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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Margarida Ramos de Carvalho, professora (1934-2016)


Maria Margarida Ribeiro Martins Ramos de Carvalho nasceu em Paus a 8 de Outubro de 1934. Filha de José Correia Martins, proprietário, e de Ofélia Matoso Ribeiro Martins, professora primária de Paus, na freguesia de Alquerubim, tendo lecionado na escola mandada construir pelos seus progenitores.

Licenciou-se em Ciências Históricas e Filosóficas, em Coimbra, no ano de 1957, tendo contraído  matrimónio no ano seguinte com o arquitecto Francisco Ramos de Carvalho, com quem teve dois filhos.

Lecionou a disciplina de Filosofia na actual Escola Secundária Infanta Dona Maria, em Coimbra, tendo posteriormente lecionado na Escola Secundária de Anadia e na Escola Secundária Dom Duarte em Coimbra.

Foi dirigente do Partido Socialista desde 1974, exercendo o cargo de deputada na Assembleia da República e de vice-presidente do Conselho da Comunicação Social, bem como deputada da Assembleia Municipal de Coimbra.

Fazia actualmente parte da Direcção da Orquestra Clássica do Centro, da qual foi co-fundadora.

Apesar de residir em Coimbra desde a década de 50 foi sepultada em Alquerubim.

Fontes/Mais informações: Correio de Albergaria / Diário "As Beiras" / Campeão das Províncias

sábado, 20 de setembro de 2014

Colégio de Albergaria – a sua História (1948-2014)


O Colégio de Albergaria iniciou a sua atividade no ano letivo de 1947/48 e teve o seu  reconhecimento oficial a 13 de Fevereiro de 1948 pelo alvará nº 950.

Os fundadores foram, na qualidade de proprietários os Professores Afonso Henriques Pereira e Armando Manuel da Silva, sendo o primeiro Diretor Pedagógico o Padre Manuel Maria Valente Matos.

As primeiras instalações situavam-se no centro de Albergaria, na Praça Dª Tereza, no edifício ainda hoje denominado Torreão e a sua lotação inicial foi de 88 alunos.

No ano lectivo 1951/52, cinco anos após a fundação, o Colégio conhece novos proprietários e Directores. O Prof. Eduardo Nunes Marques, a Dr.ª Ana Natália da Conceição Pereira, e o Padre João Evangelista Nunes Marques assumem respetivamente a propriedade e a Direção Pedagógica.


Decorridos 67 anos de existência, a Família Marques identificou a sua vida com este estabelecimento de ensino. O Prof. Eduardo Marques, falecido em 9/07/95 e a Dr.ª Ana Natália Pereira, falecida a 10/02/2011 são a referência desta instituição de ensino porquanto fizeram a simbiose perfeita entre a vida pessoal e a colectiva, transportando para o Colégio os valores essenciais à formação e educação da Juventude.

Só assim se compreende a serenidade e a sobrevivência desta escola através dos vários ciclos sociais, políticos e económicos, passados na última metade do século XX e início do século XXI.

(Foto JA/2008)

Os relevantes serviços prestados à cultura e educação comunitários tiveram reconhecimento público a 27 de Maio de 1995 com a atribuição da Medalha de Ouro de Mérito Municipal.

Pedro Marques, um dos seis filhos do casal, assumiu a liderança da instituição e é o actual director.


Recursos físicos

O Colégio está construído num terreno anexo ao IC2 e EN16 com uma área aproximada de 20.000m2, e área bruta de construção de 6000m2. As instalações letivas e de apoio são as seguintes: 30 salas de aula, 2 laboratórios, 2 salas de informática, anfiteatro, pavilhão gimnodesportivo, biblioteca, cantina, bar, serviços administrativos, sala de T.V. e vídeo, sala de música, serviços de apoio e manutenção e cerca de 15000m2 de recreio.

De referir que dada a estagnação da população escolar, de alguns anos a esta parte, todos os investimentos feitos nas instalações do Colégio têm sido concretizados, não no sentido de aumentar a lotação, mas sim com o intuito de melhorar substancialmente a prática pedagógica. Recordo o pavilhão gimnodesportivo, os laboratórios, o anfiteatro, a sala de informática, a vedação,
os acessos e os serviços administrativos. (...)
 
Caracteriza-se por ser um espaço rodeado de jardins com árvores de porte relevante, com uma grande biodiversidade, o que promove o contacto com diversos elementos da natureza. (…)

Prof. António Costeira (1935-2003)

Desporto Escolar

O Colégio de Albergaria participa nos quadros competitivos de Andebol, Futsal e Atletismo, Badminton nos escalões de infantis, iniciados e juvenis, masculinos e femininos.

O Colégio de Albergaria participará em torneios e concentrações desportivas escolares organizadas em outras modalidades como sejam o Basquetebol e Futebol.

A nível interno, e coorganizado com os alunos, são realizados torneios interturmas de andebol e futebol de 5, minigolfe.

Ainda a nível desportivo, os alunos do ensino Pré-escolar, dos 10, 20, 3° Ciclos e Ensino Secundário frequentam regularmente a piscina municipal de Albergaria-a-Velha. (…)


Escolíadas

Na sequência da participação nos anos anteriores, onde fomos sempre apurados para a fase final, vamos de novo participar nesta atividade que mostra excelentes capacidades dos alunos das nossas escolas e que envolve um universo de 100 Alunos e Professores nas várias vertentes de Música, Pintura, Dança, Teatro, Cultura Geral e Claque.

Fontes: Colégio de Albergaria-a-Velha / Jornal Beira Vouga / Facebook

 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

27 anos: Conservatório de Música da Jobra aposta fortemente na qualidade do ensino

 
O Conservatório de Música da Jobra (CMJ), com sede no Centro Cultural da Branca, celebra hoje, dia 3 de Outubro, o seu 27.º aniversário. Actualmente esta Escola Oficial de Ensino Artístico conta com 700 alunos, de todas as idades, que estudam Música, Dança e Teatro nos vários tipos de Ensino: Profissional, Oficial e Livre.

O CMJ apresenta uma orientação estratégica focalizada essencialmente no aluno e na comunidade. Para além disso, apresenta uma equipa de profissionais altamente qualificados, que partilham os mesmos valores da nossa Escola: rigor e competência, empenho e dedicação, criatividade, ambição e paixão, trabalhando com total transparência.


O CMJ é hoje uma Escola nacional. Pela abrangência dos alunos, provenientes de várias zonas de Portugal Continental e Ilhas, que escolhem o CMJ por se tratar de uma referência no ensino das artes performativas a nível nacional.

O Conservatório apresenta vários factores diferenciadores:

 - Primeira escola oficial em Portugal continental que lecciona Música, Dança e Teatro, em simultâneo, e no mesmo edifício;

- Pioneiros nos programas pedagógicos e de ensino, pontos em que estão constantemente a inovar, adaptando e criando novos cursos. Um exemplo claro foi a abertura do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz, de dupla certificação, em Setembro de 2010, na altura, um curso pioneiro a nível nacional. Actualmente este curso já se encontra em funcionamento noutras Escolas mas os programas foram concebidos pela equipa pedagógica da CMJ;

- O CMJ tem como missão qualificar e sensibilizar pessoas nas artes do espectáculo num ambiente ecléctico, formal, criativo e de prática intensiva.


Neste sentido, apresenta uma componente prática muito intensiva com 200 actividades anuais que o CMJ organiza, divulga e apresenta, interagindo com a comunidade escolar e envolvendo toda a comunidade em geral.

O CMJ tem plena consciência que está a formar profissionais que poderão prosseguir estudos ou ingressar numa indústria que, em Portugal, ainda tem muito que crescer: a indústria da Cultura e do Turismo, produzindo assim animação cultural de qualidade.

O objectivo é formar profissionais que, mesmo que não prossigam o Ensino Superior, fiquem preparados e sensibilizados para as artes, apresentando competências certificadas para o exercício profissional das mais diversas actividades.

Fonte: adaptado de entrevista a Filipe Marques (Director geral do CMJ) (ver texto completo em Portal de Albergaria)



segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Antiga Escola Adães Bermudes (Escola do Pinheiro)


Em 1898 o Estado abriu concurso para apresentação de projectos para um novo plano de escola, com casa de professor. Recomendava-se que os projectos fossem concebidos para serem utilizados na sua execução os materiais e técnicas de cada região.

Venceu o projecto da autoria do arquitecto Arnaldo Redondo Adães Bermudes. O autor foi nomeado delegado à Exposição Universal de Paris, em 1900, onde apresentou este projecto a concurso, tendo obtido a Medalha de Ouro da Secção de Arquitectura Escolar.

Ao longo do tempo construíram-se algumas centenas destas escolas, que ficaram conhecidas por escolas-tipo Adães Bermudes ou popularmente, por escola dos sininhos.


Antiga Escola Nº2 de Albergaria-a-Velha

A Escola Primária da Rua de Cima, em Albergaria-a-Velha, foi construída em 1901. O edifício pertence ao tipo "Adães Bermudes" com duas salas de aula, uma com dimensões normais e uma outra adaptada, com reduzidas dimensões.

A escola foi conhecida por diversos nomes ao longo dos anos: Escola da Rua de Cima, Escola Adães Bermudes e Escola do Pinheiro. Servia para instrução das crianças do sexo masculino, aí leccionando em 1910 o professor Joaquim António Ferreira.

Foi encerrada com a abertura da Escola EB 1,2. Funcionavam três turmas com 63 alunos onde leccionavam três professores.


Escola Museu

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha cedeu, a título gratuito e por um período de cinco anos, renovável, a antiga escola do Pinheiro ao Agrupamentos 838 do CNE para o desenvolvimento das suas actividades.

Por seu lado, os escuteiros comprometem-se a dinamizar o projecto de valorização da escola, tendo em conta o passado, numa perspectiva museológica, o presente e o futuro, em articulação com a autarquia, e a zelar pelo bom estado das instalações (...).

Tendo em vista a criação do espaço de “valorização da Escola” e a sua vitalidade, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha estabeleceu um acordo com a Escola Superior de Arte e Design do Porto (ESAD), onde um grupo de alunos, da disciplina de Projecto, se debruçou sobre o espaço e apresentou várias propostas que podem vir a ser concretizadas pela autarquia e pelos escuteiros.

A Câmara Municipal atribuiu um prémio aos três melhores projectos:

1º  Ana Rita Ramos;
2º Verónica Santos;
3º Joana Cunha




Fontes/Mais informações: Novos ArruamentosWarwick  / Agrupamento de Escolas de Albergaria (antiga página) / ESAD / Correio do Vouga / Projecto Vencedor  / "Albergaria-a-Velha 1910-da Monarquia à República" de D. Bismarck Ferreira e R. Vigário

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Ruy de Albuquerque (1933-2007), Historiador e Professor de Direito


Ruy Manuel Côrte-Real de Albuquerque (3º visconde de Lagos), eminente historiador do Direito, lente jubilado da FD/UL (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa), nascido em Sintra em 7 de Outubro de 1933, era neto do Dr. Alexandre de Albuquerque (1875-1937), natural de Albergaria-a-Velha, e filho do Doutor Mário Correia Teles de Araújo e Albuquerque (1898-1975); e irmão do Doutor Martim Eduardo Côrte-Real de Albuquerque, historiador do Direito e das Ideias Políticas, também lente jubilado da FD/UL. Entre os seus filhos, mais um lente da FD/UL (Direito Civil): o Doutor Pedro Côrte-Real de Albuquerque.

Ruy de Albuquerque fez o seu percurso académico pelas áreas da História do Direito Português e do Direito Romano (a sua tese de doutoramento, defendida em 1973, versou o Direito de represália no Portugal Moderno).

Mas razões de distribuição de serviço ditaram que, mormente nos seus anos de assistente (1961-1973), participasse na docência de muitas outras disciplinas, da Teoria Geral do Direito Civil ao Direito da Família, do Direito Comercial ao Direito Processual; e assim teve ensejo de colaborar com uma série de lentes famosos da FD/UL dos anos 60 e 70.

Obras disponíveis na Biblioteca da Academia de Ciências de Lisboa

"Direito de juristas - direito de Estado"
"História do direito português"
"As represálias : estudo de história do direito português (sécs. XV e XVI)"
"O direito de regresso em matéria de represálias : estudo de história do direito, sécs. XV-XVI"
"Direito romano : considerações a propósito de um livro de Moreira Alves"

Fontes: Armando Luís de Carvalho Homem / Guitarra de Coimbra / Academia das Ciências / Geneall.net / Fotos: blog Marionelissima / Geni

Viscondes de Lagos

Título criado por D. Carlos I, rei de Portugal, por decreto de 04-04-1891, a favor de
José Luís Ferreira Rodrigues Júnior, 1º visconde dos Lagos

1. José Luis Ferreira Rodrigues Júnior, 1º visconde dos Lagos (mais informações)
2. Maria Manuela Joana Ferreira Corte-Real de Albuquerque, 2ª viscondessa dos Lagos * 1905
3. Rui Manuel Côrte-Real de Albuquerque, 3º visconde dos Lagos * 1933
 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mário Correia Teles de Araújo e Albuquerque (1898-1975), Professor Universitário e Político

Mário Correia Teles de Araújo e Albuquerque nasceu em Viseu em 9 de Março de 1898, filho do albergariense Alexandre Albuquerque (1875-1937) (figura destacada da Academia Coimbrã em finais do séc. XIX, sendo então conhecido por "Xandre").

Formou-se em Direito e em Ciências Históricas e Geográficas na Universidade de Coimbra. Iniciou a carreira docente na Universidade de Lisboa em 1932, na Secção de História e de Estudos Brasileiros.

Foi deputado em várias legislaturas da Assembleia Nacional (II, III, V e VI, nestas 2 últimas pelo ciclo de Aveiro) e foi vereador da Câmara Municipal de Lisboa.

Publicou diversos estudos sobre as navegações portuguesas e a sua expansão pelo Mundo. Entre outras obras publicou: "O Significado das Navegações e Outros Ensaios", "Os Poetas de Lisboa" e a "Efígie de Mouzinho, Lisboa, 1956".

Faleceu em Lisboa em 5 de Janeiro de 1975

Fontes: "O Grande Livro dos Portugueses" / APP

Mais informações: Guitarra de Coimbra

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Mafalda Portela brilha em "Morangos com Açucar"


Mafalda Portela é uma jovem cantora e actriz que interpreta o papel de Tatiana na IX série dos "Morangos com Açucar" (Segue o teu Sonho).

Mafalda, que irá lançar brevemente o seu primeiro disco, com o nome artístico de Missy M, nasceu em Mirandela (considera-se uma "mulher do Norte"), mas vivia, até integrar o elenco da série da TVI, em Albergaria-a-Velha, onde estudava no Colégio de Albergaria.


O produtor musical, João Barbosa, adicionou o guitarrista, da sua banda na altura, no facebook, e viu fotos da banda e da Mafalda. E adicionou-a também. Falou com ela e perguntou-lhe se estaria interessada em participar num casting musical. Na altura, achou estranho que o contacto fosse via facebook. Trocaram e-mails. Fez o casting no dia 11 de Junho. E no dia 15 já estava em Lisboa.



Como surgiu a ideia de participares num casting para os MCA9? Foi um acontecimento espontâneo ou ponderado ?

Surgiu-me a oportunidade de fazer o casting praticamente de um dia para o outro. Foi espontâneo, nem pensei duas vezes. Apanhei um comboio e lá me aventurei sozinha por Lisboa. (...)


Como tudo começou ?

Eu não fiz o percurso normal que o resto do elenco fez. Nem sei muito bem como funciona. Sei que há castings, workshops e depois vão sendo escolhidos para o elenco. O elenco já estava todo escolhido, mas faltava a pessoa para fazer de Tatiana Branco. A duas semanas de começarem as gravações fui contactada para fazer um casting musical... passado dois dias soube que me tinham escolhido e aqui estou eu.



Sobre o percurso no Colégio de Albergaria

Tudo começou quando comecei a participar num evento chamado "Escoliadas" através do colégio que eu frequentava, o Colégio de Albergaria. Nas Escoliadas as escolas participavam com provas de teatro, música/dança, pintura, claque, etc ....

Comecei a fazer teatro e a cantar pelo colégio, durante os anos que estudei lá. As Escoliadas despertaram o bichinho das artes de espectáculo em mim.

(...) naquele colégio tudo marca. Sejam professores sejam colegas. Não se pode classificar o Colégio de Albergaria como um colégio/escola normal. Ali dentro somos uma grande família.

Tenho grandes recordações dos anos que estudei lá. Estávamos sempre envolvidos em projectos fora da escola, organizávamos festas e saraus brutais. Era fantástico. Alunos e professores trabalhavam em conjunto para diversas actividades e nunca estávamos parados ! Posso mesmo dizer que foram os melhores anos da minha vida.

Fontes: Entrevista MaisTVI.blog (adaptada) / facebook / Entrevista MCA

quarta-feira, 18 de maio de 2011

João Belló de Oliveira e Silva (1904-1982)

João Belló de Oliveira e Silva nasceu em Valmaior (Albergaria-a-Velha) a 28 de Junho de 1904. Era filho do Prof. Silvestre Mendes da Silva e de sua mulher D. Angelina Augusta de Oliveira.

Fez a instrução primária em Valmaior. Posteriormente frequentou o Liceu Rodrigues de Freitas, no Porto (1912-14), o Liceu José de Estêvão, em Aveiro (1914-19) e o Liceu José Falcão, em Coimbra (1919-20).

Obteve a licenciatura em Medicina, em 1927, pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, e em Direito, em 1930, e também se diplomou com o Curso Superior de Medicina Legal e com o Curso de Hidrologia e Climatogia pela mesma Universidade. Em 1942 doutorou-se em Medicina.

Em 1927 é convidado para Assistente de Histologia e Embriologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, aí se mantendo até 1930, altura em que passa a Assistente de Fisiologia, entrando para o Instituto de Fisiologia e Química Fisiológica onde se consagra ao estudo da Endocrinologia, Psicobiologia e Neurobiologia.

Entre 1934 e 1936 faz diversos estágios, nomeadamente em Lisboa, Nancy e Bruxelas, altura em que regressa e passa a Professor Auxiliar de Fisiologia e Química Fisiológica, onde se manteria até 1942, altura em que apresentou tese de Doutoramento sobre o tema "Da Hipófise à Neuroendocrinologia", e passou à categoria de Professor Extraordinário.

Desde 1937 era também Director do Curso de Química Fisiológica e foi o principal organizador do Instituto de Fisiologia e Química Fisiológica daquela Universidade, onde se dedicaria por alguns anos à Investigação e à docência.

Em Maio de 1953 ascendeu a Professor Catedrático de Fisiologia da Faculdade de Medicina de Coimbra. Fez parte da Comissão das novas instalações daquela faculdade, participou em diversas reuniões e congressos internacionais e pertenceu a diversas sociedades científicas. Publicou igualmente mais de três dezenas de obras científicas.

Angola

Em 1963, com a recente criação da Universidade de Angola, o Professor Oliveira e Silva foi nomeado, em Comissão de Serviço, Professor titular e Director da Faculdade de Medicina em Luanda. Ai, foi também colaborador do Instituto de Investigação Cientifica de Angola.

Além das funções docentes, fez clínica como Médico Psiquiatra e Endocrinologista.

Em Maio de 1974, atingindo o limite de idade, proferiu a sua última lição como Professor Catedrático de Fisiologia, intitulada "Diante do Cérebro Humano".

Pinhel

Retirou-se para Pinhel, terra natal de sua Esposa, vindo a falecer em 2 de Fevereiro de 1982.

Foi homenageado, a título póstumo, no centenário do seu nascimento, em 27 de Junho de 2004, pela Câmara Municipal de Pinhel.

Aquando da homenagem ao prof. João Belló foi também colocada uma placa toponímica na rua Oliveira Silva que já existe há alguns anos mas que a maior parte da população não relacionava com a pessoa de João Belló de Oliveira Silva.

Foi igualmente atribuido o Prémio Professor Belló a jovens oriundos do concelho de Pinhel que entraram para as Faculdades de Medicina e de Direito da Universidade de Coimbra.

Fontes/Mais informações: Delfim Bismarck Ferreira, “Valmaior ao longo dos séculos” / Rádio Elmo / Câmara Municipal de Pinhel (fotos) / Grande enciclopédia portuguesa e brasileira (adaptado)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

(Antiga) Escola Conde Ferreira

No município de Albergaria-a-Velha apenas existe um edifício classificado como Escola Conde Ferreira.

Actualmente, e após obras de requalificação, este edifício [conhecido como escola do Tribunal] alberga a Biblioteca Municipal e a Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha.

Legado financeiro

No ano de 1866, o Conde Ferreira deixa em testamento (Março), um legado financeiro de 144.000$000 réis ao qual se juntará um subsídio complementar de 10.000$000 réis do governo destinado à construção de 120 casas escolares.

Como forma de regulamentar esta acção edita-se uma portaria, datada de 20 de Julho do mesmo ano. Nos vários requisitos estipulados nesta legislação impõe-se uma área de terreno circundante ao edifício, com planta preestabelecida, não inferior a 600 m2; além da comparticipação das entidades locais (Câmara, no caso concreto) de uma "verba não inferior a 400$000 réis para a construção da escola pretendida".

Escolas Conde Ferreira

O Conde Ferreira foi um dos grandes impulsionadores da instrução pública em Portugal. Deixou um legado para a construção e mobília de 120 escolas primárias de ambos os sexos em terras que fossem cabeças de concelhos, todas com a mesma planta e com habitação para o professor, sendo depois de terminadas entregues às respectivas juntas de paróquia.

O seu custo por unidade não deveria exceder 1 200$000. (...)

91 escolas em todo o país

Foram muitas as autarquias que concorreram e este foi o primeiro passo para o surgimento, em vários municípios, de norte a sul de Portugal, de edifícios com uma arquitectura simples, funcional e facilmente identificável. (...)

Das 120 escolas previstas no testamento do conde, foram construídas 91, das quais 21 foram, entretanto, demolidas. As restantes 70 continuam a funcionar para os mais diversos fins, desde ensino a serviços municipais, passando por sedes de juntas de freguesias, bibliotecas, museus municipais ou mesmo instalações de forças de segurança

Outras Características

A escola Conde Ferreira, seguindo um projecto apresentado em 1866, é encimada por um pequeno frontão, que lembra um campanário, apresentando-se como contraponto da igreja, com a qual procura concorrer, sendo um símbolo do positivismo nascente, aliado do progresso e da transformação social.

Conde Ferreira (1782—1866)


Joaquim Ferreira dos Santos foi um comerciante e filantropo natural do Porto.

Tendo conseguido uma grande fortuna no Brasil e em África, em boa parte pelo tráfico de escravos de Angola para o Brasil, após o seu regresso a Portugal dedicou-se à filantropia: fez construir 120 escolas primárias em Portugal e contribuiu com valiosos donativos para a Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, para a Santa Casa da Misericórdia do Porto e para outras instituições de beneficência.

Fontes/Mais informações: wikipedia / Assembleia Municipal de Sesimbra

Colaboração: Mário Martins (foto)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Domingos Bismarck Bento Soares (1913-1982)


Domingos Bismarck Bento Soares nasceu em 18 de Novembro de 1913, em Angeja, filho do Prof. Manuel Bismarck Lopes da Silva Bento e de sua mulher D. Maria José Soares de Sousa.

Fez a instrução primária em Angeja [concelho de Albergaria-a-Velha], à qual se seguiu o internamento no Instituto das Missões Laicas, no Porto (Carreira Colonial, Quadros Administrativos), onde cursou durante cerca de dois anos, até à dissolução daquele instituto.

Em 1924, passou a residir em casa de seu irmão mais velho, Manuel Bismarck, no Porto, e emprega-se na "Casa Proudhom", confeitaria situada na Rua 31 de Janeiro, continuando os seus estudos no Colégio da Boa Vista.

Actividade de professor primário

Completado o ensino liceal, matriculou-se em 1937 no Instituto do Magistério Primário do Porto, concluindo aquele curso em 1939 e conseguindo colocação como Professor Primário Agregado na Escola Primária da Murtosa (Aveiro).

Em 13 de Setembro de 1940, casou com a Prof.ª D. Guilhermina Ribeiro de Barros, que fora sua colega no Instituto do Magistério Primário. Ainda em 1940, o casal conseguiu colocação como Professores Primários Agregados em São João da Madeira, altura em que ficam a residir em casa de sua irmã Prof.ª D. Sofia Bismarck, em Espinho.

Gondomar

Em 1 de Outubro de 1941 foi colocado como Professor Primário Efectivo na escola Primária de São Cosme, Gondomar, e, ao abrigo da Lei dos Conjugues, D. Guilhermina foi colocada na Escola Primária de Vinhal, também em Gondomar, onde ambos exerceram durante longos anos. Em 1959 foi nomeado Delegado Escolar do Concelho de Gondomar, cargo que viria a ocupar até 1975, altura em que ambos se aposentam.

Desde 1949 até 10 de Março de 1982, data do seu falecimento, o Prof. Domingos Bento Bismarck fez parte dos órgãos sociais do Orfeão de Gondomar, desempenhando os cargos de Presidente da Direcção, do Conselho Fiscal e da Assembleia Geral. Em 1985 foi na sede daquele Orfeão baptizada uma sala com o seu nome e descerrado o seu retrato. Foi Sócio Honorário do Orfeão de Gondomar.

Descendência

Tiveram o único filho de nome Augusto Manuel Ribeiro de Barros Bismarck, que viria a ser Coronel do Exército Português e Empresário.

Autor de manuais escolares

O Prof. Domingos Bismarck, como era conhecido, foi autor de inumeros manuais escolares nas áreas de História, Geometria, Aritmética, Gramática Portuguesa, Ciências Naturais, etc., alguns dos quais em co-autoria com o Prof. J. Teodoro Gomes (...)

Catálogo

Fontes: Delfim Bismarck, Jornal de Albergaria nº 380 (adaptado; n/ intertítulos) / Geneall

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Pedro Camões nomeado administrador da Universidade do Minho (UM)

Pedro Jorge Sobral Camões, natural da Branca, professor auxiliar da Escola de Economia e Gestão da UM, foi nomeado administrador da instituição em regime de comissão de serviço no passado dia 4 de Dezembro.

Segundo os estatutos da UM, compete ao administrador a gestão corrente da instituição, orientando e coordenando as actividades e os serviços da universidade, no âmbito administrativo, patrimonial e financeiro, sob a direcção do reitor. (...)

O novo administrador é licenciado em Administração Pública pela UM, mestre em Administração Pública com uma dissertação sobre a tomada de decisão, com concentração em gestão pública e doutorado pela Universidade da Carolina do Sul (EUA) com uma tese sobre a descentralização financeira na Europa Ocidental, na especialização de gestão e políticas públicas.

Fonte: Correio do Minho

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Iracema Santos Clara, professora

Iracema Gomes da Silva Santos Clara nasceu em Albergaria-a-Velha, em 25 de Fevereiro de 1941, na residência dos avós maternos (Professores João Gomes e Joana Octávia Fernandes Leal), na rua Castro Matoso.

Feitos os estudos primários na terra natal, no então chamado regime de ensino doméstico, à excepção de um ano em que houve frequência da escola do Conde de Ferreira, prossegue os estudos liceais no Porto, em colégio privado, terminando no Liceu de José Estêvão em Aveiro.

Posteriormente ingressa nas Universidades do Porto e Coimbra, concluindo a Licenciatura em Ciências Matemáticas em 1963. Casou, em 1963, com Manuel Alberto Botelho dos Santos Clara, oficial do Exército. Não tem descendência.

Durante mais de 4 décadas, exerceu funções de docente de Matemática do ensino secundário em Vila Nova de Gaia, Porto, Angola (Moçâmedes e Luanda) e Timor-Leste (Dili e Baucau).

Durante o seu percurso profissional (e cívico) colaborou igualmente, de forma activa, na organização e condução/participação em conferências, debates, seminários, entrevistas e produção de opinião quer presencialmente quer através da TV ou da rádio.

Procurou, desde sempre, bater-se pelo cumprimento dos direitos/deveres humanos e pela assunção da importância do professor como actor/autor na senda da mudança, sendo de realçar a sua intervenção como Dirigente sindical, com a coordenação do departamento da Educação para o Desenvolvimento, entre os anos de 1997 e 2003.

Com uma intensa actividade ligada à formação de professores, foi igualmente co-autora de manuais escolares, para a prestigiada Porto Editora, bem como colaboradora permanente do Jornal mensal “A página de Educação – Educação e Culturas” durante o período de 1993/2003.

Co-organizadora e co-autora de "(Re)Viver Abril com Zeca Afonso", "Pedagogia para a Igualdade – uma escola não sexista" e "Por uma pedagogia da não violência – construir a paz hoje e sempre", publicou, mais recentemente, "Da cadeira inquieta", colectânea com as Vivências partilhadas emotivamente com os leitores do jornal a "Página da Educação".

Sinopse de “ Da cadeira inquieta”

Queria ter sido arquitecta mas, por circunstâncias várias, não o foi de diploma, não perdendo, apesar disso, a vontade de fazer esquissos de projectos na forma de palavras escritas. Ao longo do seu percurso, a autora conviveu com gentes e culturas diversas que enriqueceram o exercício de reflexão sobre problemas do mundo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

João Gomes, professor (1888-1956)

Natural de São Paulo de Frades, distrito de Coimbra, foi colocado em Albergaria na Escola Primária Masculina, após ter concluído o Curso do Magistério em Coimbra.

Na nossa terra se fixou para sempre ao casar-se, em 1914 com a professora da Escola Primária Feminina, D. Joana Octávia Fernandes Leal, senhora da sociedade albergariense (filha do pintor, fotografo e retratista Cristiano Vicente Leal e da professora primária Guilhermina Augusta Fernandes de Almeida Leal).

Do casamento nasceram três filhas: Maria do Céu Leal Gomes (1914-1914), Maria Idília Leal Gomes Vieira (1916-1980 aprox.) e Marília Orlanda Leal Gomes e Silva (1918-1990), todas naturais de Albergaria-a-Velha.

Ensinou durante quatro décadas, com rispidez e proveito, milhares de rapazes da nossa terra. Para além da sua vida profissional foi figura prestimosa, pois, durante anos, comandou os Bombeiros e mais tarde veio a pertencer à sua comissão reorganizadora. Foi presidente, durante anos difíceis, do Sporting Clube de Albergaria.

Por diversas vezes vereador da Câmara Municipal, foi proficiente vice-presidente quando da activa presidência de Américo Martins Pereira, a quem substituiu, após a sua morte, embora durante um curto período, como Presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha.

Após a passagem à reforma, foi residir com sua filha Maria Idília, no Porto, o mesmo acontecendo com sua mulher. João Gomes faleceu no Porto em 1956 e Joana Octávia faleceu na mesma cidade em 1959 (aprox.).

As filhas Maria Idília e Marília Orlanda, professoras do ensino primário, residiram, a primeira no Porto desde o seu casamento até à sua morte e a segunda exerceu a docência em Albergaria-a-Velha, Évora e Porto, cidade onde faleceu.

Maria Idília não teve descendência e Marília Orlanda teve, do seu casamento com Paio Silva, uma filha, Iracema Gomes da Silva Santos Clara (1941/…), professora do ensino secundário na situação de reformada e residente no Porto.

Fontes: "Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha", António Homem de Albuquerque Pinho / Iracema Gomes da Silva Santos Clara (neta)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

António Cunha, professor universitário (Suíça)

Natural de São João de Loure ("É uma terra mágica...porque é minha!"), António Cunha é Formado em Economia e Geografia, sendo professor universitário na Suíça onde dirige o Instituto de Geociências da Faculdade, em Lausanne.

Além de Docente na Faculdade é investigador, redactor de temas científicos e colaborador em jornais e revistas.

Ergue igualmente a bandeira do associativismo e bate-se pelos emigrantes – consagra meio dia por semana, ao Fórum dos Emigrantes, em Berna – lamentando-se não concretizar mais objectivos porque, socialmente, o peso da filiação partidária é maior que o peso da filiação associativa.

Apesar de ter mais anos de vivência helvética, refere com orgulho que:

"primeiro o meu coração bate por Portugal, totalmente, embora esteja aqui há mais de 35 anos, assumo a minha portugalidade. Até o meu filho de 24 anos, apesar da mãe ser suíça, diz-se português e sente-se portugalizado; embora eu pense que a identidade, que ele pensa revelar a todos, não seja a verdadeira. Ele é mais 'misturado'."

Fonte: “Pessoas”, António Pinheiro e Luz Neto (2005)

sexta-feira, 3 de abril de 2009

José António de Oliveira Simões, Professor e Investigador

José António de Oliveira Simões nasceu em Albergaria-a-Nova em 1962, sendo Licenciado, Mestre e Doutor em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Actualmente é professor Associado com Agregação da Universidade de Aveiro e director da Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos.

É igualmente responsável pelas áreas de Biomecânica e Desenvolvimento de Produto na Universidade de Aveiro, coordenador do Grupo de Investigação em Biomecânica (GIBUA) e do Departamento de Investigação em Design Industrial (INDI-ESAD).

É autor ou co-autor de mais de 300 publicações (pedagógicas, cientificas e técnicas) em revistas e em conferências nacionais e internacionais e de 6 patentes (2 internacionais).

Recebeu diversos prémios de investigação científica, entre os quais o prémio Dr. João Manuel Espregueira Mendes da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia, e em diversos concursos de design industrial.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Rui Neto, Professor e Investigador


Rui Neto nasceu em Albergaria-a-Velha em 1959, tendo-se licenciado na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Actualmente é Professor na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Investigador no Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (INEGI) e
Director da Unidade de Fundição e Novas Tecnologias (CETECOFF)

Em 2003, o artigo “Glass and Carbon Fibre Reinforced Hybrid Composites for Epoxy Tooling”, da autoria dos investigadores do INEGI, Jorge Lino, Pedro Vasconcelos, Rui Neto e Armanda Marques, obteve o terceiro lugar no Concurso Internacional de Preparação de Amostras Compósitas para Materialografia.

Os autores do artigo receberam diplomas e foram premiados com 725 coroas dinamarquesas sendo, ainda, referenciados na revista “Struers Journal of Materialography”.

O artigo resultou de um trabalho de doutoramento, baseado num projecto da Fundação Ciência e Tecnologia, e contou com a colaboração do INEGI e o Departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Fonte: Inegi

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

António José Rodrigues Soares (1831-1898)


O reverendo padre António José Rodrigues Soares nasceu em Carvalhal, Ribeira de Fráguas, em 11 de Dezembro de 1831 e era filho de José Soares Rodrigues.

Bacharel formado em teologia, radicou-se em Aveiro, tendo sido fundador, director e proprietário do Colégio Aveirense, o qual foi inaugurado em 1873 numa casa da Rua do Sol. Segundo Marques Gomes ("Memórias de Aveiro", pg. 109), o Colégio Aveirense "prestou assinalados serviços nos campos da instrução e da educação".

Faleceu em 16 de Outubro de 1898.

Fonte: Calendário histórico de Aveiro

Foto: Aspecto da rua de José Estêvão (Aveiro) e antigo Canal do Cojo, com aqueduto ainda completo e antigo Colégio Aveirense

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Conservatório de Música da Jobra (CMJ)


O Conservatório de Música da Jobra (CMJ) foi criado no dia 3 de Outubro de 1986 como Escola Particular de Ensino Livre (...) No dia 3 de Agosto de 1994, o CMJ foi reconhecido como Escola de Ensino Oficial Artístico, tendo, numa primeira fase, ministrado os cursos básicos de Piano e Viola Dedilhada e, posteriormente, alargado o seu âmbito aos cursos de Flauta Transversal, Clarinete, Violino, Saxofone, Flauta de Bisel, Trompete e Percussão.

Atendendo às provas de qualidade, organização e dinamismo demonstradas, foi-lhe atribuída a autorização definitiva de funcionamento em 20 de Julho de 1999 pela Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), tendo a sua acção sido altamente valorizada pela inauguração do Centro Cultural da Branca em 29 de Abril de 2006.

No ano lectivo 2006/2007, o Conservatório abriu o curso básico oficial da Dança, reconhecido pela DREC, sendo a única escola a ministrar este curso no distrito de Aveiro, transformando-se numa verdadeira escola artística. Paralelamente, começou a ministrar o Curso Livre de Danças de Salão.

Continuando o seu desenvolvimento natural, no ano lectivo de 2007/2008, abriu diversos cursos em regime livre (Pintura, Teatro e Hip Hop) e criando também uma disciplina chamada Garage Band. Por outro lado, o curso de Música foi estruturado de forma a estar presente em todas as etapas da vida dos jovens (dos três meses de idade até à entrada para o ensino superior), com a criação da disciplina Música para Bebés e da Pré-iniciação.

No ano lectivo de 2008/2009, o CMJ apresenta várias novidades, com especial destaque para a abertura de dois Cursos Profissionais, de Nível III (10º, 11º e 12º ano): Instrumentista de Sopros e Percussão e Artes do Espectáculo - Interpretação, homologados pela DREC e com a possibilidade de encaminhar os alunos para o Ensino Superior.

Paralelamente, dá-se a abertura do Curso de Música Pop Rock e Jazz, um projecto inédito a nível nacional, e que apresenta como principais objectivos a promoção da formação artística, a dinamização da vida artística da região e o acesso ao ensino superior, na área do Jazz, no Porto, Lisboa e Évora.

Fonte: net (adaptado)

Videos: JobraCanal, Promocional