáculos, quase todas públicas e gratuitas e a maior parte delas em espaços de ar-livre.

Procurou-se intervir no quotidiano dos cidadãos, nos seu hábitos e nos seus circuitos habituais, desde um dia diferente no mercado a uma noite alternativa nos bares e discotecas. Este acontecimento pretendeu dinamizar culturalmente a vila e os seus habitantes, fazendo despertar a localidade para os aspectos culturais e artísticos.


Apresentaçao do "Dia do Desassossego"

O "Dia do Desassossego" é um projecto cultural organizado pela AlbergAR-TE e que será realizado num sábado, em Albergaria-a-Velha.

Este projecto terá início às 9 horas da manhã e encerrará às 4 horas da madrugada e constará duma série de actividades culturais, de animações e de espectáculos, quase todos públicos e gratuitos e a maior parte deles em espaços de ar-livre.


Procurar-se-á intervir no quotidiano dos cidadãos, nos seu hábitos e nos seus circuitos habituais. Desde um dia diferente no mercado a uma noite diferente nos bares e discotecas, TUDO PODERÁ ACONTECER.

Este acontecimento pretende dinamizar culturalmente a vila e os seus habitantes, fazê-la despertar para os aspectos culturais e artísticos.

O "Dia do Desassossego" pretende vir a tornar-se num acontecimento regular, anual.

Nota: O "Dia do Desassossego" foi a primeira grande iniciativa da ALBERGAR-TE, sendo percursor do Alberg.circus

Fonte: Facebook / internet

sexta-feira, 1 de julho de 2011

"Caderno do Desassossego" (01-07-2001)


O Caderno do Desassossego é um livro com escritos de diversas personalidades de diversas áreas e correntes de opinião: escritores, jornalistas, artistas, professores, etc.

Os textos são inéditos e foram expressamente escritos para esta publicação.

O lançamento do livro foi realizado no dia 1 de Julho de 2001, no Espaço d'AR-TEs, Albergaria a Velha, juntamente com o colóquio Cultura e Desassossego

Os textos incluidos no Caderno

"A mala das buzinas desassossegadas" de Américo Rodrigues

"A primeira vez que te perdi" de Carlos Tê

"Ao 8º dia..." de Clélia Tavares

"O dia do desassossego" de Conceição Carvalho

"Uma luz..." de Delfim Bismarck

"Meu caro caderno do desassossego" de Eduarda Castro

"Bendito desassossego" de Helder Costa

"Indícios" de Jaime Rocha

"Uma certa reflexão sobre a realidade teatral dirigida ao jovem público em Portugal" de José Caldas

"Desassossegos" de Jesus M. Vidinha

"Desassossego" de Manuel Alberto Valente

"Timor desassossegante" de Manuel Morujão

"Amanhã! Haverá amanhã?" de Manuela Mourisca Martins

"Inquietação" de Margarida Mourão Ribeiro

"O desassossego da justiça" de Pedro Bacelar de Vasconcelos

"A mulher que mastigou o seu destino" de Rosa Lobato Faria

"Mudo e calado" de Rui Zink

"Porque não trocar os sss pelos xxx...?" de Teresa Ricou (Tété)

"Desassossegos...; A vida" de Zé Manel T.

Fonte: Internet

quinta-feira, 9 de junho de 2011

"Passagem do Vouga - Angeja" de Alberto Augusto de Sousa (1880-1961)



Obra pertencente ao Museu de Aveiro

Fonte: Matrizpix

Alberto Augusto de Sousa

Alberto Augusto de Sousa nasceu em 1880 em Lisboa. Foi um notável aguarelista, ilustrador e desenhador português, foi discípulo de Nicola Bigaglia e de Manuel de Macedo.

O artista colaborou em jornais portugueses tais como: "A Capital", "O Mundo", "Novidades", e "A Républica" entre outros. Destacam-se duas publicações internacionais: "L’Illustration" e "Illustrated Londed News". Ilustrou alguns livros "Pátria Portuguesa", de Júlio Dantas, e "Olivença" de Rocha Júnior e Matos Sequeira entre outros.

Região de Aveiro

Fez o registo dos trajes tradicionais de Aveiro, o aguarelista percorreu Portugal desenhando e pintando as comunidades rurais e urbanas, a sua faina, as festas e as romarias pintou e desenhou capelas, pórticos, claustros e fontes.

Fonte: Terras de Portugal

terça-feira, 7 de junho de 2011

"Oleiros de Angeja" de Eduarda Lapa (1896-1976)


Obra pertencente ao Museu de Aveiro

Fonte: Matrizpix

Eduarda Lapa

Maria Eduarda Lapa de Sousa Caldeira (Trancoso, 15 de Outubro de 1895 — Lisboa, 9 de Setembro de 1976), mais conhecida por Eduarda Lapa, foi uma pintora e professora de pintura.

Esta professora, discípula de José Malhoa (que pintou "O Vouga em Angeja"), tinha uma pintura naturalista, trabalhando também o retrato e a natureza-morta.

Na sua actividade pictórica destacou-se pela excelência na técnica da pintura a óleo e pastel, e no desenho de traço seguro, correcto e elegante. Especializou-se em naturezas-mortas e principalmente em flores, sendo considerada entre os grandes cultores daquele género. Foi sócia efectiva da Sociedade Nacional de Belas Artes e a primeira mulher a integrar a direcção da instituição.

Região de Aveiro

A sua obra apresenta, também com êxito, paisagens rústicas, magníficas marinhas, em especial trechos ribeirinhos. A zona de Aveiro e da Areia Branca proporcionavam-lhe os motivos referentes às gentes do mar, como os pescadores ou os barcos moliceiros da ria de Aveiro, as praias da Torreira, da Costa Nova e da Nazaré.

Captou também as feiras, os palheiros, as ruas e pátios, casas velhas, entre outros motivos. Mas a sua grande paixão era a representação da figura humana, quer em retratos, quer em composição livre.

Fontes: Wikipedia / Teresa Sancha Pereira


Angeja nas palavras de Maria Eduarda Lapa (pintora e paisagista)

Lisboa, 7/7/1937

-----É sempre díficil para mim ter de trocar os pincéis por uma pena: não gira nas minhas mãos inábeis com leveza, como, quando trabalho numa tela de flores ou de água. Angeja! quantos encantos possui e de quantas coisas belas não só nos inspira, como vêm de encontro a nós sem que seja necessário procurar - quanta vez, tanta canceira! Labor díficil para um artista pintor.

-----Angeja, é de uma beleza magestosa - o entardecer é inebriante da poesia, quanto o contemplei, quási com misticismo e adoração!

-----Surgem a cada momento quadros, quadros cheios de interesse que se oferecem aos nossos olhos, como as riquíssimas margens do Vouga... aquele vai-vem dos tradicionais carros de bois atravessando o rio. Evoco claras manhãs, como recordo manhãs de brume tão da minha simpatia!

-----E a povoar essa paisagem de maravilha as figuras animadas, elegantíssimas, das suas lavradeiras.

Fonte: "Angeja e a Região do Baixo Vouga" de Ricardo Nogueira Souto (em Angeja no sapo)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Associação Cultural e Recreativa Sobreirense


A ACRS – Associação Cultural e Recreativa Sobreirense foi fundada em 20 de Junho de 1982, com o objectivo de realizar actividades de natureza cultural e desportiva, como é o caso do teatro, folclore e desporto.

Apesar de possuirem, na altura, instalações precárias teve como seus maiores feitos - a nivel desportivo - a participação em diversos campeonatos de Atletismo, ccm uma equipa federada), e Futebol de cinco, com que participavam em provas de fim-de-semana, tendo conquistado inúmeros Troféus, actualmente em exposição nas instalações da colectividade.

Contava também com um grupo de teatro e danças, grupo coral infantil, grupo de cavaquinhos, grupo de cantares sénior e teve inclusive uma Rádio local!

Em 1993 a ACRS passou para novas instalações na Rua da Escola, por trás da Escola Primária do Sobreiro, onde dispõe actualmente de um espaço amplo para a realização de espectáculos, bar, e infra-estruturas para prática de diversos desportos ao ar livre.

A ACRS tem, nos últimos anos, sido conhecida pela organização de um Presépio Vivo, com figurantes e Animais vivos representando várias passagens Bíblicas.

De forma a rentabilizar as instalações disponíveis e trazer novos sócios para a Associação, iniciaram-se modalidades como é o caso da Ginástica, Artes Marciais, torneios inter-sócios, grupo de jovens actores vocacionados para a musica, representações teatrais e Internet num espaço aberto ao público, patrocinado pela Junta de Freguesia.

Realiza ainda, anualmente, um Jantar para comemorar o Dia Dos Namorados, o 1º de Maio - Dia do Trabalhador, a Comemoração do Aniversário com entrega de medalhas aos sócios que completem 25 anos de associados, a Comemoração do dia da Criança com a realização de gincana de bicicletas, Noite de Fados, um Passeio para a 3ª Idade e Festa de Natal com a realização de espectáculo e distribuição de lanche às crianças.

Fonte: ACRS (adaptado)

Agradecimento: Manuel Bernardino Terceiro

quarta-feira, 20 de abril de 2011

João de Pinho (1871 - 1939)

Natural de Albergaria pertencia à família da célebre e bi-centenária Estalagem dos Padres. Era um artista: desenhava, pintava e era fotógrafo amador quando esta arte dava os primeiros passos no País.

Foi grande animador e criador dos carnavais de Albergaria, no primeiro quartel deste século, quando eram os mais célebres de todo o Distrito. Criou, ensaiou, representou e fez cenários para os grupos de teatro dessa época, os quais eram uma marcante e quase única actividade cultural e aglutinante da sociedade regional.

Em 1896, com 25 anos, fundou e dirigiu o jornal "Correio d'Albergaria" que durou até 1908. Neste jornal, e ainda nos finais do século passado, desenvolveu uma longa campanha ecológica contra a poluição do Rio Caima feita pela fábrica do Carvalhal que começava a matar o rio e os campos marginais.

No jornal lançou a ideia de uma manifestação no centro da vila que aglutinou as gentes ribeirinhas para a defesa do rio e obteve um tal impacto que obrigou o Governo Civil de Aveiro com forças policiais a impedir tal manifestação. Há 90 anos, a sua preocupação era acertada - o rio hoje está morto.

Lançou a primeira colecção de 14 postais ilustrados de Albergaria, em 1908, com clichés [fotos] por ele realizados em 1907 e 1908 e mandados imprimir em Paris.

Dedicou-se à busca de documentos sobre a história da região, muitos dos quais publicou no "Jornal de Albergaria", bem como publicou um pequeno volume, no começo do século, sobre o Convento de Serém e as ligações constantes dos seus frades com Albergaria. Foi tesoureiro de Finanças em Albergaria e em outras vilas e cidades.

Faleceu no Hospital de Águeda, em 1939 e o seu corpo está em Jazigo Familiar, em Albergaria-a-Velha.

Fonte: António Homem de Albuquerque Pinho, "Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha"

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

LAGAR comTEMPO - espaço arte


O "LAGAR comTEMPO" é um novo espaço cultural alternativo, multidisciplinar e polivalente que pretende animar culturalmente Albergaria-a-Velha, propondo eventos culturais diversificados, do teatro à música, do cinema às exposições, passando pelos cafés~teatro/concerto ou pelas exposições.

O espaço do LAGAR com TEMPO surge como corolário do desenvolvimento do trabalho da AlbergAR-TE e da Companhia do Jogo.

O espaço será igualmente um ponto de encontro de todos os que se dedicam ou simplesmente gostam de cultura e arte. Pretende-se que este espaço esteja aberto às mais diversas propostas artísticas e ao confronto de ideias.

O LAGAR comTEMPO - espaço arte é o local de trabalho da Companhia do Jogo e a sua programação, que se pretende regular, estará a cargo da associação cultural AlbergAR-TE.

Fonte/Mais Informações: AlbergARTE / Facebook

Programação

terça-feira, 23 de novembro de 2010

"Em Busca dos Documentos Antigos" (dia 21 de Novembro de 2010)

O Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha comemorou o seu segundo aniversário com um dia aberto à comunidade.

O tema da visita foi "Em Busca dos Documentos Antigos". Os visitantes puderam apreciar alguns documentos históricos do Arquivo, que não costumam estar acessíveis ao público em geral, bem como o Foral Manuelino de Frossos, datado de 1514, e que, dado a sua fragilidade, nunca sai do cofre onde é cuidadosamente guardado.

Para além de documentação relativa à implantação da República, foi apresentado o projecto da Igreja de Santa Marinha (1907), bem como o Livro de Actas da Câmara de Angeja (1792), actualmente extinta.

Outro Livro de Actas invulgar é o que contêm dois concelhos: o de Albergaria e Paus. Descontentes com a elevação de Albergaria a Concelho em 1834, os habitantes de Paus aproveitaram a subida ao poder de Costa Cabral, de quem eram acérrimos defensores, para “usurpar” a sede de concelho em 1842. Mas a Câmara de Paus só exerceu as suas funções durante pouco tempo, tendo Albergaria voltado a ser sede de Concelho em 1846, como demonstra o Livro de Actas.

Neste Dia Aberto à Comunidade, ainda houve tempo para assistir a uma apresentação multimédia sobre o trabalho desenvolvido nos últimos dois anos.

Fontes: CMAV / Novos Arruamentos (adaptado)

Novas aquisições

No dia em que o Arquivo Municipal soprou duas velas (21 de Novembro) foram celebrados quatro protocolos com particulares e instituições – dois de doação e dois de aquisição sob forma de depósito – que vêm enriquecer o fundo documental deste importante equipamento municipal.

Jorge Manuel Arede Figueiredo, professor, doou diversos jornais locais antigos, muitos deles com mais de 100 anos, enquanto que Santiago de Lemos, advogado, entregou ao Arquivo um processo judicial cível de 1846, do Julgado de Paus.

Quanto aos protocolos celebrados com instituições, a Junta de Freguesia de Alquerubim cedeu vários livros de actas e o projecto da Igreja de Santa Marinha, do Arquitecto Francisco Silva Rocha, um dos nomes mais importantes da arquitectura Arte Nova, e a Junta de Freguesia da Branca entregou sob forma de depósito vários livros de actas, correspondência e registos.

O Arquivo Municipal comprometeu-se a fazer o tratamento arquivístico e a difusão dos documentos entregues ao seu cuidado que, desta forma, ficam acessíveis a um público mais vasto. (...)

Fonte: CMAV

terça-feira, 21 de setembro de 2010

José Luís Martins Pereira (Zé Lu)

Nasceu em Albergaria-a-Velha em 1948. Frequentou o 5.º ano de Engenharia Mecânica na Universidade do Porto e Engenharia e Gestão Industrial na Universidade de Aveiro.

Em meados de 80, ligado à indústria metalomecânica (Fábricas Metalúrgicas Alba), construiu o seu próprio carro ("Jupiter").


Fotografia

Estudou Fotografia em Coimbra (67 e 69) e Lisboa (70) e depois de vários prémios em concursos, começou a expor no País e no Estrangeiro, nomeadamente nos E.U.A., Itália, Inglaterra, França, Espanha, Canadá, China, Venezuela, Coreia (Seul) e Macau.

Expôs no Brasil (Belém, São Paulo e Rio de Janeiro), deixando diversas obras e continua a expor em Portugal.

Foi galadoardo em 1994 com o troféu "Aveiros - 1993", como melhor Artista Plástico, no campo da Fotografia.

Foi distinguido em 1996 pelo Semanário "O Litoral", com "A melhor foto de 1995".

Associativismo

É membro do grupo "Aveiro-Arte", da "Confraria Gastronómica de São Gonçalo", como Vice-Presidente da Direcção, da "Confraria Gastronómica de Sever do Vouga", onde é Presidente da Direcção, da Confraria da Água e preside a Associação de Amizade Portugal-França desde 1988.

Actividades artísticas e culturais diversas

A convite da Câmara Municipal de Aveiro, pertenceu à sua Comissão Consultiva de Cultura, até à sua dissolução em 1998.

Criou as Comendas de algumas Confrarias Gastronómicas (...) e diversos troféus e medalhas para eventos artísticos e desportivos.

Imprensa

Manteve em 2000 um artigo semanal de Análise e Crítica Gastronómica, no Semanário "Campeão das Províncias", em Aveiro. Colabora com vários jornais e revistas, nacionais e estrangeiros, a nível de imagem e opinião.

Pontualmente escreve um artigo de opinião "Culturas e Desculturas" no "Diário de Aveiro".

Cinema e TV

Como actor participou nos filmes "Hors Saison" de Daniel Schmidt, em 1993, "Maigret - L'improbable Monsieur Owen" de Pierre Koralnik, em 1998, e "Joana, a Louca" de Vicente Aranda, em 2000. (...)

Companhia de Dança

É Presidente da Direcção do GEMDA - Grupo Experimental de Música e Dança de Aveiro, de que foi fundador em 1983, e Director Executivo da Companhia de Dança de Aveiro , desde a sua fundação em 1986.


Automóveis

"Estive a um passo de ser piloto da Subaru em Portugal", lembra, com orgulho. Da sua admiração pelas máquinas nasceu também a ideia de criar o seu próprio automóvel.

"É o meu calhambeque", atesta, ao mesmo tempo que mostra a fotografia do carro que construiu com as suas próprias mãos.

Fonte: Ze-lu.blogspot (adaptado)

Jupiter

Este é o Jupiter; o carro do amigo Zé Lu com chassis e mecanica VW e carroçaria de fibra entre outras com a particularidade de ter umas jantes em aluminio bipartidas desenhadas pelo próprio e feitas na Alba, essas jantes eram usadas por alguns Porsches da Garagem Aurora e pelo na altura campeão Manuel Fernandes

Fonte: Orlando Patrício (em Portal dos Clássicos)

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Otília Santos, pintora


Otília Santos nasceu em Albergaria-a-Velha e formou-se em Artes Plásticas pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto (ESBAP), no ano de 1978.

Foi professora do ensino secundário durante 30 anos na zona do Porto, tendo sido uma das impulsionadoras da cooperativa cultural "Artistas de Gaia", que abrangia um grupo de artistas gaienses e/ou residentes em Gaia.

Em 1981 participou na exposição de ex-alunos da ESBAP, no bicentenário daquela instituição, tendo sido convidada para estar presente no 1º Encontro Ibérico das Escolas Superiores e Faculdades de Belas Artes.

E expôs, pela primeira vez, individualmente, em 1983, no Centro Cultural de Aveiro.

Em 1990 obteve uma menção honrosa na exposição colectiva promovida no decurso do "13º Congresso Mundial da Federação Internacional das Organizações de Dadores Benévolos de Sangue".

Está representada na edição de postais "Novo Milénio" da Cooperativa Artistas de Gaia, 2000.

Criou e executou 17 painéis pintados (3,00/2,00x1,20m) para as Igrejas Metodistas de Aveiro e Monte Pedral – Porto.

Em 2009 foi-lhe atribuída uma declaração de mérito conferida pelo júri da I Bienal Internacional de Pintura da Fundação Rotário Portuguesa.

Ilustração

- Ilustrou a capa do Romance “Eras Tu, Júlia”, de Leopoldo Guimarães;
- Ilustrou a capa do livro de Poesia “Coisas Do Tempo” de Nelson Azevedo Ferraz;
- Ilustrou, para a Porto Editora, uma grande variedade de livros escolares, a convite dos autores dos mesmos.

Exposições individuais

1983 - Centro Cultural de Aveiro; Grande Hotel do Porto; Grande Hotel do Porto.
1991 - “Expressão Mulher”, Galeria Maria Manuela, V. N. Gaia (parceria com a escultora Helena Fortunato).
2005 - Galeria 153, Porto.
2007 - Galeria 153, Porto; Galeria Belmiro Pereira, Vila Real, (parceria com o ceramista José Fraga).
2008 - “EquiDistâncias”, exposição de comemoração dos 25 Anos de actividade artística, Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia.
2009 - “Memórias de um Percurso”, Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Braga.
2010 - “Basta uma flor, basta uma asa…”, Casa da Cultura de Vila Nova de Gaia; “Espírito do tempo”, Cooperativa Árvore, Porto.


Fonte/Mais informações: Cooperativa Árvore (adaptado) / Facebook

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Pinturas e Estuques Centenários em Risco em Albergaria-a-Velha

Uma das mais sumptuosas construções do distrito de Aveiro, o Palacete da Boa Vista, em Albergaria-a-Velha, vai ser alvo de profundas intervenções, de forma a adaptá-lo a Biblioteca Municipal. Essas obras prejudicam pinturas e estuques centenários, que correm o risco de se perder irremediavelmente.

A chamada de atenção aconteceu na Assembleia Municipal de Albergaria-a-Velha da passada sexta-feira, dia 18 de Junho, através de uma intervenção do historiador Delfim Bismarck, que interpelou o presidente da câmara, João Agostinho, no sentido de saber se as obras vão destruir as pinturas e estuques referidos.


Importância histórica e artística do Património em risco

O Palacete da Boa Vista foi mandado edificar pelo capitalista albergariense João Patrício Álvares Ferreira em 1896, apresentando o autor, o Arquitecto Joaquim António Vieira, em Março de 1897 (...)

Datado na sua fachada principal como sendo de 1900, o palacete da Boa Vista foi então considerado a melhor residência do distrito de Aveiro.

A decorar salas e quartos, para além de estuques de elevada qualidade, existem pinturas diversas saídas do atelier de Domingos Costa, de Lisboa, datadas de 1910.

O historiador chamou a atenção para o "crime contra o Património" que a autarquia pretende realizar naquele que é, sem dúvida, o principal ex-libris do concelho de Albergaria-a-Velha.


Arquitecto Joaquim António Vieira

Autor de diversos outros edifícios, nomeadamente a residência da Viscondessa de Silva Carvalho, na esquina da Avenida da Liberdade com a Rua Rosa Araújo, em Lisboa, e a residência de António Maria da Costa, no Monte do Estoril, etc., este arquitecto tinha ateliê na Rua da Palmeira, Bairro Andrade, em Lisboa.


Pintor Domingos Costa

Domingos Costa, um dos mais destacados pintores do final do século XIX e início do século XX, foi autor de pinturas que ainda hoje se podem observar nos Palácio Foz, Palácio Vale Flor e Palácio Alverca, em Lisboa, Teatro Circo, em Braga, Palácio de Estoi, no Algarve, entre tantos outros.

Colaboração: Dr. Delfim Bismarck Ferreira (adaptado, n/ intertítulos)










Presidente João Agostinho dá garantias ...

Face a notícias que causaram receios do projecto de remodelação "não acautelar a defesa do seu património", a ADERAV manifestou junto do presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha "a sua preocupação".

Na resposta, João Agostinho garantiu que "as obras de arte de interesse irão ser preservadas' e os trabalhos acompanhados por "técnicos especializados com experiência no restauro de obras dos mesmos autores".

Fonte: Notícias de Aveiro



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terça-feira, 2 de março de 2010

Foral de Frossos foi cedido ao Arquivo Municipal

Com o objectivo de salvaguardar e difundir a Carta de Foral de Frossos, foi assinado, no dia 26 de Fevereiro, um protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha e a Junta de Freguesia de Frossos, proprietária do documento em questão.

De acordo com o protocolo assinado, a Junta de Freguesia compromete-se a ceder o Foral Manuelino à guarda do Arquivo Municipal por um período de 30 anos, automaticamente renováveis por períodos de igual duração. Por seu lado, o Arquivo Municipal fará a gestão e a conservação da Carta de Foral, promovendo ainda a sua difusão e a consulta por parte de investigadores e interessados, mediante o cumprimento das normas expressas no Regulamento do Arquivo Municipal.

O Foral Novo, dado e assinado por D. Manuel I à então Sede de Concelho de Frossos, é de 1516.

Foi concertado e registado na Torre do Tombo por Fernão de Pina, encarregue do corregimento dos forais do reino por comissão régia e, actualmente, encontra-se encadernado com capas de tábua protegidas por pele do primeiro quartel do século XIX.

Fonte: CMAV (adaptado)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Eugénio Ribeiro (1879-1960)

Eugénio Ribeiro e Silva nasceu em Albergaria-a-Velha, em 1879, pertencendo à família da célebre “Loje Nova”, onde durante dezenas de anos se fabricaram os melhores doces da região.

Foi o primeiro poeta do nosso concelho a publicar livros de poesia, tendo sido editado, pelos conhecidos editores do começo do século XX, França & Arménio, de Coimbra, dois volumes de poesia que despertaram interesse, não só local, mas na imprensa: "Clarões da Serra " e "Toadas".

Colaborou nos jornais de Albergaria, desde o princípio do século, com poemas líricos, panfletários e gazetilhas, que foram não só largamente apreciados, como alguns recitados em festas e teatros onde entrava, interpretando figuras dramáticas com frequência, e é autor do "Hino de Albergaria".

Foi, de 1911 a 1914 e depois em 1921/22, durante a ausência de Albérico Ribeiro, director do “Jornal de Albergaria”, do qual fora um dos fundadores, sendo intransigente defensor dos interesses do concelho.

Desempenhou o cargo público de Tesoureiro de Finanças e Albergaria e noutras vilas, tendo regressado à sua terra, depois de aposentado, em 1945.

Faleceu em Dezembro de 1960, com 81 anos.

Fonte: "Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha", António Homem de Albuquerque Pinho (adaptado)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

"Alquerubim" em poesia experimental portuguesa

A escritora Salette Tavares nasceu em 1922, em Moçambique, tendo-se mudado aos onze anos, com a sua família, para Sintra, e viveu em Lisboa até 1994, ano em que morreu aos 72 anos.

Uma das suas obras, datada de 1979, intitula-se "Alquerubim" e consiste num poema gravado em alumínio que nos permite ler "Alquerubim" em várias direcções numa sucessão de onze linhas:


Opinião de Rui Torres (site: po-ex.net)

"Alquerubim" é outro poema gravado em alumínio que, com todo o seu brilho e luminosidade, esgrime pelo seu lugar entre as fronteiras das artes. Mas é na leitura anagramática que propõe que a sua poeticidade melhor se exprime.

Na dobra da repetição da palavra, Salette Tavares promove um arranjo visual combinatório com a palavra "ALQUERUBIM" em maiúsculas que nos permite lê-la em várias direcções numa sucessão de onze linhas, criando uma estrutura viva de leituras circulares.

Fonte: Novos Arruamentos (adaptado)

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Escola de Artes da Jobra (Branca, Albergaria-a-Velha)

O CMJ (Conservatório de Música da Jobra) apresenta, neste ano lectivo de 2009/10, cinco Cursos Profissionais nas áreas do Teatro, Música e Dança, com o intuito de colmatar uma lacuna verificada na região Centro do país.

Vagas

Existem ainda vagas em alguns dos cursos, sendo iniciada nesta quinta-feira uma promoção da Escola de Artes em todos os cinemas do país.

Componente artística

O CMJ, que funciona no Centro Cultural da Branca, considera que a componente artística, na sociedade moderna, tem vindo a revelar-se como uma verdadeira saída profissional para os jovens. Estes cursos são gratuitos e oferecem subsídios e outras regalias aos alunos.

Ao frequentar este curso de três anos, os alunos terão a oportunidade de estagiar em companhias profissionais, participar em Workshops de Técnicas Performativas, realizar Formações em Contexto de Trabalho (FCT) com profissionais de renome na área da Dança, bem como ter várias oportunidades de apresentação de espectáculos.

Protocolos

O CMJ tem protocolos com as seguintes instituições artísticas de Dança: LP Movimento (Aveiro), Companhia de Dança de Aveiro, Companhia de Dança Paulo Ribeiro e com a Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), estando em curso negociações com mais instituições.

Equivalência ao 12 º ano

Ao terminarem este Curso Profissional de Nível III, os alunos ficam com equivalência ao 12º ano, podendo ingressar no ensino superior nos seguintes estabelecimentos: Escola Superior de Dança de Lisboa, Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa, Escola Superior da Música e das Artes do Espectáculo (ESMAE) ou em qualquer Escola Superior no estrangeiro.

Fonte: Jobra

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Artista Plástico Tiago Paço premiado pela C.M. de Oliveira do Bairro

O artista plástico Tiago Paço, residente em Frossos, recebeu uma menção honrosa (grau ouro) com o quadro “Sobre as Águas” numa exposição patente na Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, que conta com a participação de 22 artistas e 44 obras e que poderá ser visitada até ao próximo dia 10 de Setembro.

Tiago Paço irá (...) [igualmente] expor alguns dos seus trabalhos no Museu Regional de Oliveira de Azeméis a partir de 4 de Setembro e na Galeria da Misericórdia de Aveiro durante todo o mês de Setembro.

Os seus trabalhos podem ser consultados também na Internet, na galeria virtual davinci gallery

Fonte: Portal de Albergaria

Mais informações: Currículo / Página Pessoal

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Arquitecto albergariense premiado


O arquitecto albergariense Luís Loureiro, 36 anos, recebeu recentemente o Prémio Municipal de Recuperação do Património de Montemor-o-Velho. O galardão foi recebido em conjunto com o seu sócio Ricardo Matos.

Formado pela Universidade Lusíada, Luís Loureiro é actualmente responsável pela Gestão do Património na Symington Family Estates – Vila Nova de Gaia e desde o ano 2000 trabalha em parceria com Ricardo Matos, tendo criado a sociedade RMLL Arquitectos, Lda. com sede em Vila Nova de Gaia.

O Prémio instituído desde 2004 distingue a relevância da obra para a recuperação do património edificado do concelho de Montemor-o-Velho e a utilização de boas práticas de alteração ou conservação das edificações, numa óptica da recuperação.

O júri é composto por 11 elementos representantes de diversas entidades, nomeadamente Ordem dos Arquitectos, IGESPAR, GeCoRPA, AICCOPN e Ordem dos Engenheiros sendo presidido pelo Presidente da Câmara.

Fonte: Beira Vouga (Fernanda Ferreira)

Foto: Revista da Ordem dos Arquitectos (Setembro 2009)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009