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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

ARMAB - Associação Recrativa e Musical Amigos da Branca


Fundada a 3 de Março de 1940, a ARMAB – Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca nasceu à sombra da igreja, para solenizar as cerimónias litúrgicas e animar as festas religiosas.


Após o seu ressurgimento em 1976, sobretudo pela iniciativa de Gualdino Silva, foi fomentada a aposta na formação através de uma Escola de música própria.


Actualmente, sob a direcção artística do Maestro Paulo Martins, a banda direccionou-se, na última década, para novos públicos e para uma nova forma de trabalho, mais profissional, conseguindo atingir um nível artístico pouco comum no nosso país.

Constituída por 85 elementos, a Banda prepara anualmente 3 temporadas – Natal/Ano Novo, Primavera e Verão – com repertório específico para concerto em sala, concerto ao ar livre e festas populares.


Durante muitos anos, a Associação utilizou as instalações da antiga Escola Primária das Laginhas, dispondo actualmente das instalações funcionais e modernas do Centro Cultural da Branca, nomeadamente de uma sala de ensaio geral que é uma das salas de maior dimensão do Centro Cultural.

Fonte: Armab (adaptado)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Conservatório de Música da Jobra (CMJ)


O Conservatório de Música da Jobra (CMJ) foi criado no dia 3 de Outubro de 1986 como Escola Particular de Ensino Livre (...) No dia 3 de Agosto de 1994, o CMJ foi reconhecido como Escola de Ensino Oficial Artístico, tendo, numa primeira fase, ministrado os cursos básicos de Piano e Viola Dedilhada e, posteriormente, alargado o seu âmbito aos cursos de Flauta Transversal, Clarinete, Violino, Saxofone, Flauta de Bisel, Trompete e Percussão.

Atendendo às provas de qualidade, organização e dinamismo demonstradas, foi-lhe atribuída a autorização definitiva de funcionamento em 20 de Julho de 1999 pela Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), tendo a sua acção sido altamente valorizada pela inauguração do Centro Cultural da Branca em 29 de Abril de 2006.

No ano lectivo 2006/2007, o Conservatório abriu o curso básico oficial da Dança, reconhecido pela DREC, sendo a única escola a ministrar este curso no distrito de Aveiro, transformando-se numa verdadeira escola artística. Paralelamente, começou a ministrar o Curso Livre de Danças de Salão.

Continuando o seu desenvolvimento natural, no ano lectivo de 2007/2008, abriu diversos cursos em regime livre (Pintura, Teatro e Hip Hop) e criando também uma disciplina chamada Garage Band. Por outro lado, o curso de Música foi estruturado de forma a estar presente em todas as etapas da vida dos jovens (dos três meses de idade até à entrada para o ensino superior), com a criação da disciplina Música para Bebés e da Pré-iniciação.

No ano lectivo de 2008/2009, o CMJ apresenta várias novidades, com especial destaque para a abertura de dois Cursos Profissionais, de Nível III (10º, 11º e 12º ano): Instrumentista de Sopros e Percussão e Artes do Espectáculo - Interpretação, homologados pela DREC e com a possibilidade de encaminhar os alunos para o Ensino Superior.

Paralelamente, dá-se a abertura do Curso de Música Pop Rock e Jazz, um projecto inédito a nível nacional, e que apresenta como principais objectivos a promoção da formação artística, a dinamização da vida artística da região e o acesso ao ensino superior, na área do Jazz, no Porto, Lisboa e Évora.

Fonte: net (adaptado)

Videos: JobraCanal, Promocional

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Jorge Fernando, músico e produtor


Jorge Fernando da Silva Nunes nasceu em Lisboa no dia 8 de Março de 1957.

Com quatro anos já cantava em colectividades de Lisboa. Muda-se com os pais para o Brasil. Com 11 anos regressa a Portugal tendo vivido com os avós (a Ti Preciosa e o marido) em Albergaria-a-Velha e depois no Barreiro.

Aos 13 anos faz parte do grupo Futuro. Passado pouco tempo começa a tocar para o fadista Fernando Maurício para quem compõe "Boa Noite Solidão". Deixa para trás a sua carreira de futebolista, onde chegou a internacional júnior.

Grava vários singles para a editora Alvorada, entre os quais o single "Trigueirinha" e outro com os temas "Se Me Pedisses Desculpa" e "Semente do amor".

Em 1976, com 19 anos, conhece Alcino Frazão, um dos maiores guitarristas da história do fado, e começa a tocar com ele. Um ano depois já fazia parte do grupo de Amália após substituir Alcino Frazão numa actuação com Carlos Gonçalves que o convida a tocar com Amália Rodrigues.

Acompanhou Amália à guitarra durante seis anos. Foi violista de Amália em discos como "Lágrima" (1983), "Com que Voz" (1985) e "Obsessão" (1990) e também em espectáculos por todo o mundo.

Concorre ao Festival RTP da Canção com "Rosas Brancas Para O Meu Amor" em 1983, o qual teve uma grande exposição pública. "Umbadá", "Mulata" e "Lua Feiticeira Nua" foram outros dos seus grandes sucessos no âmbito da chamada música ligeira.

Em 1989, publica o seu primeiro álbum de fados, intitulado "Boa Noite Solidão", tendo no entanto, dois anos depois, regressado à canção ligeira com o disco "À Tua Porta", do qual foi extraído o single "Há Sempre Alguém".

Em 1993, "Oxalá" viu a luz do dia, tendo o registo no ano seguinte sido considerado pela revista "Billboard" como um dos trabalhos portugueses com maiores possibilidades de comercialização no circuito da chamada música do mundo.

Prosseguiu com a sua carreira de fadista, tendo-se afirmado igualmente como um dos produtores e compositores mais reconhecidos da música portuguesa. É autor de temas como "Búzios", "Quem vem ao fado" ou "Chuva", tendo contribuído para a notoriedade de novos valores do fado como Mariza e Ana Moura.

Prémios e homenagens

Em 1988 é-lhe atribuído o Prémio de Popularidade por votação do público da Rádio Comercial.

A cidade italiana de Recanatti homenageou-o, no ano de 2003, em reconhecimento do seu talento como cantautor, produtor, instrumentista e impulsionador de novos talentos (Academia de Marco Poeta).

Na I Grande Gala dos Troféus Amália Rodrigues (2005) recebe o galardão de melhor Violista-Compositor.

Em 2006 recebe o galardão de Melhor Viola na II Grande Gala dos Troféus Amália Rodrigues.

Discografia (álbuns)

"Enamorado" - 1986
"Coisas da Vida" - 1988
"Boa Noite Solidão" - 1989
"Á Tua Porta" - 1991
"Oxála" - 1993
"Umbadá" - Colecção Caravelas - 1996
"Terra d'Água" - 1997
"Rumo ao Sul" - 1999
"Inéditos ao Vivo No Tivoli" - 2000
"Velho Fado" - 2002
"A Arte e A Música" - 2004
"Memória e Fado" - 2005

Produtor

Ana Moura
Argentina Santos
António Pinto Basto ("Notas à Guitarra")
José da Câmara
Mariza (álbum "Fado em Mim")
Paulo Bragança (álbum "Notas Sobre a Alma")
Rodrigo
....

Fontes: wikipedia, cotonete

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

José Nunes Vieira, o Gaiteiro de Frossos

Há quatro anos, durante a Romaria da Nossa Senhora do Socorro, no cimo do monte onde se situa o santuário (a dois quilómetros da vila de Albergaria-a-Velha), apercebemo-nos do som de uma gaita de foles. Aproximámo-nos e deparámos com quem a tocava: um homem, já idoso, que vinha acompanhado por três rapazes que tocavam caixa, bombo e pratos. ...

Foi assim que conhecemos o Sr. Zé, de seu nome completo José Nunes Vieira. Nasceu há mais de 80 anos em Frossos, onde vive ainda hoje (Frossos fica situado no Concelho de Albergaria-a-Velha).

Quem o quiser encontrar poderá perguntar pelo Sr. Zé-o gaiteiro, ou pelo Sr. Zé-o ferreiro, pois exerceu esta actividade profissional durante muitos anos.

Ainda hoje vai ocasionalmente à sua oficina onde trabalha com um velho fole de ferreiro, daqueles que “agora já são difíceis de encontrar”.

Quando o Sr. Zé era novo, antes de tocar gaita, tocava flauta, “daquelas com chaves”, acompanhado por caixa e bombo.

A sua primeira gaita de foles foi comprá-la a Taveiro, perto de Coimbra,
“a um homem que as fazia”. Esta tinha, no entanto, um senão: o fole da gaita, que era de pele, tinha previamente servido para guardar azeite, exalando por isso um odor que não agradava ao Sr. Zé.

A gaita que utiliza actualmente já foi comprá-la à Galiza. As palhetas e os palhões (que ele próprio manufactura) são feitos, respectivamente, de plástico, a partir de embalagens de iogurte, e de cana.

Além de tocar em festas e Romarias, também é contratado para fazer peditórios. Houve uma vez até que, excepcionalmente, foi contratado para tocar num compasso Pascal numa aldeia perto de Viana do Castelo. Também já tocou para animar “bailaricos”. Certa vez fê-lo tocando ao desafio com o sr. Hélio do Paço, um gaiteiro de Pinheiro, localidade vizinha de Frossos. Quando um terminava de tocar uma música o outro repetia-a e assim sucessivamente. Isto enquanto tudo dançava ao som das gaitas.

O primeiro gaiteiro que o sr. Zé conheceu foi um tio do sr. Hélio do Paço, infelizmente já falecido (o sr Hélio já vai nos sessenta e muitos). Por sua vez, o mais jovem tocador de gaita daquela zona, um rapaz de vinte e poucos anos que, como gaiteiro, merece todos os elogios do sr. Hélio, emigrou recentemente para o Canadá.

Um pormenor interessante a realçar está em que os três gigantones que tivemos oportunidade de observar, imóveis e mudos, guardados no celeiro do Sr. Zé, são da autoria do próprio, que os utiliza para animar algumas festas em que participa.

Fonte: Henrique Oliveira; Publicado em "Gaita-de-Foles" - ( revista da APEDGF ) ; nº1- Abril de 2001
(direitos reservados)

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Filarmónica Angejense


A Associação de Instrução e Recreio Angejense (AIRA) foi fundada a 13 de Setembro de 1867, sob o nome de “Philarmónica Angejense”, sendo a segunda banda mais antiga do concelho de Albergaria-a-Velha.

A escritura foi efectuada no tabelião de Sousa de Paus, lugar pertencente a Freguesia de Alquerubim, mas que naquela altura era sede de concelho de Albergaria-a-Velha.

Os instrumentos para a mesma custearam no Porto a quantia de 400 mil réis. Este dinheiro foi pedido à Caixa Económica de Aveiro, sendo seu fundador o sócio Manuel Nunes Ferreira Abreu.

Como primeiro maestro teve o Padre António Santos, desta freguesia.
Tendo sido elaborados e aprovados os seus Estatutos em 1909, a Philarmónica Angejense, passou a ser parte integrante de "Associação de Instrução e Recreio Angejense".

Com cerca de 600 associados, prossegue hoje a sua actividade, mais do que nunca virada para a Banda de Música - composta por 50 músicos de sopro e de percussão, Orquestra e Escola de Música.

Fonte: J. F. Angeja

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Fernando Flores, Músico e Professor

Artur Fernando Camões Flores nasceu em Albergaria-a-Velha em 1941. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música do Porto. Em Lisboa, estudou na classe do Prof. Johannes Auersperg, no Conservatório Nacional.

Em 1964, parte como bolseiro da Fundação Gulbenkian, para Regensburg na Alemanha, onde recebe, durante três meses, lições particulares do Prof. Schlechtleitner, seguidamente vai para Salzburg onde prepara o exame de admissão à Academia de Viena (Escola Superior de Música) com o Prof. Burgschwendler, docente do Mozarteum de Salzburg.

Em 1969 conclui o Curso Superior de Contrabaixo da Academia de Viena, com a mais alta classificação, tendo como Mestre durante quatro anos o Prof. Ludwig Streicher.

Participou em 1970 no Curso Internacional de Música de Câmara dirigido pelo Prof. Enrico Mainardi no Mozarteum de Salzburg, assim como em todos os Cursos Internacionais de Música da Costa do Sol orientados pelo Prof. Ludwig Streicher.

Integrou como instrumentista convidado, entre outras, a Orquestra Filarmónica de Viena, a Orquestra Estatal da Ópera de Viena, Mozarteum de Salzburg, Tonkunstler de Viena, òpera de Linz, ópera de Regensburg e Sinfónica de Kattovice (Polónia).

Integrou vários agrupamentos de Música de Câmara, actuando como solista na Orquestra de Câmara de Lisboa. Foi Contrabaixista da Orquestra Gulbenkian durante 34 anos. Foi componente da Orquestra La Folia e Orquestra Sousa Carvalho desde a sua fundação. Foi Professor de Contrabaixo no Conservatório Regional de Setúbal e de Contrabaixo, Música de Câmara e Orquestra no Conservatório D. Dinis.

É Professor na Academia de Amadores de Música, em Lisboa, desde 1974 leccionando as cadeiras de Contrabaixo e Música de Câmara.

Em 2004 orientou um Curso de Contrabaixo na Escola Superior de Música de Santiago de Compostela.

É frequentemente convidado a orientar cursos de Contrabaixo na Escola de Música do Fundão. Ao longo destes anos de docência, muitos alunos seus tornaram-se profissionais, ocupando lugares de destaque não só em Portugal como no estrangeiro, seja nas Orquestras Sinfónicas, no Jazz, na Música de Diversão ou no Ensino.

Para complementar a formação profissional dos seus alunos, fundou o Quarteto de Contrabaixos da Academia de Amadores de Música, que é uma formação aberta onde participam os estudantes finalistas ou recém-formados. Para este agrupamento os compositores Fernando Lopes Graça e Alexandre Delgado compuseram expressamente obras que foram executadas com a presença dos autores.

Fonte: Academia de Amadores de Música

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Chão Nosso


O grupo "Chão Nosso" foi formado na vila da Branca em Outubro de 2000, e assume-se como um projecto pop que pretende "dar a conhecer ao mundo, o gosto de fazer música em português".

Começaram por fazer versões de temas conhecidos, tendo apostado, desde 2001, em originais, sendo "Fugir do Chão" o seu primeiro tema.

Gravaram em 2004 uma maqueta com 5 temas originais ["Gravidade", "Última Ciência", "Não vou fugir do Chão", "Estares Aqui", "Radio Sintonia"].

Alguns destaques

* Participaram em diversos festivais: Canção-Vida (Ílhavo), Colinas Bar (Branca), "Viver a Vida sem Drogas" (Albergaria-a-Velha), Copu Bar (Lourosa)

* Vencedores do Concurso Canção de Abril, com uma versão de "Canto Moço" de José Afonso (Arena Bar)

* Participação em programas de TV: XPTO (NTV), Praça da Alegria (RTP)

Fontes: Myspace, Palco Principal


Temas como "Demora", "Contos de Fadas" e "Depois do Fim" poderão ser ouvidos no Myspace ou aqui.

Actuais membros da Banda:

* Ana Lea [voz]
* Bruno Moreira [Flauta Transversal]
* Henrique Tavares [Trompete]
* Paula Gomes [teclado]
* Pedro Teixeira [Guitarra Eléctrica]
* Filipe Nadais [Baixo Eléctrico]
* João Martins [Bateria]

Ana Lea Silva, residente em Aveiro, alcançou recentemente o segundo lugar na primeira edição do Concurso/Curso "À procura de uma Estrela", organizado pelo Conservatório de Música da JOBRA (CMJ).

Actualmente estão em sexto lugar no concurso "Rock Rendez Worten" (iniciativa da Worten inspirada no mítico Rock Rendez Vous dos anos 80), tendo sido referenciados na publicidade ao evento na revista Blitz de Junho de 2008.

Curiosidade: "Chão Nosso" é o nome do primeiro álbum dos Trovante

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Fátima Santos

Fátima Santos nasceu em Carvalhal, Ribeira de Fáguas, tendo emigrado para os Estados Unidos da América em 1985, residindo actualmente em Bloomfield, Nova Jérsia (costa leste dos EUA).

Começou por cantar na igreja local. Influenciada pelo estilo operático da canção de Coimbra e por artistas consagrados como José Afonso, Luis Goes e Fernando Rolim, decidiu dedicar-se a esse estilo de música, tradicionalmente masculino, e a outras formas de música portuguesa.

Fátima Santos lançou em 2003 o seu álbum de estreia, "Nostalgia", tendo participado igualmente no disco "Coimbra Fado" do grupo conimbrincense Aeminium.

Encontra-se agora a gravar dois discos: "Coimbra", um roteiro musical pelos diversos tipos de canção de Coimbra, e “Nitidez do Comum”, com originais de José Luis Iglésias.


Presença assídua no Sport Club Português (Newark), Fátima tem realizado diversos espectáculos na área de Newark, nomeadamente:

* "O Andarilho das Bruxas - A Tribute to Jose Afonso"
* "Entre Noitada e Noitarte", uma noite de Fado e Arte
* "Foi Pelo Sonho Que Fomos", uma peça de Augusto Amador e Proverbo
* "All That Fado"
* "Rural and Urban Songs from Portugal"

Em Portugal já realizou espectáculos em Águeda (Dorfeu), Coimbra (FNAC), Porto de Mós, Albergaria-a-Velha, entre outros.

Fátima Santos prossegue igualmente os seus estudos de “bel canto” com a prestigiada soprano russa Irina Rindzuneré, sendo membro da New Jersey Association of Verismo Opera (North Bergen, NJ). Fátima participou nas óperas “La Traviata” (Verdi), “I Pagliacci” (Leoncavallo), “Cavalleria Rusticana” (Mascagni) e “The Merry Widow” (Lehar).

Fontes: Fátima Santos / site oficial

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Inauguração do "Monumento à Música" em S. João de Loure


"A música está no sangue de toda a gente da freguesia, na sua maneira de estar!". Adalberto Póvoa, Presidente da Junta de Freguesia de S. João de Loure, resumiu, assim, a importância desta arte para a comunidade local e que agora está materializada no Monumento à Música, inaugurado na tarde de 1 de Maio, na rotunda junto à Clínica Dr. Sizenando.

Para o autarca, a escultura é uma justa homenagem a um factor de união entre a população, com apenas dois mil e duzentos habitantes, mas com duas bandas de música, com respectivas escolas, e grupos de cantares que, nos últimos tempos, têm recolhido e promovido velhas cantigas locais.

"A música é um marco importantíssimo da nossa cultura" e, como tal, Adalberto Póvoa deixou expresso o seu desejo de ver erguido um centro cultural na freguesia. João Agostinho Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, reconheceu que "a música é a força desta terra" e afirmou que a autarquia já se encontra a desenvolver o projecto para a construção da tão desejada infra-estrutura cultural.

Nesta tarde de festa, em que todas as colectividades locais estiveram representadas, a população pôde desfrutar de um espectáculo musical com o Grupo de Cantares “A Espiga”, a Banda Velha União Sanjoanense, o Grupo de Cantares de S. João de Loure e a Banda Recreativa e Cultural União Pinheirense. A seguir, todos desfilaram pelas ruas até ao edifício da Junta de Freguesia de S. João de Loure, onde decorreu uma cerimónia de homenagem aos Presidentes de Junta que exerceram funções após o 25 de Abril.

Fonte: Câmara Municipal



O monumento tem três metros de altura e é totalmente composto por peças em ferro metalizadas e posteriormente pintadas. O monumento foi desenhado por Eduardo Costa Ferreira, arquitecto da autarquia Albergariense, que juntou as formas da clave de sol, clave de fá e de uma pauta musical para criar uma representação estilizada da música.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Banda Recreativa União Pinheirense


A Banda Recreativa União Pinheirense , com sede no lugar de Pinheiro, freguesia de S. João de Loure, foi fundada em 1948, sendo a Banda de Música mais jovem do Concelho de Albergaria-a-Velha.

Por volta de 1940/42 (em plena Segunda Guerra Mundial), o Maestro Joaquim Marques Baeta residente no lugar de Pinheiro, freguesia de S. João de Loure, pretendeu que os ensaios regulares da “Velha União” se realizassem em Pinheiro. Isto gerou tão grande discórdia que houve uma cisão no grupo, surgindo assim uma nova associação musical (1948), a Banda Recreativa e Cultural União Pinheirense, que ainda se mantém em actividade.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Banda Velha União Sanjoanense


A Banda Velha União Sanjoanense é uma das mais antigas filarmónicas do país, tendo sido fundada a 1 de Janeiro de 1826 por António José de Andrade, que terá sido o seu primeiro regente, e pelos padres Alexandre da Silva e Joaquim Dias, com a designação de “Filarmónica de S. João de Loure”.

Tudo começou nos festejos de S. Silvestre, junto à ermida com o mesmo nome e que também dá nome ao local onde está situada – Cabeço de S. Silvestre em S. João de Loure. Por esta altura, actuava apenas em festejos de índole religiosa pelo que o seu repertório se cingia a música sacra e pouco mais. Actuavam também em “cavalinho” ao que hoje chamamos “charangada”. Em 1908 devido a políticas da época (estava-se no fim da Monarquia e advento da República e as lutas conhecidas não deixaram de se traduzir na vida da colectividade), esta Filarmónica deu origem à “Banda Nova”, que poucos anos durou. A “Velha União” (assim passou a designar-se) sobreviveu e rejuvenesceu.

Em 1930, a Banda ganhou o I Prémio no Certame Nacional de Filarmónicas em Sernada do Vouga tocando primorosamente “El Barbero de Sevilha” de Rossini, em 1930.

Por volta de 1940/42 verificou-se uma discórdia que motivou uma cisão no grupo, tendo surgindo a Banda Recreativa e Cultural União Pinheirense.

No ano de 1995, a “Velha União” recebeu a medalha de Mérito Municipal.

Fonte: página oficial


 Foto: Rogério Policarpo (em grupo do Facebook "Amo a minha terra"

segunda-feira, 17 de março de 2008

Skypho ficam em 1º lugar entre cerca de 40 bandas nacionais


Os Skypho obtiveram, no passado dia 25 de Fevereiro, o primeiro lugar no 1º concurso de bandas de garagem do “Different Caffé” em Rio Meão, entre as cerca de 40 bandas nacionais dos mais diversos géneros musicais.

A banda actuou recentemente nas três lojas FNAC do distrito do Porto, bem como no programa “Aquário” do Porto Canal.

O grupo de Tribal Metal lançou o EP “Nowhere Neverland” em Maio de 2007, esperando entrar em estúdio novamente no segundo semestre de 2008.

Do seu currículo consta igualmente igualmente a actuação na primeira parte de grupos famosos como os Moonspell e a vitória num concurso de música moderna promovido pela AAUBI (Universidade da Beira Interior).

Fonte: Jornal de Albergaria

O grupo tem actuado igualmente em diversos locais do concelho (Colinas Bar, Salvador Caffe, Quizz).

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Primeiro Video dos "Skypho" (Grupo de Tribal Metal)

Finalmente está pronto o primeiro videoclip desta banda de Albergaria-a-Velha. O tema é "My Insomnia" e obviamente é o single de apresentação do novo E.P."Nowhere Neverland". O Clip foi gravado por Nuno Marques (Videojunk).

O EP "Nowhere Neverland" já foi alvo de divulgação em diversos meios ligados a sonoridades mais pesadas, nomeadamente nos sites "Metal Temple" da Grécia e "Stormbringer" na Áustria.




Site: http://skypho.com/