segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Antigo Palace-Garage Hotel (Garagem Vidal)


O Palace-Garage Hotel estava localizado em frente à Praça Dª Teresa (Torreão), na vila de Albergaria-a-Velha. O autor do projecto foi o Sr. João Gomes Soares, então professor da Escola Industrial de Águeda. Casou e viveu em Alquerubim e era pai do sogro do Sr. António Oliveira (da empresa OMS). Nasceu em Albergaria-a-Velha. Teve outros projectos no nosso distrito, incluindo em Aveiro.

O edificio (estilo Art Déco) serviu para Hotel, garagem [Garagem Vidal] e mesmo quartel dos Bombeiros.

Apesar do pedido de classificação ao IPPAR, o "Antigo Palace-Garage Hotel" foi demolido já neste século XXI.

O local, mesmo ao lado do actual quartel dos Bombeiros, está a ser usado para estacionamento de viaturas dos Bombeiros. Triste fim para um edificio emblemático de Albergaria-a-Velha.

Fontes: wikipedia / Duarte Machado (Jornal de Albergaria)

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Cine-Teatro Alba (década de 50)

Em Construção


Concluído


Sala de Recepções


Plateia e balcão


"Foyer"



Fonte: "Cine-Teatro Alba - 50 anos", Nélia Maria Martins Almeida Oliveira

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Jorge Fernando, músico e produtor


Jorge Fernando da Silva Nunes nasceu em Lisboa no dia 8 de Março de 1957.

Com quatro anos já cantava em colectividades de Lisboa. Muda-se com os pais para o Brasil. Com 11 anos regressa a Portugal tendo vivido com os avós (a Ti Preciosa e o marido) em Albergaria-a-Velha e depois no Barreiro.

Aos 13 anos faz parte do grupo Futuro. Passado pouco tempo começa a tocar para o fadista Fernando Maurício para quem compõe "Boa Noite Solidão". Deixa para trás a sua carreira de futebolista, onde chegou a internacional júnior.

Grava vários singles para a editora Alvorada, entre os quais o single "Trigueirinha" e outro com os temas "Se Me Pedisses Desculpa" e "Semente do amor".

Em 1976, com 19 anos, conhece Alcino Frazão, um dos maiores guitarristas da história do fado, e começa a tocar com ele. Um ano depois já fazia parte do grupo de Amália após substituir Alcino Frazão numa actuação com Carlos Gonçalves que o convida a tocar com Amália Rodrigues.

Acompanhou Amália à guitarra durante seis anos. Foi violista de Amália em discos como "Lágrima" (1983), "Com que Voz" (1985) e "Obsessão" (1990) e também em espectáculos por todo o mundo.

Concorre ao Festival RTP da Canção com "Rosas Brancas Para O Meu Amor" em 1983, o qual teve uma grande exposição pública. "Umbadá", "Mulata" e "Lua Feiticeira Nua" foram outros dos seus grandes sucessos no âmbito da chamada música ligeira.

Em 1989, publica o seu primeiro álbum de fados, intitulado "Boa Noite Solidão", tendo no entanto, dois anos depois, regressado à canção ligeira com o disco "À Tua Porta", do qual foi extraído o single "Há Sempre Alguém".

Em 1993, "Oxalá" viu a luz do dia, tendo o registo no ano seguinte sido considerado pela revista "Billboard" como um dos trabalhos portugueses com maiores possibilidades de comercialização no circuito da chamada música do mundo.

Prosseguiu com a sua carreira de fadista, tendo-se afirmado igualmente como um dos produtores e compositores mais reconhecidos da música portuguesa. É autor de temas como "Búzios", "Quem vem ao fado" ou "Chuva", tendo contribuído para a notoriedade de novos valores do fado como Mariza e Ana Moura.

Prémios e homenagens

Em 1988 é-lhe atribuído o Prémio de Popularidade por votação do público da Rádio Comercial.

A cidade italiana de Recanatti homenageou-o, no ano de 2003, em reconhecimento do seu talento como cantautor, produtor, instrumentista e impulsionador de novos talentos (Academia de Marco Poeta).

Na I Grande Gala dos Troféus Amália Rodrigues (2005) recebe o galardão de melhor Violista-Compositor.

Em 2006 recebe o galardão de Melhor Viola na II Grande Gala dos Troféus Amália Rodrigues.

Discografia (álbuns)

"Enamorado" - 1986
"Coisas da Vida" - 1988
"Boa Noite Solidão" - 1989
"Á Tua Porta" - 1991
"Oxála" - 1993
"Umbadá" - Colecção Caravelas - 1996
"Terra d'Água" - 1997
"Rumo ao Sul" - 1999
"Inéditos ao Vivo No Tivoli" - 2000
"Velho Fado" - 2002
"A Arte e A Música" - 2004
"Memória e Fado" - 2005

Produtor

Ana Moura
Argentina Santos
António Pinto Basto ("Notas à Guitarra")
José da Câmara
Mariza (álbum "Fado em Mim")
Paulo Bragança (álbum "Notas Sobre a Alma")
Rodrigo
....

Fontes: wikipedia, cotonete

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

José Nunes Vieira, o Gaiteiro de Frossos

Há quatro anos, durante a Romaria da Nossa Senhora do Socorro, no cimo do monte onde se situa o santuário (a dois quilómetros da vila de Albergaria-a-Velha), apercebemo-nos do som de uma gaita de foles. Aproximámo-nos e deparámos com quem a tocava: um homem, já idoso, que vinha acompanhado por três rapazes que tocavam caixa, bombo e pratos. ...

Foi assim que conhecemos o Sr. Zé, de seu nome completo José Nunes Vieira. Nasceu há mais de 80 anos em Frossos, onde vive ainda hoje (Frossos fica situado no Concelho de Albergaria-a-Velha).

Quem o quiser encontrar poderá perguntar pelo Sr. Zé-o gaiteiro, ou pelo Sr. Zé-o ferreiro, pois exerceu esta actividade profissional durante muitos anos.

Ainda hoje vai ocasionalmente à sua oficina onde trabalha com um velho fole de ferreiro, daqueles que “agora já são difíceis de encontrar”.

Quando o Sr. Zé era novo, antes de tocar gaita, tocava flauta, “daquelas com chaves”, acompanhado por caixa e bombo.

A sua primeira gaita de foles foi comprá-la a Taveiro, perto de Coimbra,
“a um homem que as fazia”. Esta tinha, no entanto, um senão: o fole da gaita, que era de pele, tinha previamente servido para guardar azeite, exalando por isso um odor que não agradava ao Sr. Zé.

A gaita que utiliza actualmente já foi comprá-la à Galiza. As palhetas e os palhões (que ele próprio manufactura) são feitos, respectivamente, de plástico, a partir de embalagens de iogurte, e de cana.

Além de tocar em festas e Romarias, também é contratado para fazer peditórios. Houve uma vez até que, excepcionalmente, foi contratado para tocar num compasso Pascal numa aldeia perto de Viana do Castelo. Também já tocou para animar “bailaricos”. Certa vez fê-lo tocando ao desafio com o sr. Hélio do Paço, um gaiteiro de Pinheiro, localidade vizinha de Frossos. Quando um terminava de tocar uma música o outro repetia-a e assim sucessivamente. Isto enquanto tudo dançava ao som das gaitas.

O primeiro gaiteiro que o sr. Zé conheceu foi um tio do sr. Hélio do Paço, infelizmente já falecido (o sr Hélio já vai nos sessenta e muitos). Por sua vez, o mais jovem tocador de gaita daquela zona, um rapaz de vinte e poucos anos que, como gaiteiro, merece todos os elogios do sr. Hélio, emigrou recentemente para o Canadá.

Um pormenor interessante a realçar está em que os três gigantones que tivemos oportunidade de observar, imóveis e mudos, guardados no celeiro do Sr. Zé, são da autoria do próprio, que os utiliza para animar algumas festas em que participa.

Fonte: Henrique Oliveira; Publicado em "Gaita-de-Foles" - ( revista da APEDGF ) ; nº1- Abril de 2001
(direitos reservados)

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Filarmónica Angejense


A Associação de Instrução e Recreio Angejense (AIRA) foi fundada a 13 de Setembro de 1867, sob o nome de “Philarmónica Angejense”, sendo a segunda banda mais antiga do concelho de Albergaria-a-Velha.

A escritura foi efectuada no tabelião de Sousa de Paus, lugar pertencente a Freguesia de Alquerubim, mas que naquela altura era sede de concelho de Albergaria-a-Velha.

Os instrumentos para a mesma custearam no Porto a quantia de 400 mil réis. Este dinheiro foi pedido à Caixa Económica de Aveiro, sendo seu fundador o sócio Manuel Nunes Ferreira Abreu.

Como primeiro maestro teve o Padre António Santos, desta freguesia.
Tendo sido elaborados e aprovados os seus Estatutos em 1909, a Philarmónica Angejense, passou a ser parte integrante de "Associação de Instrução e Recreio Angejense".

Com cerca de 600 associados, prossegue hoje a sua actividade, mais do que nunca virada para a Banda de Música - composta por 50 músicos de sopro e de percussão, Orquestra e Escola de Música.

Fonte: J. F. Angeja

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Fernando Flores, Músico e Professor

Artur Fernando Camões Flores nasceu em Albergaria-a-Velha em 1941. Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música do Porto. Em Lisboa, estudou na classe do Prof. Johannes Auersperg, no Conservatório Nacional.

Em 1964, parte como bolseiro da Fundação Gulbenkian, para Regensburg na Alemanha, onde recebe, durante três meses, lições particulares do Prof. Schlechtleitner, seguidamente vai para Salzburg onde prepara o exame de admissão à Academia de Viena (Escola Superior de Música) com o Prof. Burgschwendler, docente do Mozarteum de Salzburg.

Em 1969 conclui o Curso Superior de Contrabaixo da Academia de Viena, com a mais alta classificação, tendo como Mestre durante quatro anos o Prof. Ludwig Streicher.

Participou em 1970 no Curso Internacional de Música de Câmara dirigido pelo Prof. Enrico Mainardi no Mozarteum de Salzburg, assim como em todos os Cursos Internacionais de Música da Costa do Sol orientados pelo Prof. Ludwig Streicher.

Integrou como instrumentista convidado, entre outras, a Orquestra Filarmónica de Viena, a Orquestra Estatal da Ópera de Viena, Mozarteum de Salzburg, Tonkunstler de Viena, òpera de Linz, ópera de Regensburg e Sinfónica de Kattovice (Polónia).

Integrou vários agrupamentos de Música de Câmara, actuando como solista na Orquestra de Câmara de Lisboa. Foi Contrabaixista da Orquestra Gulbenkian durante 34 anos. Foi componente da Orquestra La Folia e Orquestra Sousa Carvalho desde a sua fundação. Foi Professor de Contrabaixo no Conservatório Regional de Setúbal e de Contrabaixo, Música de Câmara e Orquestra no Conservatório D. Dinis.

É Professor na Academia de Amadores de Música, em Lisboa, desde 1974 leccionando as cadeiras de Contrabaixo e Música de Câmara.

Em 2004 orientou um Curso de Contrabaixo na Escola Superior de Música de Santiago de Compostela.

É frequentemente convidado a orientar cursos de Contrabaixo na Escola de Música do Fundão. Ao longo destes anos de docência, muitos alunos seus tornaram-se profissionais, ocupando lugares de destaque não só em Portugal como no estrangeiro, seja nas Orquestras Sinfónicas, no Jazz, na Música de Diversão ou no Ensino.

Para complementar a formação profissional dos seus alunos, fundou o Quarteto de Contrabaixos da Academia de Amadores de Música, que é uma formação aberta onde participam os estudantes finalistas ou recém-formados. Para este agrupamento os compositores Fernando Lopes Graça e Alexandre Delgado compuseram expressamente obras que foram executadas com a presença dos autores.

Fonte: Academia de Amadores de Música

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Avelino Antão, Professor e Revisor Oficial de Contas



Avelino Azevedo Antão nasceu na freguesia da Branca, concelho de Albergaria-a-Velha, em 11 de Abril de 1957, sendo actualmente uma das personalidades mais reconhecidas em Portugal nas áreas da Contabilidade, Fiscalidade e Auditoria.

Principais funções:

- Professor Adjunto no Instituto Superior de Contabilidade e Administração da Universidade de Aveiro

- Revisor Oficial de Contas (Cravo, Fortes, Antão e Associado)

- Presidente do Conselho Técnico da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas.


Outras actividades relevantes

- Membro do Conselho Científico do Instituto Superior de Contabilidade e Administração da Universidade de Aveiro;

- Docente convidado do Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial da Universidade de Aveiro;

- Membro Efectivo da Comissão Executiva da Comissão de Normalização Contabilística;

Alguns trabalhos publicados

- “A Demonstração dos Resultados por Funções - perspectivas contabilística e de auditoria”, Eurocontas; Julho de 2000, em co-autoria com Domingos José da Silva Cravo;

- “Normalização Contabilística”, Estudos do I.S.C.A.A. – II série nº 5, 1999, p 37-60

- “Insucesso Escolar” - Um problema e muitas causas; Mundo Rural; nº 280; Outubro de 1987.

Fonte: UA

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Quinta dos Lagos



Fonte: Quinta dos Lagos

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Patricio Theodoro Álvares Ferreira (1846-1932)


Patricio Theodoro Álvares Ferreira nasceu em 26 de Dezembro de 1846, em Albergaria-a-Velha, filho de Bento Álvares Ferreira e Matilde Angélica Álvares de Carvalho.

Patricio Theodoro concluiu os estudos preparatórios e recebeu ordens menores em 1866. Tendo abandonado a carreira religiosa, habilitou-se para o Magistério Primário na Escola Normal de Lisboa, em 1869.

Abandonou o professorado oficial, após sete anos de exercício, como Professor do ensino secundário em Aveiro e no Porto, para fundar e dirigir o Colégio Portuense, em 1876, rodeando-se de um corpo docente qualificado e introduzindo uma experiência pedagógica inovadora para a época.

Em 1877, funda e dirige o primeiro jornal português dedicado à pedagogia “O Ensino – Jornal do Colégio Portuense” dedicado aos pais, que conta com a colaboração de notáveis escritores e pedagogos como Carolina Michaelis de Vasconcelos, Joaquim de Vasconcelos, D. António da Costa, Júlio de Matos, Rodrigues de Freitas, etc.

Após a morte do pai, em 1884, Patricio Theodoro regressa a Albergaria-a-Velha, vindo a desempenhar os mais altos cargos do Concelho, nomeadamente Administrador do Concelho (durante cerca de vinte anos), Vereador e Presidente da Câmara Municipal. Foi ainda o primeiro Historiador do nosso Concelho, Jornalista, Arqueólogo e Filólogo.

Fundou com Franciso Miranda (advogado e notário) o jornal bissemanário “O Movimento” (1888-1890), onde publicou inúmeros artigos sobre os primeiros tempos da História de Albergaria-a-Velha. Recomeçou a escrever no “Correio d’ Albergaria”, no início do século XX, e mais tarde na “Gazeta de Albergaria”, aparecida nos anos vinte.

Foi um dos mentores da grande manifestação local contra o “Ultimatum” (protesto face à posição da Inglaterra em relação às colónias portuguesas) e um permanente animador da Irmandade da Senhora do Socorro com o intuito de tornar o Monte Tutelar de Albergaria-a-Velha num centro de devoção e também de convívio regional, como hoje já é.

Faleceu na sua Casa do Agro, em Abril de 1932, com 85 anos.


Patrício Theodoro Álvares Ferreira é um dos dois únicos albergarienses (o outro é Alfredo Rodrigues Coelho de Magalhães) incluídos no Dicionário de Educadores Portugueses elaborado sob a Direcção do Prof. Doutor António Nóvoa, Vice-Reitor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e que apresenta 900 biografias de personalidades que se destacaram na área do ensino nos séculos XIX e XX.

Fontes: António Homem de Albuquerque Pinho, Gente Ilustre em Albergaria-a-Velha; Delfim Bismarck Ferreira , Jornal de Albergaria de 23-12-2003 (adaptado)

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Alfredo Rodrigues Coelho de Magalhães (1883-1950)

Alfredo Rodrigues Coelho de Magalhães nasceu em Frossos, em 24 de Janeiro de 1883. Fez os primeiros estudos em Eixo, passando depois para o Colégio Aveiro, onde completou o curso liceal.

Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra (1907), vai viver para o Porto onde exerce a advocacia e o professorado. Dá aulas no Liceu Rodrigues de Freitas, desde 1907-1908, no Instituto Comercial e Industrial do Porto, no Instituto Superior do Comércio, de que é director desde 1929 até à sua extinção em 1936, e no Instituto Comercial, que dirige a partir de 1933.

Exerce os cargos de Governador Civil do Porto, Vereador da Câmara Municipal do Porto e Mesário da Santa Casa da Misericórdia da mesma cidade. Nesta qualidade, dirige, durante doze anos, o Recolhimento das Órfâs de Nossa Senhora da Esperança.

Sócio da “Renascença Portuguesa”, profere várias conferências sobre literatura nacional na Universidade Popular e dirige, em colaboração com Jaime Cortesão,a “Biblioteca Lusitana”.

Principal Bibliografia: “Questões de Ensino” (1912), “Elementos para o estudo da literatura nacional nos Liceus” (1913), “Tentativas Pedagógicas” (1920), “Relatório do Instituto Comercial (1945), “A Águia”; “A Vida Portuguesa” e “A Voz Académica”.

Faleceu em 26 de Junho de 1950 no Porto.


Alfredo Rodrigues Coelho de Magalhães é um dos dois únicos albergarienses (o outro é Patrício Theodoro Álvares Ferreira) incluídos no Dicionário de Educadores Portugueses elaborado sob a Direcção do Prof. Doutor António Nóvoa, Vice-Reitor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e que apresenta 900 biografias de personalidades que se destacaram na área do ensino nos séculos XIX e XX.

Fonte: Delfim Bismarck Ferreira , Jornal de Albergaria de 23-12-2003 (adaptado)