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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Reabertura da "Estalagem dos Padres" como Alojamento Local (2018)


A Estalagem dos Padres foi fundada por dois irmãos, Padre Manuel Gonçalves e Padre José Bernardino Gonçalves, em 1818. Precisamente duzentos anos depois, e depois de diversas utilizações, o edifício original foi reabilitado e abre com as mesmas funções.

O edifício, de interesse municipal, foi adquirido em 2015 por José Parente, que conjuntamente com a sua filha Catarina, optaram por preservar a casta original e manter o mesmo nome, ligando assim a inovação com a tradição, e o antigo com o moderno.

 

Decidiram atribuir aos quartos os nomes de personalidades que por aqui passaram como Ramalho Ortigão ou D. Manuel II, valorizando assim a componente histórica do imóvel.

O projecto de arquitectura foi da responsabilidade da empresa Inch, de Henrique Chaló. O alojamento tem uma lotação máxima de 30 pessoas, 5 suites com casa de banho privativa e 4 camaratas com beliches (duas com lotação para para seis pessoas e duas com lotação para quatro pessoas). Há ainda comodidades para reuniões e videoprojector. Terraço, mobiliário de exterior, área para laser e cozinha para utilização livre.



No dia 18 de Julho foi apresentado o livro "A Estalagem dos Padres em Albergaria-a-Velha", da autoria de Delfim Bismarck Ferreira, que conta a história do imóvel.


Fontes: Jornais "Beira Vouga" e "Correio de Albergaria"

domingo, 20 de maio de 2018

Muncípio de Albergaria-a-Velha disponibiliza Serviço de Bilcicletas Gratuitas


A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha inaugurou, no dia 10 de maio, um sistema de bicicletas partilhadas, de utilização gratuita, no centro da cidade. O novo serviço integra o MOB.A – Mobilidade Operação Bicicleta de Albergaria-a-Velha, um projecto que visa potenciar uma cultura diferente de mobilidade sustentável e que é desenvolvido em parceria com a Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior.

Com o sistema de partilha de bicicletas, o Município quer promover a utilização deste meio de transporte nas pequenas deslocações, contribuindo para a diminuição da poluição no centro urbano e o aumento da saúde e qualidade de vida dos munícipes, através da prática de exercício físico.

As bicicletas MOB.A, num total de 30, estão já disponíveis numa bOx própria, junto à Piscina Municipal de Albergaria-a-Velha. Podem ser utilizadas, de forma gratuita, por cidadãos maiores de idade, sendo apenas necessário fazer um registo no local e entregar um termo de responsabilidade. Os menores de idade só podem levantar uma bicicleta quando devidamente autorizados pelo seu representante legal.


A utilização das bicicletas está sujeita a um período máximo de quatro horas, salvo quando solicitado por escrito à Câmara Municipal e devidamente autorizado. O levantamento e entrega só podem decorrer durante o horário de abertura da bOx, que é o seguinte: segunda a sexta (excepto feriados), das 9h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00; sábado, das 9h00 às 13h00 e das 15h00 às 18h00; e domingo, das 9h00 às 13h00.

O sistema de bicicletas partilhadas é o terceiro e último vetor do projeto MOB.A, que arrancou no verão de 2017, com a criação dos “Patrulheiros”, um grupo de jovens voluntários que se deslocam pelo território, sobre duas rodas, reportando ocorrências nas áreas florestais e auxiliando os peregrinos do Caminho de Santiago e de Fátima na sua passagem pelo Concelho.

No Dia Mundial da Bicicleta, que decorreu a 19 de abril, foi apresentado o segundo vector, designado POP – Programa Operacional Pedalar, que visa ensinar as crianças dos jardins-de-infância e 1.º Ciclo a utilizarem, com segurança, a bicicleta. Na primeira actividade prática, que decorreu na Escola Básica de Albergaria-a-Velha, participaram cerca de 100 crianças.

Fonte: CMAAV (adaptado)

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Pastel de Albergaria


O pastel de Albergaria, desenvolvido pela equipa criativa de pasteleiros da Confeitaria Framboesa, é composto por um recheio de ovos, amêndoa, açúcar e chila, tem uma textura macia e é envolvido numa massa tipo filó em formato de embrulho.

Foi esta particularidade que serviu de mote para a criação do seu nome: albergaria significa lugar onde alguém se alberga, da mesma forma que o pastel alberga o seu recheio.


Também a embalagem quis servir de montra da cidade ao ilustrar espaços emblemáticos como o Castelo da Boa Vista e a Biblioteca Municipal, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, a Roseta e o Cruzeiro da Nossa Senhora do Socorro, a Capela de S. Sebastião, a Igreja Matriz, a Capela de Santa Cruz e o Cineteatro Alba.

Uma particularidade que confere um valor cultural a um produto regional e visa a promoção do turismo, uma vez que se trata de um local conhecido por acolher peregrinos dos caminhos de Santiago.

A marca Framboesa proporciona a todos os que visitam a cidade provar a iguaria ou levar consigo um pouco de Albergaria-a-Velha, seja para partilhar aqui ou noutro local.

Fonte: Litoral Magazine (adaptado)


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Valorização das Mamoas do Taco


As Mamoas do Taco, conhecidas no Concelho de Albergaria desde o final do século XIX e escavadas na década de 80, sob supervisão do arqueólogo Fernando Silva, sofreram obras de recuperação depois de uma campanha arqueológica ocorrida entre 2014 e 2015, sob direção do arqueólogo Pedro Sobral Carvalho, sendo agora transformadas num pequeno centro interpretativo.

Inaugurado no dia 18 de Abril, Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, este polo museológico ao ar livre, inclui a colocação de painéis informativos, brochuras e sinalética que permitem que sejam visitadas, ao mesmo tempo que se preservaram os achados e as pedras originais com gravuras rupestres, com cerca de 6000 anos.


Localizadas na Zona Industrial de Albergaria-a-Velha, no Arruamento D, entre as fábricas Grohe e Bimbo, as duas mamoas que resistiram à urbanização do Concelho foram alvo de uma intervenção, entre 2014 e 2015, que permitiu a sua valorização e restauro.

Os resultados do trabalho desenvolvidos recentemente foram apresentados na Biblioteca Municipal, conjuntamente com o lançamento de “Taco a Taco – A história de 2 monumentos”, uma "brochura" da autoria de Pedro Sobral Carvalho.


As mamoas são sepulturas colectivas do período Neolítico, anteriores à idade do Cobre e do Bronze, antes do domínio da escrita. Com a erosão da terra e as práticas agrícolas e florestais do nosso tempo, as mamoas acabam por perder a sua forma de elevação suave restando apenas pedras que se vão perdendo. O arqueólogo calcula que os povos primitivos tenham movimentado mais de duas toneladas de terra para construir as mamoas.

Na Mamoa 1 já era conhecida uma gravura rupestre, fixada numa laje através da técnica de pontilhado, representando quatro combinações de círculos concêntricos. Na Mamoa 3, a campanha recente encontrou vestígios de utilização posterior à sua construção, cerca de 4 mil anos depois de edificada. A Mamoa 2 foi arrasada nos anos 80 para dar lugar a uma estrada.


Além das gravuras que já eram conhecidas na Mamoa do Taco 1, foram descobertos fragmentos de cerâmica, machados de pedra polida e uma mó manual que terá servido para pintar as paredes do dólmen. Entretanto, o Instituto Superior de Tomar está a analisar os resíduos de pigmentos encontrados numa mó de pedra, que têm levantado a hipótese de o interior da câmara ter estado coberto de pinturas.

Fontes: CMAAV / Jornal Beira Vouga / Metronews

Video: Ribeirinhas TV


 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Albergue de Peregrinos Rainha D. Teresa


Foi inaugurado no início deste mês o "Albergue de Peregrinos Rainha D. Teresa", que resulta de obras de adaptação da antiga Casa dos Magistrados de Albergaria-a-Velha, e vem completar a rede de albergues existentes ao longo do Caminho Central Português de Santiago de Compostela.

O Caminho Central Português de Santiago de Compostela é o segundo itinerário jacobeu mais importante da Europa e, ao longo dos tempos, já foi percorrido por importantes figuras da História, tais como a Rainha Santa Isabel, D. Manuel I ou o humanista Francisco de Holanda.

As obras de adaptação da antiga Casa dos Magistrados implicaram um investimento de cerca de 126 mil euros e o Albergue de Peregrinos Rainha D. Teresa é visto como um investimento estratégico da autarquia, na medida em que a sul do Porto existem poucos albergues municipais para receber os milhares de peregrinos que, todos os anos, fazem o trajecto.


O albergue é composto por três pisos. Na cave há uma garagem, uma zona de tratamento de roupa, uma arrecadação de mochilas e uma zona balnear com lava-pés e WC. Por seu lado, no rés-do-chão existe a recepção, uma sala de convívio, uma cozinha comum, uma sala de tratamento e auxílio aos peregrinos e uma arrecadação de mochilas. No 1.º andar o albergue disponibiliza quatro quartos, com capacidade para acolher 25 peregrinos, bem como balneários femininos e masculinos. Finalmente, no exterior, há uma zona de lazer com duas mesas e um lava-louça.

O vereador da Cultura da Câmara de Albergaria-a-Velha, Delfim Bismarck Ferreira, recordou, na cerimónia de inauguração do Albergue, a importância da cidade como ponto de confluência nas peregrinações medievais a Santiago de Compostela. Por ali vinham “os peregrinos do Sul, por Águeda, no Caminho Português, e do Nascente, por Sever do Vouga, naquele que é considerado o Caminho do Interior Vouga-Caramulo”.

Para a Câmara Municipal a abertura de um albergue no concelho "reveste-se de um significado especial, pois foi aqui que a Rainha D. Teresa fundou a primeira albergaria para “pobres e passageiros” no século XII", tendo um enorme potencial, não só no âmbito do contexto internacional do Turismo Religioso, mas também para a dinamização da economia local.

Fontes: Diário Digital / Lusa / Ponto e vírgula / CMAAV

 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Festival "Pão de Portugal" (16, 17 e 18 de Maio de 2014)


Durante três dias a Quinta do Torreão receberá dezenas de produtores de Trás-os-Montes ao Algarve, passando por Portalegre e Viseu, e os visitantes poderão provar diferentes qualidades, formas e sabores de pães típicos de cada zona do País.

Sendo este um evento onde se pretende agregar todos os pães não esquecemos obviamente os mais doces como o Pão de Ló, a Regueifa Doce, entre outras especialidades. Mas não só de pão se faz este festival, uma vez que teremos ainda os mais variados complementos que os acompanham como compotas, queijos, enchidos, vinhos, entre outros.

O Festival nasce este ano em Albergaria-a-Velha, cidade de muitas tradições ligadas ao fabrico deste alimento e berço da Rota dos Moinhos de Portugal. Este é o primeiro festival nacional dedicado à celebração deste alimento tão presente na cultura gastronómica portuguesa.


Muito mais que um evento gastronómico, o evento destaca-se pela sua vertente cultural, lúdica e pedagógica. Como tal, será possível assistir à exposição que retrata o Ciclo do Pão com a curadoria do Museu do Pão, às apresentações de showcooking conduzidas pelo chef Hélio Loureiro, às Conversas com o Pão à Mesa com ilustres convidados, aos espectáculos musicais, ao Ciclo de Cinema sobre a temática para os mais novos, recriações históricas, música entre muitas outras animações para miúdos e graúdos.

Os mais novos terão ainda oportunidade de visitar o Camião Lúdico-Pedagógico do Museu do Pão, participar em várias actividades e pôr mesmo as “mãos na massa”.

O certame contará ainda com um espaço dedicado ao fabrico de pão ao vivo, com vários fornos e mesas de trabalho, onde todos os presentes poderão conhecer todos os passos para a confecção deste alimento.


História e Tradição

Albergaria-a-Velha tem uma grande tradição no fabrico do pão, sendo um dos concelhos que mais moinhos, moleiros e padeiros teve e tem. A Rota dos Moinhos permite conhecer melhor a história desta herança e a intemporal Regueifa continua a fazer as delícias de quem por ali passa.

Foi com base neste historial e saber que nasceu a vontade de dinamizar as raízes de Albergaria-a-Velha através da celebração do pão com os melhores e mais variados pães nacionais. De norte a sul do País existem diversíssimas variedades e qualidades de pão, o que demonstra que ao longo dos tempos este alimento se foi reinventando e adequando aos vários gostos e paladares.

Reunindo os melhores padeiros, cozinheiros e chefs portugueses, este festival foi pensado para as famílias e para os amantes de pão e seus acompanhamentos.

Fonte: Qi Porto de Ideias (em Portal de Albergaria)

Mais informações: página oficial  / facebook

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Adaptação da Casa dos Magistrados a Albergue de Peregrinos


As várias divisões do albergue vão estar distribuídas por três pisos. Na cave vai haver uma garagem, uma zona de tratamento de roupa, uma arrecadação de mochilas e uma zona balnear com lava-pés e WC. Por seu lado, o rés do chão será constituído por uma recepção, sala de convívio, cozinha comum, sala de tratamento/ auxílio aos peregrinos e uma arrecadação de mochilas.

Finalmente, no 1º andar, existirão quatro quartos com capacidade para albergar 25 peregrinos, bem como balneários femininos e masculinos. Para uma comunidade de cerca de 35 000 peregrinos que anualmente percorrem o Caminho Central Português de Santiago de Compostela - o segundo itinerário jacobeu mais importante da Europa - a existência de albergues em pontos estratégicos é fundamental, ainda mais, a sul do Porto, onde não existem muitos espaços próprios para pernoitar.

Para Albergaria-a-Velha, a criação de um albergue ganha, ainda, outra importância por ter sido neste concelho que a Rainha D.Teresa fundou a primeira albergaria para “pobres e passageiros” no século XII.

É de acrescentar, também, que as Rotas de Peregrinação têm um enorme potencial, não só no âmbito do contexto internacional do Turismo Religioso, mas também para a dinamização da economia local.

Para Álvaro Tavares, um dos dinamizadores do projecto e ele próprio peregrino, “é como estar a refazer a História mil anos depois! Albergaria nasce da construção de um hospital, somos um povo hospitaleiro por natureza e por tradição e queremos que os milhares de peregrinos que nos visitam, a maioria estrangeiros, sintam isso.

Que tenham um local onde pernoitar, onde cozinhem, tomem um banho e descansem, mas que sintam o peso do nosso nome na História!

A disponibilização do Albergue é um auxílio extremamente precioso para quem percorre os 600 km de Lisboa a Santiago, durante um mês a pé, e fará jus ao nosso topónimo, o saber Albergar!”.

Álvaro Tavares destaca, igualmente, o papel da Autarquia [na altura presidida por João Agostinho], “que foi fundamental, colaborando com a vontade de um grupo de cidadãos da sua comunidade, peregrinos, que consideram que o Município se poderá diferenciar positivamente no Caminho Português.”

Ao longo dos séculos, o Caminho Português de Santiago tem atraído milhões de peregrinos, alguns destes bastantes ilustres. Por Albergaria passaram D. Sancho II, em 1244, a devota Rainha Santa Isabel, que por aqui passou em 1326 e 1335, D. Manuel I, em 1502, e Francisco de Holanda, pintor, humanista e arquitecto português, em 1549.

Fonte: CMAAV (adaptado) (2013)

sábado, 5 de abril de 2014

Inauguração da Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha


No fim de semana de 5 e 6 de abril, a Câmara Municipal vai celebrar o Dia Nacional dos Moinhos com a inauguração da Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha, um percurso turístico que engloba dez engenhos restaurados, onde é possível apreciar como se moía o cereal no passado e conhecer as histórias dos antigos moleiros.


Pelas 14h00, no dia 5 de abril, vai ter lugar a sessão oficial de inauguração da Rota dos Moinhos no Arquivo Municipal. Nesta cerimónia serão celebrados protocolos para a integração de dois moinhos - Moinho de Baixo (Rancho Folclórico da Ribeira de Fráguas) e Moinho do Porto de Riba (APPACDM) – seguindo-se a inauguração da Exposição Fotográfica “Moinhos de Albergaria-a-Velha”, composta por imagens dos fotógrafos do Albergariótipos – núcleo de fotografia do Clube de Albergaria.

Às 15h00, em frente ao Edifício dos Paços do Município, partirão autocarros para um percurso por três núcleos de moinhos da Rota: Moinho do Maia (Fial de Baixo), Moinho do Ti Miguel (Fontão) e Moinho do Chão do Ribeiro (Mouquim). As visitas aos moinhos de autocarro são gratuitas, mas carecem de inscrição prévia pelo endereço electrónico turismo@cm-albergaria.pt.


No domingo, logo pelas 9h30, será dinamizado um percurso pedestre aos Moinhos da Freirôa, no Rio Caima. Autocarros partirão do Edifício dos Paços do Município até ao estradão florestal junto à Senhora do Socorro. A partir daqui, os participantes poderão percorrer troços do antigo Caminho dos Moleiros que, no passado, era uma das vias mais utilizadas na região.

À tarde, pelas 14h00, serão efectuadas visitas a outros moinhos da Rota, desta vez, ao Moinho do Porto de Riba (Soutelo), ao Moinho de Baixo (Ribeira de Fráguas) e aos Moinhos do Regatinho (Vilarinho de S. Roque). Nos vários locais, para além de conhecer o núcleo molinológico, os visitantes poderão participar em inúmeras actividades promovidas pelas colectividades da terra - workshops de broa de milho e pão doce, recriações etnográficas, exposições, não faltando, igualmente, a música tradicional.

Fonte: CMAAV (via "Novos Arruamentos")

Imagens/Mais informações: Armando Ferreira (Moinhos de Portugal) / Glorybox




Dia Nacional dos Moinhos 2014

05/sábado/14h00

14h00 – Sessão Oficial de Inauguração da Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha, no Arquivo Municipal
14h30 – Inauguração da Exposição Fotográfica Moinhos de Albergaria-a-Velha, no Arquivo Municipal
15h00 – Visita a três núcleos de moinhos da Rota: Moinho do Maia (Fial de Baixo); Moinho do Ti Miguel (Fontão); e Moinho do Chão do Ribeiro (Mouquim)


06/domingo/09h30

09h30 – Percurso Pedestre aos Moinhos da Freirôa
14h00 – Visita a três núcleos de moinhos da Rota: Moinho do Porto de Riba (Soutelo); Moinho de Baixo (Ribeira de Fráguas); e Moinhos do Regatinho (Vilarinho de S. Roque).

Moinhos abrangidos pelo protocolo

Moinho do Ti Miguel (Azenha – Angeja); Moinho do Maia (Fial de Baixo – Alquerubim); Moinho da Quingosta (Regatinho – Vilarinho de S. Roque); Moinhos da Freirôa (Rio Caima – Branca); Moinho do Chão da Ribeira (Mouquim – Valmaior); e o Moinho do Silva (Regatinho – Vilarinho de S. Roque).




quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha


No âmbito da criação da Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha, que visa disponibilizar um produto turístico e cultural que alie a preservação e a valorização deste património a um maior conhecimento das gentes e História do Município por parte de residentes e visitantes, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha celebrou protocolos de parceria com os proprietários de vários moinhos espalhados por cinco freguesias do Município.

Com esta colaboração pretende-se articular e potenciar os recursos e possibilidades dos parceiros, particularmente no que diz respeito à uniformidade e potenciação do património molinológico integrado na Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha. O protocolo de parceria é válido por cinco anos, sendo renovado automaticamente se não houver oposição à sua renovação.

Moinho do Maia (GB)

Moinhos abrangidos pelo protocolo

Moinho do Ti Miguel (Azenha – Angeja);
Moinho do Maia (Fial de Baixo – Alquerubim);
Moinho da Quingosta (Regatinho – Vilarinho de S. Roque);
Moinhos da Freirôa (Rio Caima – Branca);
Moinho do Chão do Ribeiro (Mouquim – Valmaior); e:
Moinho do Silva (Regatinho – Vilarinho de S. Roque).

Moinho da Cova do Fontão (GB)
 O papel da Câmara como dinamizador da Rota dos Moinhos

De acordo com o protocolo, a Câmara Municipal compromete-se a conceber, em conjunto com os agentes locais, um Guia de Boas Práticas para a reabilitação urbana dos moinhos e dos elementos a ele pertencentes; fornecer apoio técnico nas intervenções de recuperação, restauro e acessibilidades; desenvolver um projecto de difusão da informação de carácter patrimonial e turístico; desenvolver uma marca comercial para a farinha de moagem tradicional com respectiva embalagem; e desenvolver um conjunto de material publicitário sobre a Rota dos Moinhos e dos seus produtos subsidiários (farinha, pão, doçaria,…), bem como promover eventos para a divulgação deste património.


O papel dos proprietários no âmbito deste protocolo

(...) os proprietários dos moinhos deverão abrir os mesmos e colocá-los em funcionamento para as visitas do público em geral uma vez por mês ou aquando da realização de eventos e iniciativas de divulgação e promoção do património de Albergaria-a-Velha.

Os proprietários comprometem-se, ainda, a autorizar a colocação de sinalética e de suporte comunicacional da Rota dos Moinhos, a efectuar a venda da farinha produzida artesanalmente através de embalagens uniformizadas concebidas para o efeito e a efectuar todas as reparações ou alterações dos moinhos de acordo com o Guia de Boas Práticas.

Moinho do Maia (AF)

Sandra Figueiredo, técnica responsável pelo desenvolvimento do projecto, considera que o trabalho de parceria com os proprietários é muito proveitoso, pois são estes que possuem “a arte e o amor aos moinhos, são eles que têm as histórias e os saberes que podem transmitir aos visitantes”.

Na verdade, a Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha vai muito para além da simples promoção do património edificado; o fundamental é preservar o património imaterial, as tradições, as vivências, e quem melhor que os donos dos moinhos, muitos deles moleiros ou descendentes de moleiros, para transmitir o saber, adquirido através de pais e avós, às novas gerações.

Moinho da Cova do Fontão (GB)
Importância do projecto para a economia local

(...) A Câmara Municipal irá trabalhar toda a parte da publicitação e divulgação da Rota (flyers, cartazes, internet, sinalética,...) para atrair novos visitantes a Albergaria-a-Velha, que, por sua vez, levam a farinha de moagem tradicional e outros produtos associados; a receita será para os proprietários que poderão, depois, reinvestir em melhorar as condições dos moinhos”.

A receptividade dos proprietários dos moinhos a este projecto tem sido muito positiva e Sandra Figueiredo acredita que mais irão aderir no futuro. “Existem outros proprietários a requalificar os moinhos para entrar na Rota e tem existido uma dinâmica e partilha muito importante que fará a consolidação e sucesso deste projecto”.
Chão do Ribeiro (AF)

Para Armando Ferreira, a Rota dos Moinhos de Albergaria-a-Velha constitui uma forma de preservar os saberes e tradições, aliando-os ao turismo e ao desenvolvimento local. O moinho, para muitos, simboliza o passado e é posto de lado; por isso, é fundamental mostrar o seu valor. “Há saberes que não se devem perder, mas não se pode só copiar! É preciso transformar o que existe numa perspetiva de modernidade e futuro”, defende Armando Ferreira.

Fonte: adaptado de CMAAV 

Fotos: Glorybox / Carlos Lopes / Armando Ferreira / Localvisão TV 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Vilarinho de São Roque integra rede "Aldeias de Portugal"


O “Aldeias de Portugal” é uma rede turística nacional que promove o desenvolvimento sustentável de zonas rurais singulares, preservando o seu património cultural, as suas paisagens e os seus costumes.

Reconhecendo as potencialidades e características de Vilarinho de São Roque, a Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha e a ADRITEM apresentaram uma candidatura a esta “certificação”, atendendo a que a aldeia da freguesia de Ribeira de Fráguas apresenta vários atributos que são valorizados neste projecto.

A riqueza de recursos naturais e paisagísticos, a vasta vegetação florestal, a zona de cascatas, com forte potencial para a criação de espaços de lazer, o património arquitectónico (capela, espigueiros, eiras, canastras), a cultura popular e os percursos de BTT são, apenas, algumas das mais-valias do lugar.


Criação de novos alojamentos na aldeia

O primeiro projecto engloba a requalificação da antiga “Casa do Professor” e a sua transformação num alojamento típico de Turismo de Aldeia. A casa, de tipologia T2, encontra-se enquadrada na paisagem e o seu restauro vai respeitar a traça original.

Será o primeiro alojamento na aldeia e serão estabelecidas parcerias com o sector turístico de forma a promover as potencialidades do local a nível nacional e internacional.


 Projecto ATIV.AR

O segundo projecto engloba a criação de um centro de actividades radicais e ambientais. O ATIV.AR irá funcionar na antiga escola primária de Vilarinho de S. Roque e o seu principal objectivo é promover o conhecimento do legado natural, histórico e cultural da aldeia através das práticas turísticas ambientais e radicais.

Para além da oferta de equipamentos para a prática desportiva e actividades de natureza (marcação de percursos pedestres, trilhos de BTT, postos de observação de aves, parede de escalada, entre outros), pretende-se que o ATIV.AR tenha novas funções de educação ambiental e patrimonial, passando a ser um centro de novas experiências, com uma forte ligação à população local e à comunidade escolar.

Fontes: CMAVRádio Terranova  (em Portal de Albergaria)

Fotos: Albergasbtt / Portal de Albergaria / Rancho da Ribeira

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Albergue vai (re)nascer em Albergaria-a-Velha

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha vai transformar uma antiga Casa dos Magistrados, localizada no centro da cidade e no Caminho de Santiago, num Albergue de Peregrinos.

O anúncio foi feito no passado fim-de-semana, no Encontro Internacional de Albergues de Peregrinos do Caminho Português a Santiago, que teve lugar no Arquivo Municipal e contou com a presença do Presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro, Pedro Machado, do Presidente da Fundação do Caminho Português a Santiago, Celestino Lores, de representantes da Associação de Peregrinos Via Lusitana e de vários albergues, portugueses e espanhóis.


Para a autarquia Albergariense, a criação de um Albergue de Peregrinos na cidade apresenta-se como fundamental para a valorização histórica do Município e para a reafirmação da sua identidade, na medida em que a primeira albergaria, para abrigar os peregrinos e viajantes, fora ali edificada há quase 900 anos a mando de D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques.

Não restando já vestígios da antiga albergaria (que se assume ter sido edificada junto à antiga Estrada Real, no local onde hoje se encontra a Quinta da Boa Vista/ Torreão, futura Biblioteca Municipal), a abertura de um novo albergue significa o reencontro com as origens da terra, que se desenvolveu e prosperou tendo em conta este seu papel de acolhimento e solidariedade.


Este projecto, cujo trabalho se iniciou há já algum tempo, tomou agora forma no âmbito da Nova Agenda para a Cultura e Criatividade do Município, que pretende, desta forma, valorizar esta “marca” local, quer no aspecto turístico, quer no cultural, social ou económico.

A transformação da Antiga Casa dos Magistrados em Albergue de Peregrinos vai ser contemplada no Plano de Actividades do Município para 2012, sendo que o projecto prevê a preservação da traça original do edifício de 3 pisos, que conta, ainda, com um espaço exterior de dimensões consideráveis ideal para o descanso e a contemplação bem como apoio logístico aos Peregrinos.


O projecto de valorização dos “Caminhos de Peregrinação” (Caminho de Santiago e Caminho de Fátima), que foi para o terreno este ano, com a requalificação e sinalização de todo o percurso e a dinamização de acções de sensibilização, vem ao encontro de um dos principais planos estratégicos do Turismo Centro de Portugal, que procura revitalizar todo o percurso do Caminho de Santiago que atravessa a Região Centro, englobando um total de nove municípios.

Para Pedro Machado, Presidente desta Entidade Regional, este produto turístico, com enfoque no patrimonial e religioso, tem potencial para acrescentar competitividade, valor e atractividade ao território, diferenciando-se das outras ofertas existentes em Portugal.

Fonte: CMAV